22 de jun de 2011

ARROGÂNCIA – EGOÍSMO – VAIDADE

Fico pensando nestas três palavras e tudo que elas podem representar.
No sentido significativo de cada uma delas, tangenciam-se sem igualar-se, mas no comportamento humano são quase complementares.
Em um dos meus momentos de reflexão, buscava respostas a certos comportamentos e deparei-me com uma bruma que cobre certas ações, onde a vaidade cega, a arrogância cala a razão e o egoísmo ensurdece para a realidade e conseqüência dos atos.
Percebo que atitudes são tomadas sob o empanar de pseudo-apoio, onde ao resguardo do egoísmo, o ser convence a si próprio da magnitude sacerdotal de suas ações e, recusa a admitir que os nefastos resultados sejam conseqüência natural de tão imponente devaneio.
Nos atos tomados em busca de soluções sociais, a razão e o coração não podem estar divorciados. Há de se ouvir antes de agir. Fazê-lo com a determinação emanada do coração e a frieza estratégica da razão. Os sentidos devem estar aguçados, com o fito de não se perder o norte geográfico.
ESTEVES – Cel RR

16 de jun de 2011

A POESIA DA VIDA


A vida é uma poesia que insistimos em modificar inserindo versos dissonantes de acordo com o que vemos com a miopia do nosso enxergar.
As rimas ricas elaboradas pelo poeta resistem às insistentes travessuras de quem teima em participar da composição, quando apenas deve interpretá-la, pois o criador reservou para cada um de nós um papel que devemos representar, aproveitando ao máximo sua essência para podermos alcançar o que mais desejamos. Sermos felizes.
Nosso embaçado discernimento nos leva, em nome do livre arbítrio, a cometer atrocidades contra nós mesmos. É preciso parar, observar a natureza e refletir a existência.
ESTEVES CEL RR

12 de jun de 2011

COMO ESCONDER


Como esconder cerca de trinta mil pessoas. Impossível, talvez por isso consigamos receber da mídia fluminense algumas notícias sobre o movimento SOS Bombeiros, entretanto a imprensa carioca se limitou a informar sem dar a merecida importância ao fato.
Explicações para isso existem muitas, mas seria leviano de minha parte afirmar algo que todos sabem, mas não podemos provar.
O que sei é que o barco está “fazendo água” e chega um momento em que até os ratos abandonam o navio.
Vamos aguardar.
ESTEVES –CEL RR