27 de ago de 2012

A PROSTITUIÇÃO das LEIS

É notório que a justiça se baseia nas leis e estas na jurisprudência e nos costumes da sociedade. O que tenho observado é uma mutação, inaplicação ou mesmo inobservância de leis em beneficio daqueles que, de alguma forma, detêm o poder.
Prostituem as Leis.
Acredito que tal prática ocorresse em outras épocas, todavia com fulcro na história divulgada e conhecida, em escala menor do que se dá nos dias de hoje.
Há uma perda acelerada de valores sociais ocorrendo premeditadamente por indução de um grupo amoral.
Parece-me que esta involução social avança numa progressão geométrica, enquanto o bem estar social do povo, numa progressão aritmética.
Os fundamentos da moralidade estão sendo modificados intencionalmente de modo a respaldar, através de preceitos legais, interesses escusos.

ESTEVES – Cel RR

16 de ago de 2012

UMA BATALHA

A guerra não acabou, mas uma batalha foi vencida pela sociedade esclarecida em desfavor dos gananciosos.
Este é meu sentimento ao ler no noticiário “O TERMINAL” o artigo intitulado: “PETROBRÁS DESISTE DA COMPRA DE TERRENO QUE ABRIGA PRÉDIO HISTÓRICO DA POLICIA MILITAR NO RIO DE JANEIRO”
Sei que eles não vão desistir, mas por enquanto venceu a sociedade, venceu a cultura do nosso povo.
Parabéns a PETROBRÁS.
Viva a história de nossos ancestrais que esta sendo preservada.
ESTEVES – Cel RR
NATUREZA
  Um filósofo disse: “Na Natureza não existem recompensas nem castigo. Existem consequências.”
  Começo o presente artigo com uma citação, na tentativa de externar uma preocupação que cresce dentro de mim em relação ao destino que estamos sentenciando nosso planeta.
  O descaso da sociedade com a preservação da vida (nossa existência depende do planeta) e a irresponsabilidade de muitos de nossos governantes, me remetem a uma fundada preocupação quanto ao futuro da existência humana na “TERRA”.
  Aqueles que por qualquer razão acompanham minhas publicações, já devem estar acostumados com minha reverência à Natureza e admiração por suas belezas, mas o quadro futuro que se descortina como inevitável, me assusta.
  Minha inquietação se potencializa em face de sentir-me impotente para mudar o vislumbrado. Sinto-me incapaz, escravo da angústia e do medo de que se reproduza o que na década de oitenta foi apregoado em canção gravada pelo grupo “Radio Taxi”, sic: “Olha só, hoje o sol não apareceu. É o fim da aventura humana na Terra. Meu planeta adeus, fugiremos nós dois na arca de Noé. Olha meu amor, o final da odisséia terrestre...” (versão da música Italiana Picoli EVA).
ESTEVES – Cel RR