9 de mar. de 2015


NOTICIAS  DO GLOBO ON LINE
 
Paulo Roberto diz que arrecadou R$ 30 milhões para ‘caixa dois’ de Cabral e Pezão em 2010

Agência O Globo

Agência O Globo -1 hora atrás

 

BRASÍLIA — O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento de sua delação premiada que arrecadou R$ 30 milhões em recursos para “caixa dois” da campanha de Sérgio Cabral para governador e Luiz Fernando Pezão para vice, ambos do PMDB. Pezão é o atual governador, sucedendo Cabral.

Segundo o delator, os recursos vieram de empresas que atuavam na obra do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Ainda de acordo com Costa, o consórcio Compar, formado pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e UTC, contribuiu com R$ 15 milhões. O restante foi pago por outras empresas, como Skanska, Alusa e UTC, disse o delator. O ex-diretor afirma que os pagamentos eram “propina”.

“Cada empresa deu “contribuição”, no total de R$ 30 milhões. O Consórcio Compar “pagou” R$ 15 milhões; o restante foi dividido entre as outras empresas, entre elas Skanska, Alusa e UTC”, diz resumo do termo de declaração 4 de Costa.

Cabral e Pezão ainda não comentaram as acusações de Costa. Eles têm negado irregularidades.

De acordo com o depoimento o então secretário da Casa Civil de Cabral, Regis Fitchner, foi quem fez a “operacionalização” dos repasses.

Costa contou que teve uma reunião no primeiro semestre de 2010 com Cabral, Pezão e Fitchner para tratar das contribuições à campanha. Posteriormente, o ex-diretor pediu às empreiteiras que fizessem doações para o “caixa dois” de Cabral.

Este depoimento do ex-diretor foi encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro dos governadores de estado. O GLOBO já revelou que o Ministério Público Federal pedirá abertura de inquérito contra Pezão no STJ.
 
ESTEVES - CEL RR

7 de mar. de 2015

SAIO DO SILÊNCIO.


Lama na Política Fluminense! O nome do “ex” se faz presente.


O surgimento do nome de Sérgio Cabral na lista do Lava Jato, vulgo “PETROLÃO”, não é nenhuma surpresa. Caso não se recordem, quando governador, ele vivia um verdadeiro desespero para vender o Quartel General da PMERJ para a PETROBRÁS, o que só não ocorreu devido a ação de alguns abnegados, a intervenção popular e a movimentação do MP, inquietando por consequência os executivos da empresa que desejavam naquela oportunidade tudo menos holofotes. 
Conhecendo um pouco da história contada a respeito do “ex”, alguém acredita que se tratava de uma necessidade imperiosa para salvar as contas do estado, ou mesmo, que tudo decorrente da transação estaria descortinado de forma transparente para que todos os cidadãos fluminense que desejassem se inteirar, pudessem ter pleno acesso a todas as informações referentes ao caso, sem que houvesse nenhum atravessamento de erários não declarados?
Santa inocência!
Apesar deste remexer da lama, não acredito que dê em nada, mas pelo menos irá inquietar o sono desta pessoa, provocar algumas dores de cabeça e morte de alguns escorpiões homiziados em seus bolsos.

As investigações dos que não possuem prerrogativa de foro permanecem a cargo da primeira instância e continuam em curso perante a Justiça Federal do Paraná, base da Operação Lava Jato.


ESTEVES - CEL RR.

25 de out. de 2012

JUROS


O governo tem pressionado os bancos a reduzirem suas taxas de juros de forma indireta, determinando aos bancos estatais (Banco do Brasil e Caixa Econômica) que assim procedam, gerando uma queda nas ações do BB, uma vez que reduz seu lucro e, consequentemente, o de seus acionistas.
Tenho ouvido nos noticiários que no mundo capitalista esta redução ocorre naturalmente de acordo com as “leis” do mercado.
Uma vez que o dinheiro aplicado nas cadernetas começa a perder para inflação que, como fênix, vêm ressurgindo das cinzas, assustando os pequenos investidores, acredito que o governo tente com esta medida de redução, induzir aos possuidores de uma pequena gordurinha financeira (poupança e Renda Fixa) a parar de poupar e começar a consumir, implementando desta forma, um capital circulante maior e assim revitalizando o comércio.
Por outro lado tal medida busca impingir aos médios investidores, que gravitam em torno de investimentos com baixo risco (aplicações financeiras seguras), a ousarem nas Ações (Bolsa de Valores) ou em investimentos que aqueçam o comércio e/ou a indústria.
Nossa libidinosa economia nunca foi plenamente confiável, por esta razão sugiro cautela e acompanhamento constante dos acontecimentos. Como no dito popular: sic “Canja de galhinha e precaução nunca fizeram mal a ninguém”.

 

ESTEVES – Cel RR.

27 de ago. de 2012

A PROSTITUIÇÃO das LEIS

É notório que a justiça se baseia nas leis e estas na jurisprudência e nos costumes da sociedade. O que tenho observado é uma mutação, inaplicação ou mesmo inobservância de leis em beneficio daqueles que, de alguma forma, detêm o poder.
Prostituem as Leis.
Acredito que tal prática ocorresse em outras épocas, todavia com fulcro na história divulgada e conhecida, em escala menor do que se dá nos dias de hoje.
Há uma perda acelerada de valores sociais ocorrendo premeditadamente por indução de um grupo amoral.
Parece-me que esta involução social avança numa progressão geométrica, enquanto o bem estar social do povo, numa progressão aritmética.
Os fundamentos da moralidade estão sendo modificados intencionalmente de modo a respaldar, através de preceitos legais, interesses escusos.

ESTEVES – Cel RR

16 de ago. de 2012

UMA BATALHA

A guerra não acabou, mas uma batalha foi vencida pela sociedade esclarecida em desfavor dos gananciosos.
Este é meu sentimento ao ler no noticiário “O TERMINAL” o artigo intitulado: “PETROBRÁS DESISTE DA COMPRA DE TERRENO QUE ABRIGA PRÉDIO HISTÓRICO DA POLICIA MILITAR NO RIO DE JANEIRO”
Sei que eles não vão desistir, mas por enquanto venceu a sociedade, venceu a cultura do nosso povo.
Parabéns a PETROBRÁS.
Viva a história de nossos ancestrais que esta sendo preservada.
ESTEVES – Cel RR
NATUREZA
  Um filósofo disse: “Na Natureza não existem recompensas nem castigo. Existem consequências.”
  Começo o presente artigo com uma citação, na tentativa de externar uma preocupação que cresce dentro de mim em relação ao destino que estamos sentenciando nosso planeta.
  O descaso da sociedade com a preservação da vida (nossa existência depende do planeta) e a irresponsabilidade de muitos de nossos governantes, me remetem a uma fundada preocupação quanto ao futuro da existência humana na “TERRA”.
  Aqueles que por qualquer razão acompanham minhas publicações, já devem estar acostumados com minha reverência à Natureza e admiração por suas belezas, mas o quadro futuro que se descortina como inevitável, me assusta.
  Minha inquietação se potencializa em face de sentir-me impotente para mudar o vislumbrado. Sinto-me incapaz, escravo da angústia e do medo de que se reproduza o que na década de oitenta foi apregoado em canção gravada pelo grupo “Radio Taxi”, sic: “Olha só, hoje o sol não apareceu. É o fim da aventura humana na Terra. Meu planeta adeus, fugiremos nós dois na arca de Noé. Olha meu amor, o final da odisséia terrestre...” (versão da música Italiana Picoli EVA).
ESTEVES – Cel RR

10 de fev. de 2012

A COLHEITA

Enceto este artigo, externando minha angústia e preocupação pelo que há de vir, em face aos últimos acontecimentos.
Não sou a favor da greve, mas esta, era previsível devido a intolerância e o descaso de certas autoridades temporárias.
Se voltarmos um pouco no tempo, a um passado recente, vamos encontrar dois grupos de Policiais Militares reivindicando melhores condições de trabalho e conseqüente melhoria na qualidade de vida da classe, eram os BARBONOS e os QUARENTA DA EVARISTO. O que havia em comum? Lutavam por uma classe esquecida pela sociedade e excluída pelas autoridades.
Os “Barbonos” eram radicalmente contra a greve, bem como, boa parte da liderança dos “Quarenta”. Na época as autoridades tiveram a oportunidade de negociar civilizada e democraticamente, mas desperdiçaram-na optando por se impor autoritária e arbitrariamente a estes grupos, aplicando-lhes retaliações.
Naquele momento, venceram e se julgaram DEUSES. Acima do bem e do mal.
Agora vemos as conseqüências. Não são os Coronéis, tampouco os Oficiais que lideram o atual movimento. Os atuais líderes têm pouco a perder, pois são pessimamente remunerados e se sentem escravizados, logo lutam pelas suas “alforrias sociais”.
O que advirá? Não sei, mas confesso que temo pela integridade da população fluminense, principalmente daqueles por quem tenho apreço e que ainda vivem neste Estado.
Mas, como eu disse no início, era previsível.
Aqueles que por um acaso têm o hábito de visitar este “blog” sabem que gosto de citar adágios populares, que faço citando dois que enquadram no momento que vivemos: “Cada um colhe aquilo que planta”.
“Quem semeia vento, colhe tempestade”.
ESTEVES – Cel RR

15 de jan. de 2012

“A FAMÍLIA”

Confesso que não sou estudioso no assunto, mas não sei por que, quando leio as noticias dos jornais do nosso estado na seção policial, estas sempre me reportam a trilogia “O Poderoso Chefão”. Talvez porque nos filmes “a família” seja tudo e eles se fecham fazendo qualquer coisa: matando, mentindo, enganando e envolvendo inocentes úteis, forjando provas, cooptando aliados ou o que mais for necessário, perseverando de modo a protegerem qualquer integrante da dita “família”.
Como eu disse no inicio, não sou estudioso, mas aos que forem um pouco observadores, aconselho que prestem atenção nos últimos acontecimentos e verão como uma certa “família” se une, se pronuncia em defesa de um de seus integrantes, movem montanhas para que este não caia em descrédito, o que, para “a família”, acarretará em um desrespeito a todos. Eles não erram, os outros se enganam, eles não pecam, os outros não prestam e assim vai.
Não basta acompanhar os periódicos, pois a verdade está oculta. É mister que olhemos e vejamos a realidade dos fatos.
ESTEVES - CEL RR

4 de out. de 2011

REPETECO

A história se repete. Cai mais um Comandante Geral da PMERJ.
Muitas versões serão dadas para o fato. Algumas oficiosas e outras oficiais, mas sem qualquer medo de errar, afirmo que nenhuma retratará o real motivo na nova troca.
Em que se baseia esta assertiva? Em observações diárias dos fatos e das notícias veiculadas na mídia, estas com o fito de, como costumam dizer dois amigos, “construir” um factóide capaz de sustentar uma versão, tornando-a plausível.
Não posso elencá-las sob pena de não ter como apresentar provas, visto que as mesmas permanecem em poder daqueles que desconstruíram a verdade e a reconstruíram de modo a atender a seus interesses.
Se me fosse pedido para, em poucas palavras, relatar o motivo da substituição, diria que uma palavra de duas sílabas sintetiza tudo: PODER.
Perda, manutenção, ganho através de conquista ou de usurpação. É disso que estamos tratando.
Em postagens anteriores já mencionei a existência de conspirações caminhando neste sentido. É preciso que os homens de bem despertem para este inconteste fato. Parem, observem, pensem, conjecturem e concluam. Talvez não seja tarde.
Apesar de mais uma derrota, há uma tênue esperança. O coração combalido e enfraquecido pela vaidade dos homens ainda pulsa. A guerra ainda não acabou.


ESTEVES Cel RR

27 de jul. de 2011

BRUMAS DE UMA EXISTÊNCIA

Pensando na minha existência, lembrei-me da juventude quando meu coração e minha mente eram povoados de sonhos. Alguns realizados outros tantos não.
Neste meu devaneio lembrei-me de uma coluna do Jornal O Globo que li ano passado sob o título Coração Ausente e constatei algo que ainda não havia reparado.
Em minha caminhada, criei corações secretos com o fito de me proteger.
O que quero dizer com isto?
É sabido que uma pessoa após perder um membro do corpo, pode continuar sentido dores no mesmo como se ele ainda lá estivesse apesar da amputação, mas o sofrimento perdura, atormenta e maltrata. Não há um remédio que se passe para amenizar a dor, pois este membro está ausente, faz parte de um passado, é irreal, inalcançável por qualquer panacéia.
Na tentativa de empreender uma jornada segura na busca de meus ideais, criei um órgão fictício, logo, inatingível pelos meus concorrentes, de modo a preservar-me durante minha empreitada pela realização dos sonhos.
Desvario? É certo, mas este coração ausente e surreal me permitiu seguir incólume pelas veredas da vida.
Meus sonhos? Ainda os busco, mas sem a necessidade da couraça de meus delírios, pois com o passar dos anos e como conseqüência de algumas conquistas, romperam-se os grilhões, minha carta de alforria emoldurada pelas realizações, vela meu sono, combati o bom combate, encontro-me livre.
ESTEVES –CEL RR

22 de jun. de 2011

ARROGÂNCIA – EGOÍSMO – VAIDADE

Fico pensando nestas três palavras e tudo que elas podem representar.
No sentido significativo de cada uma delas, tangenciam-se sem igualar-se, mas no comportamento humano são quase complementares.
Em um dos meus momentos de reflexão, buscava respostas a certos comportamentos e deparei-me com uma bruma que cobre certas ações, onde a vaidade cega, a arrogância cala a razão e o egoísmo ensurdece para a realidade e conseqüência dos atos.
Percebo que atitudes são tomadas sob o empanar de pseudo-apoio, onde ao resguardo do egoísmo, o ser convence a si próprio da magnitude sacerdotal de suas ações e, recusa a admitir que os nefastos resultados sejam conseqüência natural de tão imponente devaneio.
Nos atos tomados em busca de soluções sociais, a razão e o coração não podem estar divorciados. Há de se ouvir antes de agir. Fazê-lo com a determinação emanada do coração e a frieza estratégica da razão. Os sentidos devem estar aguçados, com o fito de não se perder o norte geográfico.
ESTEVES – Cel RR

16 de jun. de 2011

A POESIA DA VIDA


A vida é uma poesia que insistimos em modificar inserindo versos dissonantes de acordo com o que vemos com a miopia do nosso enxergar.
As rimas ricas elaboradas pelo poeta resistem às insistentes travessuras de quem teima em participar da composição, quando apenas deve interpretá-la, pois o criador reservou para cada um de nós um papel que devemos representar, aproveitando ao máximo sua essência para podermos alcançar o que mais desejamos. Sermos felizes.
Nosso embaçado discernimento nos leva, em nome do livre arbítrio, a cometer atrocidades contra nós mesmos. É preciso parar, observar a natureza e refletir a existência.
ESTEVES CEL RR

12 de jun. de 2011

COMO ESCONDER


Como esconder cerca de trinta mil pessoas. Impossível, talvez por isso consigamos receber da mídia fluminense algumas notícias sobre o movimento SOS Bombeiros, entretanto a imprensa carioca se limitou a informar sem dar a merecida importância ao fato.
Explicações para isso existem muitas, mas seria leviano de minha parte afirmar algo que todos sabem, mas não podemos provar.
O que sei é que o barco está “fazendo água” e chega um momento em que até os ratos abandonam o navio.
Vamos aguardar.
ESTEVES –CEL RR

19 de mai. de 2011

CIDADÃO

Recebi, via e-mail, uma definição deveras interessante e resolvi repassá-la por entender que tem tudo haver com o momento ora vivenciado, mas antes, vale apena relembrar velhos conceitos um pouco esquecidos.
Segundo “Aurélio”:

CIDADANIASubstantivo feminino. Condição de cidadão.

CIDADÃO:       Substantivo masculino.
                           1.Indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos (grifo meu) de um Estado.
                           2.Pop. Indivíduo, sujeito. [Pl.: –dãos. Fem.: cidadã, cidadoa.]

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988:
                           Segundo  Wikipédia, a enciclopédia livre: A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é a atual lei fundamental e suprema do Brasil, servindo de parâmetro de validade a todas as demais espécies normativas, situando-se no topo do ordenamento jurídico.
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei
III - ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
...
XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;
XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;
XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento
      ....
XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;
XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;

E tantos outros incisos interessantes. Que belo diploma legal.

Vamos à definição constante do correio eletrônico:

EPIQUEIA - Definition:

Epiqueia (do grego epieikei = equidade) é, segundo Aristóteles, aquela forma de equidade ou justiça superior, que se sobrepõe ao preceito jurídico positivo, em virtude da qual é lícito ao homem operar contra a letra de uma norma jurídica obrigatória, por causa do rigor exagerado da mesma num caso particular, sendo todavia sua ação conforme com a mente do legislador.  Dado que uma norma positiva (lei) nunca pode prever exatamente todos os casos particulares, o direito superior da epiqueia reclama a admissão razoável de uma exceção à regra estrita.  Seja, p. ex., a norma:  uma coisa confiada a outra pessoa deve ser devolvida, quando reclamada pelo dono.  Esta norma pode perder seu valor, se alguém, com o fito de matar outra pessoa num insensato arrebatamento de ira, exige a devolução de uma arma entregue em depósito.  Para aplicação da epiqueia requerem-se as seguintes condições:  uma situação difícil certa e real, que torne irrazoável a norma para o caso em questão e a impossibilidade de recorrer à legítima autoridade.  A epiqueia não é aplicável, tratando-se de preceitos proibitivos da lei moral natural.  Tratando-se dos direitos positivos da mesma, em caso de necessidade entra em jogo o princípio superior, de que a lei não obriga quando impõe ônus absolutamente insuportável.  E questão discutida a aplicação da epiqueia às chamadas leis irritantes, que têm como consequência a invalidade de um ato jurídico. — Schuster. [Brugger

Reflitam ... não é  realmente interessante e atual?

ESTEVES – Cel RR

10 de mai. de 2011

VAIDADE ou EMOÇÃO?

Uma homenagem pode acarretar vários efeitos em uma pessoa, na maioria das vezes, deflagra uma vaidade que necessita, por parte do homenageado, uma grande cautela e vigilância para que ela não o cegue e avance desmedidamente, causando muitas vezes um estrago irreparável.
Não sou diferente. Ao ser homenageado também me envaideço, porem os sentimentos mais fortes são de emoção e principalmente de satisfação por ver a confirmação de que minhas decisões me conduziram ao meu objetivo, qual seja, a satisfação do meu público alvo.
Na verdade, não me importa pompa ou simplicidade, a afluência de autoridades e convidados ou mesmo a ausência deles em um recinto simples e fechado, o que “me toca” é justamente o fato dela, a homenagem, existir, pois como disse, é o reconhecimento de uma jornada silenciosa e solitária.
Obrigado, de coração, a todos aqueles que, de forma direta ou indireta, participaram da  homenagem a mim prestada no último dia 29.
Muito me emocionaram as palavras do Comandante que encheram meu coração de alegria e de esperança. Esperança de que nem tudo está perdido na minha Briosa Corporação e que ainda há aqueles que, como eu, acreditam que todos são importantes, do Coronel ao Policial mais recruta, cada um dentro de sua esfera de atuação, como um corpo que precisa tanto do coração quanto dos pulmões ou dos rins para bem viver. A PMERJ é este corpo.
Obrigado! O corpo está combalido, mas ainda pulsa. O sangue ainda corre nas veias. Há vida!
ESTEVES – Cel RR.

28 de mar. de 2011

ATENTADO

Com pesar que constato em nosso estado o recrudescimento de um crime que, nas últimas décadas, estamos acostumados a assistir nos filmes e noticiários internacionais, ou mesmo de outros Estados da federação.
Estou me referindo ao crime político.
Todos os indícios nos levam a conjecturar que o atentado que sofreu o Sr Ricardo Gama, a quem não conheço pessoalmente, trata-se de um crime dessa natureza. É a pseudo-democracia instaurada.
Se tal for confirmado, além de ser um retrocesso na civilidade de nosso povo, o tiro saiu pela culatra.
Por que digo isto? Simples, primeiro acredito que tão logo se recupere o Sr Ricardo voltará a escrever em seu blog e com mais veemência ainda. Segundo, muitos daqueles que não concordam com o que acontece em nosso estado, mas que por comodismo ou por não  desejarem se envolver, permanecem alienados do cotidiano, com o acontecimento deste atentado, ao invés de se amedrontarem, irão de maneira progressiva e homeopática, sair de cima do muro ou do marasmo que se encontram e começar a “cerrar fileiras” junto aos obstinados e ferrenhos críticos desta situação.
Acredito que este fato já tenha se iniciado e que os véus que encobrem e dissimulam algumas imagens já começam a cair e descortinar as verdadeiras imagens empanadas pelas bazófias verborrágicas.
ESTEVES – CEL RR

27 de mar. de 2011

POLICIA COMUNITÁRIA?

Nos últimos dias, freqüentando algumas OPM de saúde, tive oportunidade de ouvir Oficiais falando sobre Policia Comunitária. Reconheço que fiquei curioso e nas ocasiões que surgiram chances, anonimamente, me aproximei para escutar.
Minha estupefação foi ainda maior que minha curiosidade, pois alguns Oficiais, ao defender o Policiamento Comunitário, demonstravam completo desconhecimento do que seja realmente.
Admito que definir policiamento comunitário não é simples, pois é dinâmico de acordo com uma série de fatores intervenientes. Isto é, a estrutura, os objetivos e as técnicas a serem utilizadas variam em cada comunidade onde atue.
Para aqueles que se interessarem, há fatores comuns a todos os programas de Policia Comunitária. São eles:
• PARCERIA;
• PODER;
• RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS;
• RESPONSABILIDADE;
• ORIENTAÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS;
• ADAPTABILIDADE.
Quem realmente quiser entender e aplicar sugiro que, antes de qualquer coisa, busque ler “Cadernos de Polícia número 8”, editado pela Corporação na gestão do Coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira, então Secretário de Estado de Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Leitura indispensável.

ESTEVES – CEL RR.

21 de mar. de 2011

REFLEXÃO

Como às vezes faço, estava contemplando a natureza; desfrutando do frescor da brisa marinha, admirando o contorno simétrico da crista das montanhas, o azul esverdeado do mar e sorvendo o aroma da maresia. Neste momento de introspecção, veio-me a lembrança, uma quase infinita quantidade de pessoas que passaram pela minha vida.
Algumas rapidamente sem que tivessem chance de se nomear, outras de forma mais efetiva. Todavia constatei o fato de que todas me ensinaram alguma coisa.
Talvez eu não tenha tido a maturidade necessária ou a sapiência para apreender ou mesmo implementar o que me era passado, no momento do ensinamento, mas com toda certeza ficou de alguma forma gravado no meu subconsciente.
Nesta viagem que faço ao meu “eu” muitas vezes encontro as respostas, que em dado momento não soube achar, nas experiências de vidas destas importantes pessoas que gravitaram e até hoje ladeiam o meu ser.
Então, apesar de saber que um número diminuto destes maravilhosos mestres tomará conhecimento deste artigo e, uma quantidade menor ainda terá consciência de sua real importância para mim e para tudo que sou, fiz e represento, ainda assim me obrigo, por dever de justiça e acolhimento das ordens emanadas de meu coração, a agradece-los por tudo que sou e que aprendi nesta vida.
De coração, OBRIGADO.
ESTEVES – CEL RR.

20 de mar. de 2011

NOVOS SONHOS

O ano se inicia e com ele renovam-se as esperanças e os sonhos. Alguns, conscientemente utópicos outros factíveis, não importa, o que realmente interessa é que eles existam, pois sem sonhos a vida não tem sentido.
Estou vivo, logo tenho meus sonhos, entre eles estão o reconhecimento, pelos governantes, do valor e importância dos profissionais das áreas de educação, saúde e segurança; a transformação em atos das falas em defesa do planeta, ou seja, que deixem um pouco de discursar e passem agir de modo a buscar não uma proteção, mas sim um não ataque ao planeta, pois a Terra é uma das maiores vítimas do “homem”.
Que os políticos roubem menos. Vejam a que ponto cheguei, não sonho nem que eles não se locupletem, mas sim que não façam só isso.
Que as pessoas consigam ver a beleza com que DEUS nos presenteia diariamente: O nascer e o pôr do SOL, o colorido das plantas, o odor das flores, a singeleza e sinceridade dos animais, os vales, as montanhas, os rios, o mar com sua força inquestionável, enfim a natureza como um todo, com toda sua magnitude e esplendor.
Sei que vários (se não a maioria) destes desejos são quimeras, mas permito-me os devaneios, pois creio que para o Criador do universo tudo é possível, então sonho e rezo por suas concretizações.
Sonhem, não permitam que suas vidas passem sem sentido, almejem de forma ética e dadivosa, pois este foi o grande ensinamento que nos recusamos a seguir.



ESTEVES – CEL RR

6 de dez. de 2010

FLUMINENSE


Não poderia deixar de compartilhar minha alegria pela vitória do meu tricolor.
Difícil descrever a emoção que vai no meu coração.
Um coração rubro pelo sangue que pulsa, branco pela paz que dele emana e verde pela esperança de dias melhores para todos os que padecem, este é o coração do torcedor do FLUSÃO.
Meu coração que palpita e descompassado reduz ao quase parar, acelera em seguida, para, ritmicamente, voltar aos batimentos normais; é um coração valente por natureza.
Os olhos embaçam sem marejar, o sorriso, discreto quase envergonhado, pela sisudez dos demais, assume seu papel no rosto que aos poucos começa a brilhar e, ao final, um grito preso na garganta a quase explodir, não quer sair para não melindrar os semelhantes que não compartilham da mesma emoção, apesar de felizes por mais esta vitória do Rio.
Ser Tricolor é algo mais do que simplesmente ser um torcedor de um clube.
 
É ter um amor platônico que bem convive com os amores terrenos, é ser dedicação inconteste sem prejudicar a labuta, é ser devoção sem ser abstinência à vida, é ser fervoroso sem ser doentio, é ter carinho pelos demais sem perder sua identidade.
Ser tricolor é tanta coisa e nada, é simplesmente ser.
 
Parabéns a todos os tricolores, parabéns aos jogadores e dirigentes que souberam levar o clube a tão nobre conquista, um parabéns especial ao Técnico Muricy Ramalho, que deu exemplo de dignidade e de senso de responsabilidade, abrindo mão da vaidade de dirigir a Seleção, para honrar sua palavra empenhada. Um verdadeiro MESTRE.
 Durma o sono dos justos, pois combateste o bom combate.

ESTEVES – CEL RR.

5 de dez. de 2010

BONANZA?


Em termos de Operações Policiais no Rio, há contradição no adágio popular, “depois da tempestade vem à bonanza”.
Passado os primeiros momentos de euforia após as operações realizadas pelas forças policiais no Rio de Janeiro, começam as tempestades para seus administradores. Uma chuva de denuncias de desvio de conduta assola as páginas dos jornais cariocas e tiram o sono das autoridades.
É comum este tipo de episódio, muitas acusações são inverídicas e visam apenas desestabilizar e desacreditar as forças policiais, entretanto, outras tantas são verdadeiras fruto não de uma policia corrupta, mas de uma sociedade doente, de onde se originam os integrantes dessas instituições.
O que fazer? Bem, sob o meu ponto de vista, um mal só se extirpa combatendo-o, ou seja, uma doença se cura aplicando medicamentos específicos para combatê-la.
O que temos é uma doença social que precisa ser higienizada e tratada com remédios adequados, neste caso Corregedorias eficientes, eficazes e efetivas, produzem um efeito inibidor e antipropagador na doença.
Um salário digno é outro remédio muito eficaz, pois quem não tem muito a perder, se arrisca para ganhar mais, já quem tem o que perder, teme as incertezas e os riscos.
Vamos aguardar os novos acontecimentos, pois muita coisa está por vir como conseqüência desta “Guerra no Rio”, só peço aos companheiros e leitores que não percam o foco, não se deixem levar apenas pelas aparências, só vemos a ponta do Iceberg, mas ele é gigantesco e está lá.
ESTEVES – CEL RR.

1 de dez. de 2010

MUITA REFLEXÃO.

Como PM vibrei com o combate ocorrido no domingo (28/11), afinal, como dizem, está no “DNA” do meganha o prazer de enfrentar os meliantes e vê-los com “o rabo entre as pernas”.
Foi emocionante, me reportou aos tempos de Tenente. Mas os anos passaram e já não sou mais aquele oficial que faz e pensa só com o coração.
Claro que estou radiante de alegria com os resultados que nossas Policias obtiveram nesta guerra, isto é inconteste, mas o que conclamo é que se tenha muita calma nessa hora.
O resultado é magnífico, mas paro e penso: o que levou a isto?
Reporto-me ao “post” anterior e busco uma análise de todo o cenário.
Estaria eu tendendo a sétima arte? Seria uma ficção ou como no filme “A Teoria da Conspiração”, ela existe, mas é tão fantástica e maquiavélica que se torna difícil de acreditar.
Não sei, o tempo dirá, mas necessário se faz que não nos olvidemos de raciocinar com clareza e isenção de ânimos.
ESTEVES - Cel RR 

28 de nov. de 2010

PIROTECNÍA?

Ao tentar analisar os últimos acontecimentos num plano maior, fico um pouco apoquentado.
Tentem fazê-lo e talvez sintam a mesma sensação.
Juntem: mudança nas regras do pré-sal, campanhas eleitorais, UPPs, silêncio na mídia quanto à violência, eleições, Copa do Mundo no Brasil, Olimpíadas no Rio, necessidade de preservação da imagem do Rio no exterior, liberação de verba Federal, nova Presidente e equipe, mudança de postura da mídia que antes escondia os fatos, alaridos quanto a todo e qualquer acontecimento, mesmo os do subúrbio, antes tamponados, apoio incondicional de tropas federais, tudo sem esquecer o fator temporal.
Por favor, analisem e me digam com a mão direita sobre o peito e a esquerda na consciência, que não paira qualquer dúvida quanto a porque isto tudo está acontecendo.
Não sou nenhum Alfred Joseph Hitchcock, nem tampouco tenho queda para tal, mas devo confessar que fervilham em minha mente uns cem numeros de idéias sobre prováveis reais motivos para o caos hoje instalado.
Reflitam, analisem e me digam.
ESTEVES – CEL RR

27 de nov. de 2010

O NOVO CAOS

Tenho acompanhado, a distancia é bem verdade, os acontecimentos, agora efusivamente noticiados pela mídia, da violência no nosso Estado.
Ouvi algumas declarações de pessoas, com importantes cargos temporários, sobre a razão de se ter chegado a este estado.
Claro que sob a ótica deles, não lhes cabe nem mesmo uma ínfima parcela de responsabilidade, esta é sempre, integralmente, dos outros que nada fizeram quando podiam ou então erraram nas suas avaliações dos fatos e por conseqüência, nas ações decorrentes.
Li, não me recordo onde, mas reputo como verdade: “A definição de insanidade é continuar a fazer o que você sempre fez, desejando obter um resultado diferente”.
Ora, se todos criticam as “políticas de segurança” adotadas pelas Policias nas últimas décadas, responsabilizando seus diretores pelo conseqüente quadro que hoje se apresenta, que explicação poderíamos dar para a repetição destas “estratégias”?
Esperam resultados diferentes para as mesmas ações?
Se a resposta a este questionamento for positiva, confesso que passo do medo para o pânico, pois a situação, por incrível que possa parecer, é ainda mais grave.
Rogo ao criador, lume aos responsáveis pela administração de nosso Estado, na busca de solução para tão ingente problema, que de forma alguma pode ser tratado com irresponsabilidade ou descaso.
ESTEVES - CEL RR

9 de nov. de 2010

PERFUME

A natureza é dadivosa, só lamento o fato de que nem sempre sabemos aproveitar seus presentes.
Caminhando pelas sendas de meu quintal, desfruto dos perfumes da natureza. São aromas de flor de cactos, lírios, flores de Dracenas, de pitangas e outras tantas com agradável odor, mas que por desconhecimento de seus nomes, deixo de citar.
O cheiro da terra molhada me faz refletir sobre a grandeza do universo e o destino final de nossa reles “carcaça”, que a esta mesma terra será entregue.
Penso nas insanidades que o homem faz com o ilusório argumento de buscar melhorias para si e outros.
Vejo um total descompasso entre as falas e as ações. Pronunciamentos eloqüentes enaltecendo os caminhos encontrados que levarão a paz social, já as ações, regadas a sangue, incutindo no cidadão um forte sentimento de pânico e impotência.
Volto as minhas veredas e percebo que o paraíso existe, basta que do cotidiano afastemos homens egocêntricos e sequiosos de poder.
A estes deixemos o fedor a que estão acostumados por sentirem o próprio cheiro, que procuram disfarçar com fragrâncias importadas da França.
ESTEVES – CEL RR.

30 de out. de 2010

PARADIGMA

Os BARBONOS tentaram romper paradigmas defendendo as praças e lutando por melhores condições de trabalho e dignidade para o Policial Militar.
O êxito significaria o rompimento com os grilhões que aprisionavam e ainda aprisionam, os Oficiais idealistas que amam a Corporação. Buscavam acabar com o axioma de que os Coronéis só pensam em si, que suas ações visam, em primeiro plano, a perenidade em algum cargo ou função.
Pois bem, os Barbonos ocupavam funções nobres e invejáveis dentro da PMERJ, ainda assim, lutaram pela Policia Militar e pelo tão decantado (e infelizmente constatado, só bazófia) maior patrimônio da Corporação, o PM.
Sabiam de antemão os riscos que corriam de perder suas funções e gratificações, mesmo assim seguiram, pois para eles o objetivo era bem maior, era conseguir alguma melhoria para as praças e provar que, nos novos tempos, Coronéis realmente se preocupavam com seus subordinados.
Partindo do principio que “a única pessoa que você pode mudar é você mesmo”, tentaram influenciar outros Coronéis para que mudassem e adotassem uma posição mais coerente com os discursos e com o juramento feito à Bandeira Nacional.
Acreditavam que uma vez unidos, sem uma liderança única, mas guiados pelo objetivo de ver a tropa tratada com dignidade e respeitada pela sociedade, obteriam êxito. Estavam dispostos a abrir mão de seus cargos e da própria carreira, como de fato ocorreu.
Infelizmente os Coronéis não eram equânimes. E o poder político tinha conhecimento desta fraqueza. Deu no que deu.
Os dias seguem e hoje descortinamos diariamente um quadro caótico dentro da Segurança Pública de nosso Estado. E o pior é que não se vislumbra, com as atitudes da atual gestão, um naco de esperança de melhoria.
Rogo ao criador que ilumine nossos caminhos e conceda a dádiva de que alguém encontre uma solução que minimize o presente caos e, a médio e longo prazo, nos conduza a níveis suportáveis de segurança.
Sempre cônscio de que não existe uma panacéia que resolva tudo rapidamente, tampouco grande parte em curto prazo.

ESTEVES – CEL RR

4 de out. de 2010

CARTA A DOIS COMPANHEIROS

Maricá, em 04 de outubro de 2010.
Meus amigos,
Quem sou eu para lhes dizer alguma coisa que já não saibam, mas atrevo-me a escrever-lhes mesmo assim para hipotecar minha solidariedade e externar o que penso.
Não se abatam com o resultado do pleito, pois nada representa a não ser a confirmação de que não estamos preparados para este jogo, um tanto quanto escuso, da política eletivo-partidária.
Não basta ao candidato o caráter, integridade, honestidade, ficha limpa, idealismo e vontade de fazer, é necessário comprometimento, não do mesmo com as propostas de trabalho ou com empenho no cumprimento de metas, mas do eleitor alvo para com o candidato. Quando digo comprometimento, o faço em “lato sensu”. Infelizmente é preciso que o eleitor tenha alguma dívida com o postulante ao Legislativo, seja um cargo comissionado, emprego, favor ou mesmo dinheiro, só assim, sic “com o rabo preso”, vota. Um neófito dificilmente é eleito só com propostas de trabalho e com seu passado de idealismo, honra e dignidade, claro que existem exceções, mas estas são raras.
Existem também os casos de transferência de votos por parentes ou afins, ou ainda os casos de candidato com uma popularidade expressiva em campos diversos (Rádio, TV, Futebol, etc.) que nada tenha haver com as características já elencadas e que dão denodo à labuta.
Amigos ergam-se e elevem suas frontes com a dignidade que lhes é devida, pois, ambos são homens livres e dignos, razão de orgulho de seus amigos, o qual com a devida vênia me incluo.
Um forte e fraterno abraço,
ESTEVES – CEL RR

31 de ago. de 2010

O TREM

Alguns amigos, preocupados, questionam se eu desisti da luta. Paro e respondo com breve sorriso que minha aparente apatia não é fruto de desistência, tampouco de desesperança, mas sim da busca de tempo para reflexão.
Apesar dos vinte anos de meu espírito, meu corpo, com sobras, mais que dobrou este marco, logo, necessito dosar a aplicação de minhas energias para que não as desperdice. É mister que nossas ações não sejam eivadas pelos erros antes cometidos, devendo ser pensadas e planejadas. Todavia, no calor dos acontecimentos, as decisões devem surgir impulsionadas pela emoção e alicerçadas na razão e não o inverso, sob o risco de perdermos o trem da História, como em passado recentíssimo, onde a luz da razão norteou nossas ações.
Ainda há tempo, é verdade, ele urge, mas estamos na estação e o próximo trem se aproxima. Não o percamos de novo, cheguemos atrasados, mas não faltemos.
Fato é que, por mais que algumas batalhas sejam perdidas, a luta ainda não é finda. As rixas devem ser postas ao largo e o objetivo maior deve ser perseguido sem vaidades pessoais.
Como diziam os “Quarenta da Evaristo”:
“JUNTOS SOMOS FORTES”.

ESTEVES – Cel RR

28 de ago. de 2010

VAMOS CONHECER ALGUNS FATOS

Replicado do blog “Nas veredas do Vereda”.

TERÇA-FEIRA, 17 DE AGOSTO DE 2010
Acordem brasileiros!
Abafaram a CPI da Petrobrás mas a verdade vem a tona (sem trocadilho )
P-333 na mira do Ministério Público. Inquérito investigará segurança também nas plataformas
da Petrobráas P-31 e P-35. Maiores informações : http://www.jornaloglobo.com/.

O companheiro Ahmadinejad rejeita asilo e diz não querer criar problemas para Lula!
Como é notório,Lula,em mais uma jogada eleitoral,de cima de um palanque,ofereceu asilo
à Sakineh ameaçada de ser executada por apedrejamento pelo psicopata ditador do Irã e amigo
de infância do Grande Timoneiro...Além disto,país anuncia 10 novas usinas de enriquecimento
de urânio ao nível de 20%!

Mais um fracasso da politica externa do Itamaraty do B...

QUARTA-FEIRA, 18 DE AGOSTO DE 2010
Zézinho miliciano: jornalista mercenário!
O zézinho miliciano,depois de demitido do Jornal do Brasil,agora escreve no blog de ciência
laboratório da Folha.com. Como eu sabia,era questão de tempo descobrir a identidade
do "jornalista" mercenário,que sequer tem coragem de mostrar a cara no blog da Dilma.
O e-mail do canalha,é reinaldo.lopes@grupofolha.com.br!

Luiz Gonzaga,querido amigo: sirva-se!

É esta escória que faz parte dos guerilheiros virtuais, como eles próprios se definem. E no blog
da Dilma, ainda pedem dinheiro para "ajudar" na campanha, com depósitos direcionados
ao Banco do Brasil!

É formação de quadrilha mesmo, sem qualquer pudor, e o biltre tem apenas 31 anos e já está
corrompido: quadro perfeito para as hostes petistas!

Amigos seguidores, aumentemos nossa corrente a favor da democracia! Felizmente temos
informações de "petistas" enojados, e que nos reportam as armações dos bucaneiros, e assim,
vamos descobrindo um por um...Ou os petralhas pensam que estão lidando com ingênuos
que vão à luta contra fascistas sem uma estratégia?

A luta continua e os amigos seguidores estão atentos.

Os textos acima foram extraidos do "blog" que o administrador se identifica como o grande Ator Carlos Vereza.
ESTEVES - CEL RR

27 de ago. de 2010

ECOLOGICAMENTE CORRETO.

Estava eu no supermercado passando minhas compras pelo caixa, quando ao final a funcionária me pergunta: O Sr trouxe suas bolsas? Como eu sempre levo minhas próprias sacolas retornáveis, achei que ela, como acontece com algumas outras, já me reconhecia pelo fato não muito corriqueiro, uma vez que não raras vezes tive que pedir para não acomodar as compras nas sacolas pois tinha minhas próprias.
Minha resposta foi “sic”: afirmativo. Ela então pediu para que eu esperasse uma vez que teria que ser calculado o desconto. Olhei para minha esposa sem entender bem o que ocorria, foi então que a funcionária ao perceber minha perplexidade, esclareceu que o supermercado estava incentivando a que seus clientes adotem a política de trazerem suas “sacolas retornáveis” contribuindo desta forma para com o meio ambiente e apontou para alguns cartazes no interior do estabelecimento exaltando a necessidade de nos preocuparmos com o planeta em que vivemos e outros oferecendo descontos para quem trouxesse suas bolsas.
Confesso que depois de passados os primeiros instantes de estupefação vieram os seguintes de satisfação e de esperança. Pode ser que esse País ainda tenha jeito.
Abaixo segue matéria que li no G1 às 23:00h do dia 19/08/10.
“México adota lei contra sacola plástica que prevê prisão
Lei adotada na capital do país prevê detenção de até 36h e multa aos comerciantes infratores.
BBC
Uma lei que entrou em vigor na Cidade do México prevê multas e prisão para comerciantes que distribuírem gratuitamente sacolas plásticas a consumidores.
A lei prevê detenção de até 36 horas e multas entre 57.460 pesos mexicanos (cerca de R$ 7,9 mil) e 1.149.200 pesos (R$ 159,4 mil) aos infratores.
A lei estabelece também que os comerciantes da capital mexicana só poderão vender sacolas plásticas que forem biodegradáveis.
Com a medida, o governo diz que espera reduzir o consumo diário estimado de 20 milhões de sacolas plásticas.
'Caça às bolsas'
A Lei dos Resíduos Sólidos foi aprovada em agosto de 2009, prevendo o prazo de um ano para sua implementação.
A mudança vem sendo criticada por diversos setores, desde a Associação Nacional das Indústrias de Plástico até o Partido Verde.
Alguns estabelecimentos comerciais também anunciaram que não vão acatar a lei e continuarão fornecendo as sacolas gratuitamente.
Em uma coletiva, a conselheira jurídica do governo da capital mexicana, Letícia Bonifaz, disse que a nova lei não pretende lançar uma "caça às bolsas", mas sim apenas reduzir seu uso.
Por sua vez, a líder do partido governista PAN na Assembleia Legislativa da capital, Maria Gómez del Campo, pediu aos moradores da Cidade do México que adotem uma cultura de reciclagem e disse que uma possível flexibilização da lei não é negociável.
Metano
O deputado Alberto Couttlolenc (PV) disse à repórter Inma Gil, da BBC Mundo, que o governo precisa definir quais são as tecnologias aceitáveis para a produção das bolsas e o que vem a ser exatamente uma "sacola biodegradável".
O parlamentar também cobrou um melhor esclarecimento sobre como será a fiscalização e como o consumidor pode identificar a sacola correta.
"Como o comerciante que continuar dando as sacolas vai ser punido? Quem vai receber a multa com 36 hora de prisão, a mulher no caixa, o diretor da empresa?", questionou, ressaltando o que diz ser lacunas na legislação.
O governo disse que mais detalhes relacionados a lei devem ser divulgados nas próximas semanas.”

Quem sabe? É um sopro de esperança...

ESTEVES – CEL RR

25 de ago. de 2010

TECNOLOGIA

O desejo de materializar meus pensamentos em um artigo me deixam confuso, pois uma grande quantidade de idéias giram em minha mente, fico pensando sobre que tema devo escrever, tentando fugir do tema político-eleitoral. Difícil escolha já que nesta reta final, olho para todo lado e vejo algo que me reporta as eleições. Mas de qualquer forma vamos tentar.
O avassalador avanço tecnológico nos impinge uma constante reciclagem. A todo instante devemos buscar uma atualização do que gravita em nosso redor, um upgrade.
Falo isso com certa cautela sob pena de já estar defasado face a velocidade que os avanços acontecem.
Vejamos os telefones celulares cujo uso básico não é mais o de falar e ouvir, mas de transmitir e receber notícias, informações e imagens. De estar conectado ao ciberespaço. Tocam músicas, fotografam, gravam e filmam com a nitidez e capacidade de uma máquina destinada exclusivamente a um destes fins.
Minha geração tenta correr atrás do prejuízo (o correto seria correr à frente), mas devo confessar que é uma tarefa hercúlea.
E os computadores, certa ocasião fiz uma atualização no meu PC (upgrade) e ao final tive a certeza que estava com uma excelente máquina, moderníssima. Ao final de uma semana, já me referia a ela, como uma ótima máquina, passado um mês, uma boa máquina, dois meses uma bela peça, bem, pra resumir depois de seis meses, o técnico que me assessorava dizia: “dá pro gasto”.
A necessidade de manter a mente aberta e buscar as informações e atualizações é algo inconteste.
Não há o que espernear. Contra a força não há resistência.

ESTEVES – CEL RR

6 de ago. de 2010

C.D.E.

Fico ouvindo as promessas de alguns políticos, que as fazem neste momento pré-eleitoral, mas que nem em longínquo pensamento cogitam cumpri-las e em breve lucubração, imagino, neste país de “LEIS”, onde para quase tudo se cria uma nova regra regulando procedimento e garantindo direitos e deveres, deviam criar um novo Código, aos moldes do Código de Defesa do Consumidor, o C.D.E. , Código de Defesa do Eleitor.
Nesse CDE, estaria garantido ao eleitor, o direito de imputar ao Político “mentiroso” que em campanha prometesse algo que não houvesse condições de cumprir ou que por motivos escusos jamais tenha pensado em fazê-lo, sansões que iriam desde uma simples admoestação até sua cassação.
Claro que se trata de um devaneio, pois jamais seria tal “Lei” aprovada na Casa das Leis pelos políticos que certamente seriam os alvos deste purificador diploma legal. Uma Utopia sem dúvida, mas devo confessar, deveras interessante.
ESTEVES - CEL PM RR

4 de ago. de 2010

PLAGIANDO CAZUZA

“Meus heróis morreram de overdose e meus inimigos estão no poder. Ideologia, eu quero uma pra viver.”
Bem, meus heróis não morreram de overdose, mas vítimas do descaso e da violência desenfreada que assola nosso Estado, devido à inexistência de uma política de Segurança.
Meus heróis são companheiros com quem labutei nos meus trinta e três anos de serviço ativo e, a cada dia que passa, chega a mim a notícia de mais um sacrificado em defesa da Ordem Pública, sob o jugo de gananciosos inescrupulosos que, como egocêntricos que são, têm em suas mentes apenas a obtenção e manutenção do poder.
Até quando?
Depende de nós.
ESTEVES - CEL PM RR

8 de abr. de 2010

ANO ELEITORAL

Nunca fui muito amante da Política, digo Política Partidária, talvez porque desde muito cedo percebi que é um “jogo” onde se usam de todas as armas. Sedutoras idéias são lançadas, astuta e levianamente, forjadas nas fraquezas dos desejos e privações dos indivíduos alvo.
A vitória sobre seus oponentes de hoje para chegar ao almejado poder justificam todas as ações.
Devo, porém, admitir que o país muda em ano eleitoral. É como se uma febre tomasse conta das pessoas e as levassem a pensar somente nisso durante todo o ano. Nos últimos dias tive a oportunidade de conversar com diversas pessoas e observar o comportamento delas no momento em que vinha “à baila” o tema eleições. Algumas se transfiguravam em defesa de seus prediletos, sem nem mesmo ter idéia de quais são os reais projetos destes.
Empenham-se em ferrenhas defesas cegando-se a quaisquer argumentos plausíveis.
E os “profissionais” do ramo? Ah! Estes então se envolvem de tal modo, sacrificando o convívio com suas famílias em prol de uma luta, que em tese não é sua, e pela glória de, ao final do pleito, dizerem-se vencedores, pois lograram êxito em trabalhar na campanha de um determinado candidato e levá-lo ao pódio, digo, ao cargo eletivo.
Confesso que, por um efêmero momento durante essas prosas, senti meu corpo aquecer, minha temperatura interna se elevar levemente, mas como diriam, “não é minha praia”. Posso vir a colaborar, mas embrenhar-me nas nuanças deste jogo, ah! Isso não. Considero-me incauto demais para digladiar-me neste campo, onde as regras são vencer a qualquer custo.
Ratifico, entretanto, que admito ser um interessante laboratório, uma oportunidade de ver os estratagemas utilizados por cada contendor e seus asseclas, como se fossem as estratégias do grande SUN TZU na Arte da Guerra.
Analisem sob este prisma.

ESTEVES – CEL PM RR

2 de abr. de 2010

A CONCESSÃO.

Concedo a ti ó companheira, não por mim escolhida, mas por meu coração eleita;
Meu bem mais precioso, minha vida;
Dedico a ti meus dias, horas, minutos, enfim, meu ser;
Sim, pois esta, a vida, só tem valor quando guiada pelo amor.
Palavra tão decantada nos quatro cantos do mundo, mas que nenhum idioma consegue exprimir sua força e poder na humanidade;
Sentimento que gera tantos outros capazes de mover o mundo;
É bem verdade que não necessariamente de forma equânime;
Por vezes pendente para o bem outras tantas para o mal.
Mas é certo que gera a energia quântica mantenedora do equilíbrio necessário ao planeta.
Mutila-me a alma só em pairar pela minha mente a vã possibilidade de não te ter ao meu lado.
Apoiando, orientando, explicando, implicando, resmungando, sendo enfim a parceira de todas as horas.
Não consigo conceber a plenitude do meu ser como realmente sou, sem seu apoio, idéias e conforto após os embates que a vida impõe.
Obrigado por se permitir coordenar e guiar minha vida pelos campos da felicidade.

ESTEVES – CEL PM RR

11 de jan. de 2010

RELEMBRANDO

Eu não estava tão equivocado assim.
Contrataram o Ex-prefeito de New York para que ele dissesse parte do que eu havia dito (assim como tantos outros bem intencionados e conhecedores da matéria, todos de graça). 
Sem contar que naquela época já falava da querência de certa autoridade por nós Policiais Militares.
Relembrem:


ESTEVES - CEL RR