2 de dez. de 2016

Notícias do G1

PF indicia Sérgio Cabral, sua mulher Adriana Ancelmo, e outros 14 na Calicute.
Fornecido por Estadão Dezenas de joias compradas pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral e por seus assessores foram apreendidas pela Polícia Federal. As peças pertenciam a Adriana Ancelmo, ex-primeira-dama do Estado. Veja quais são as jóias.

 Polícia Federal informou nesta sexta (2) que indiciou 16 pessoas, entre elas o ex-governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), e sua mulher, Adriana Ancelmo, no inquérito relativo à primeira fase da Operação Calicute, encerrado em 30 de novembro. Os crimes vão de corrupção passiva e ativa e organização criminosa a lavagem de dinheiro. A PF anunciou ainda que serão instaurados outros inquéritos para aprofundamento de novas vertentes da investigação.
Entre os crimes que poderão ser investigados mais adiante, segundo apurou o Estado, estão a concessão de incentivos fiscais pelo Estado do Rio a empresas privadas, como joalherias, sonegação fiscal e evasão de valores para o exterior. Em depoimento à PF, Cabral negou os crimes com veemência, mas alegou não lembrar de alguns fatos.
Foram indiciados, além de Cabral e Adriana, vários ex-auxiliares seus. Os demais indiciados são: Wilson Carlos Cordeiro da Silva Carvalho (ex-secretário de Governo), Carlos Emanuel de Carvalho Miranda (sócio de Cabral na empresa SCF Comunicação e apontado como recebedor de dinheiro sujo de construtoras), Luiz Carlos Bezerra (ex-assessor da Presidência da Assembleia Legislativa do Rio), Hudson Braga (ex-secretário de Obras), Wagner Jordão Garcia (ex-assessor do governador), José Orlando Rabello, Carlos Jardim Borges, Pedro Ramos de Miranda, Luiz Alexandre Igayara, Paulo Fernando Magalhães Pinto Gonçalves (ex-assessor de Cabral e acusado de ser seu "laranja"), Luiz Paulo dos Reis, Alex Sardinha da Veiga, Rosângela de Oliveira Machado Braga e Jessica Machado Braga.
O ex-governador, preso em 17 de novembro sob acusação de comandar o esquema de corrupção em obras públicas durante seu governo (de janeiro de 2007 a abril de 2014), continua no cárcere, em Bangu 8. Outros nove acusados, entre eles ex-secretários de Estado, também estão na prisão. A ex-primeira dama do Estado Adriana Ancelmo não está presa. O pedido de prisão contra ela, feito pelo Ministério Público, não foi aceito pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal.
O casal é acusado, entre outras coisas, de ter comprado cerca de R$ 6 milhões em joias, em suposta operação de lavagem de dinheiro de propinas pagas por empreiteiras.
ESTEVES - CEL RR

1 de dez. de 2016

HÁ UM TEMPO.

Passou da hora.
Não dá mais para assistir passivamente a esses políticos nos tratarem como idiotas. Está certo que eles sempre assim o fizeram, mas a gota d’água pingando no copo, culmina por fazê-lo transbordar.
O povo já não aguenta mais ser tratado como gado, sendo conduzido feliz para o matadouro.
Nos cegam com mentiras deslavadas, com discursos inflamados, mas hipócritas e vazios.
Falam o que acham que devemos ouvir sem muitas vezes ter noção do que estão falando.
A desonestidade dessa gente tende ao infinito.
Até quando o povo aceitará a cleptocracia que reina nesta “Avilã”.
Plagiando Renato Russo: “que País é este”.
Tudo que está ocorrendo nos levará a algo imaginável, indesejável, mas, inevitável.
É isso que eles desejam ou não acreditam que aconteça?
É mister que reflitamos nesta questão, para que não sejamos surpreendidos. Certo é que o tempo da inércia passou, não podemos, de braços cruzados, aguardar a bonança.
Há de se ter consciência dos atos, mas estes devem ocorrer uníssonos com o clamor dessa sociedade combalida e cansada de ser vilipendiada e roubada por seus indignos representantes.


ESTEVES – CEL RR

29 de nov. de 2016

SEGREDOS  E  MENTIRAS

As pessoas de uma maneira geral e a Mídia em especial, têm procurado chamar a atenção da população sobre as inverdades que infestam a Internet.   É fato.
Todavia, não alertam, nem nunca o fizeram com tanta obstinação, no que tange a parte da “Mídia” que de forma inescrupulosa manipula as informações na tentativa, não raras vezes exitosas, de induzir a sociedade a pensar e acreditar no que eles desejam. Quem não se lembra do ex-governador citado pela imprensa como ícone da honestidade, alcunhado como “o caçador de Marajás”.   A realidade era outra.
Por que estou dizendo isto? Estamos atravessando um momento delicado onde forças antagônicas lutam pelo poder e buscam massa de manobra para consegui-lo. É importante que fiquemos atentos aos segredos que envolvem cada noticia vinculada, quer na imprensa quer nas redes sociais. Que tenhamos a clarividência para observarmos e analisarmos com atenção as entrelinhas da notícia, as mensagens subliminares.   Existência inconteste.


ESTEVES –CEL RR

26 de nov. de 2016

Mais Notícias do G1

Cabral chegou a comprar joia de até R$ 100 mil, diz diretora de joalheria
Em depoimento à PF, ela disse que vendia joias na casa do ex-governador; foram apreendidas mais de 300 peças. Cabral disse que não se recorda de ter pago as joias em dinheiro vivo.
A Polícia Federal avalia o valor das joias apreendidas na Operação Calicute e se elas foram compradas para lavar dinheiro roubado, conforme mostrou o RJTV nesta quarta-feira (23). Em depoimento, a diretora comercial de uma joalheria disse que as joias, algumas de até R$ 100 mil, eram vendidas na casa do ex-governador Sérgio Cabral. Os atendimentos eram feitos pessoalmente por ela, que atendia o casal desde 2013. Segundo ela, o agendamento era feito por Carlos Miranda e por um outro assessor do ex-governador.

São cerca de 300 peças de marcas internacionais de ouro, brilhante e pérolas. Quarenta foram apreendidas no apartamento de Sérgio Cabral e da mulher dele, Adriana Ancelmo. As outras foram encontradas com os outros integrantes do grupo de investigados. Segundo a diretora da joalheria, as peças eram escolhidas pelo próprio Sérgio Cabral ou por Adriana Ancelmo.
Maria Luiza Trotta, da joalheria Hstern, disse em seu depoimento que os pagamentos eram feitos sempre em dinheiro. Ela não sabe se houve a emissão de notas fiscais. Segundo os procuradores, as joias são parte importante da investigação.
Eles também querem saber que tipo de relação o ex-governador tinha com as joalherias brasileiras, se os incentivos fiscais que elas receberam do governo fazem parte de alguma vantagem indevida e se as joias eram usadas para lavar dinheiro de propinas.
Segundo os procuradores, Sérgio Cabral e o economista Carlos Miranda mantinham contato constante com joalherias. A diretora revelou ainda que o pagamento era feito por Carlos Miranda ou por um portador, em dinheiro vivo, dentro da loja em Ipanema, na Zona Sul.
Cabral diz não se recordar
No depoimento à PF, Sérgio Cabral disse que não se recorda de ter pago as joias em dinheiro vivo. Ele disse que conhece Maria Luiza Trotta e que acredita ter comprado joias uma ou duas vezes. O ex-governador disse ainda que não se lembra do valor das joias, nem mesmo da peça de R$ 100 mil.
Carlos Miranda também confirmou que conhece Maria Luiza Trotta, mas afirmou que não se lembra de ter comprado alguma joia na loja. Agora todas as joias estão sendo periciadas e a polícia quer saber se elas são autênticas e também o valor de mercado.


ESTEVES – CEL RR

Noticias do G1

PF acha indícios de compras de quase R$ 4 milhões em nome de motorista de Cabral
Corporação fez operação na tarde desta sexta em filiais da joalheria Antônio Bernardo na Zona Sul do Rio.

Agentes da Polícia Federal encontraram em uma única joalheria da Zona Sul do Rio, indícios de compras de quase R$ 4 milhões, desde 2007, no nome de um motorista do ex-governador Sérgio Cabral, segundo fontes ligadas à Operação Lava Jato no Rio.
De acordo com funcionários, as compras eram feitas pelo próprio Cabral, usando nome do motorista. A PF recolheu documentos e material com imagens das joalherias. Carlos Miranda, operador financeiro do grupo, também fazia compras usando o nome de um laranja. Os nomes da ex-primeira dama, Adriana Ancelmo, também está na lista de compradores da mesma joalheria.
A descoberta aconteceu na tarde desta sexta-feira (25), durante operação da PF em duas filiais da joalheria Antônio Bernardo, na Zona Sul do Rio: Leblon e Gávea. Um advogado da joalheria acompanhou a ação da PF, mas não falou com os jornalistas.
Segundo o Ministério Público Federal, era nessa joalheria que o ex-governador Sérgio Cabral, preso na operação Calicute, fazia compras.
Nas lojas na tarde desta sexta, os agentes buscavam documentos e outras informações referentes às vendas de joias que o MPF acredita que foram feitas a Cabral e à sua mulher Adriana Ancelmo.
O pedido de buscas nas joalherias foi feito pelo MPF. Segundo os procuradores, a joalheria prestou informações consideradas insatisfatórias. A ordem para as buscas é do juiz Marcelo Bretas, expedida nesta quinta.
"A venda de joias de altos valores em dinheiro, sem nota fiscal e sem comunicação aos órgãos competentes, além da possível sonegação de informações às autoridades públicas, podem indiciar conivência com crimes de lavagem de dinheiro, sendo dever do Ministério Público Federal assegurar, pelas medidas previstas no Código de Processo Penal, a colheita e a preservação dos elementos de prova necessários à elucidação dos fatos", disse o MPF, em nota, sobre a operação desta sexta.
A loja é citada num depoimento colhido por agentes da operação que terminou com a prisão de Cabral. Na ocasião, Vera Lúcia Guerra disse que atendeu Sérgio Cabral numa das filiais. A última compra foi há dois anos, um colar de ouro de cerca de R$ 10 mil, pago depois, em dinheiro, por um homem que ela não conhece.
A Polícia Federal apreendeu quase 300 joias durante a operação. Os peritos da Polícia Federal estão identificando cada uma das joias. O trabalho é para descobrir se são autênticas e qual o valor de mercado.
Quarenta das joias apreendidas na operação estavam no apartamento de Sérgio Cabral e da mulher dele, Adriana Ancelmo. As outras foram encontradas com os outros integrantes do grupo de investigados. Segundo a diretora da joalheria, as peças eram escolhidas pelo próprio Sérgio Cabral ou por Adriana Ancelmo.

“É uma tipologia de lavagem de dinheiro. Consegue-se, por meio da aquisição de joias, ocultar valores, em tese, ilícitos”, disse o delegado da Polícia Federal Tácio Muzzi.


17 de nov. de 2016

PF prende o ex-governador do RJ Sérgio Cabral

Não me regozijo ao ver meu algoz, aquele que foi responsável por minha cassação e aposentadoria precoce (51 anos de idade), ser preso. Minha satisfação é por tirarem de circulação alguém que ainda tem potencial para prejudicar muita gente.
Não há em mim uma sensação de vingança, apesar da consciência do que essa pessoa fez comigo e com os demais “barbonos”, mas um alívio ao ver que esse político que tanto mal fez a minha Corporação, está sendo afastado da vida pública. Não se olvidem da tentativa de venda do QG/PMERJ.
Se quanto a este emblemático episódio posso querer algo, desejo que seja devolvido aos cofres públicos, todo o erário desviado, todo o fruto dessa nefasta corrupção, para dessa forma permitir um “respiro” a atual administração, evitando destarte, mais sacrifícios do funcionalismo e da população menos favorecida.
Que se faça justiça.

Esteves – CEL RR

9 de out. de 2016

 CAUSAS DO CAOS

Isenção de R$ 138 bilhões pagaria servidores do estado por mais de cinco anos
Nelson Lima Neto e Pollyanna Brêtas

O governo do estado, que ontem pediu “compreensão” aos servidores públicos por conta do atraso no pagamento dos salários de fevereiro — que deveriam ser depositados hoje, mas só serão creditados na próxima sexta-feira —, foi alvo de um relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), apontando a concessão de diversas isenções fiscais a empresas, entre 2008 e 2013, num valor total estimado de R$ 138,6 bilhões. A informação foi divulgada ontem, pelo blog Na base dos dados, do jornal O Globo. Essa montanha de dinheiro para beneficiar empresários seria suficiente para pagar cinco anos e três meses de vencimentos ao funcionalismo, já incluindo o 13º salário. Esse cálculo tomou por base a folha de pouco mais de R$ 2 bilhões, paga em janeiro, segundo o Caderno de Recursos Humanos da Secretaria estadual de Planejamento.
O relatório já foi apresentado aos conselheiros do TCE-RJ, mas ainda não foi votado. No documento, o relator José Gomes Graciosa analisou, com técnicos do tribunal, a elevação dos totais de isenções concedidas pelo governo do estado de 2008 a 2013, ano a ano. Empresas de vários segmentos foram favorecidas, como as dos setores automotivo e de petróleo, energia elétrica e bebidas. A questão é que os benefícios fiscais contemplaram até empresários de ramos específicos, de pouco alcance para a população, como o de joias e pedras preciosas.
A análise do relatório sobre as isenções estava marcada para ontem, mas Aloysio Neves, um dos conselheiros do TCE-RJ, pediu vista do documento para analisar melhor os números.
— O relatório é muito extenso. São 200 páginas — disse Neves: — Não estou antecipando meu voto, mas a análise deve ser mais abrangente, já que se trata de uma política fiscal. Talvez a análise seja no sentido de alertar o governo que é chegada a hora de rever essa política (de concessões de isenções fiscais, comuns naquele período analisado). Mas essa não é a causa da crise estadual — completou.
Ainda não há uma data para o relatório será votado. O presidente do TCE-RJ, Jonas Lopes de Carvalho Júnior, afirmou que “só irá se pronunciar após deliberação sobre o caso”.
Em nota, a Secretaria estadual de Fazenda alegou que desconhece o relatório e o número apresentado pelo relator com o total de isenções que teriam sido concedidas no período. A pasta ainda informou que a política de atração de empresas para o estado serviu para gerar novos empregos.
Promessa é pagar servidores na sexta-feira
A montanha de dinheiro que deixou de entrar nos cofres públicos em seis anos hoje salvaria Pezão, que agora tenta conseguir R$ 1,445 bilhão para pagar os 468.621 ativos, inativos e pensionistas que ainda não receberam seus salários de fevereiro. A Secretaria estadual de Fazenda não especificou quanto falta para fechar a folha, mas trabalha com a promessa de que o pagamento será feito no dia 11. Ontem, ao anunciar o atraso, o governo pediu a “compreensão dos servidores” e voltou a citar os problemas econômicos vividos pelo Rio.
O histórico da crise só piora. Os salários de novembro foram pagos em dezembro, de forma parcelada, a quem recebe mais do que R$ 2 mil. Já segunda parte do 13º foi dividida em cinco prestações, até abril. Para minimizar os atrasos, o calendário de pagamentos foi alterado do segundo para o sétimo dia útil.
— Aguardo uma ajuda do governo federal — disse Pezão, ontem, após uma reunião com governadores em Brasília.

ESTEVES - CEL RR








NOTICIAS DO G1

Justiça suspende arresto de contas do Rio, que serviria para pagar a servidores
RI Rio de Janeiro (RJ) 01/09/2016 Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Foto: Agência O Globo
Extra
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, determinou, na tarde desta sexta-feira, a suspensão imediata da decisão de arresto das contas públicas do governo do Rio pagar os servidores estaduais.
O desembargador acatou pedido de suspensão da Procuradoria Geral do Estado e ordenou que a 8ª Vara de Fazenda determine o valor necessário para ser pago do restante da folha com os servidores. Somente com o valor exato os arrestos voltarão a acontecer.
A Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores do Estado do Rio (Fasp) conseguiu decisão favorável, na quinta-feira, para arrestar todos os recursos do estado.


ESTEVES - CEL RR
TERRORISMO SOCIAL – O RETORNO


Segundo mestre Aurélio: terrorismo Substantivo masculino. Modo de coagir, combater ou ameaçar pelo uso sistemático do terror”
terror (ô)Substantivo masculino.
1.Estado de grande pavor.
2.Pavor”.
Qual é o sentimento que povoa o coração e a alma de um aposentado quando constantemente lhe é noticiado que vai ficar sem salário, mas que terá que continuar tomando seus remédios e honrando seus compromissos.
Digam-me por favor que não é um pavor generalizado que lhe assola o ser em toda sua plenitude.
Depois de mais de trinta anos, não raros casos quarenta, de dedicação e labuta e são tratados como um estorvo.
São adjetivados como pesos mortos que os colegas do serviço ativo têm que sustentar através de contribuição imposta em seus salários.
Desconhecem ou olvidam-se os tecnocratas, que não só contribuíram por todo tempo em que laboraram em suas instituições, mas que, mesmo depois de aposentados continuam a ter implementados em seus proventos, respectivo desconto para a previdência estadual, senão estou equivocado, com percentual superior ao do seu semelhante da ativa. Ou seja, continua contribuindo para sua própria aposentadoria.
Todavia, a mídia, creio que alimentada pelo governo que busca tachar um bode expiatório, noticia que são necessários 5 (cinco) funcionários ativos para pagar os salários dos aposentados que são em maior número, razão pela qual o déficit no RioPrevidência.

Ou seja, o “rombo” não é por fraude, desvio ou má administração do dinheiro público, mas sim, por culpa e responsabilidade dos funcionários que insistem em se aposentar em vez de morrer.
Será?
ESTEVES - CEL RR

10 de jan. de 2016

DESCALABRO
Um Tsuname de proporções Piramidais é como se pode definir o governo do PT no campo Econômico, Político e Ético.
Pode se dizer que quando passar,  deixará sequelas indeléveis na economia brasileira e no imaginário do povo.
De forma avassaladora, sem medir conseqüências, tampouco buscar o bem comum, traça metas que objetivam apenas a perpetuação oligárquica no poder.
Os mandos e desmandos são a tônica das “decisões”, o “Vale Tudo” é a regra precípua que orienta as ações.
Já o PMDB, principal aliado e base do governo, com oportunismo peculiar, ensaia uma mudança de rumo, um abandono da nau ameaçada de ir a pique.
Os Governadores PMDBistas, que se encontravam calados, bradam à impossibilidade de governabilidade de seus estados, caso não lhes sejam repassadas mais verbas. Preparam a desculpa para futuros óbices que advirão devido aos erros do Governo Central, por um acaso, hoje seus aliados e não aos seus próprios.
Nossos políticos são vorazes na busca de erário que lhes permitam administrar sem qualquer preocupação com o desperdiço ou risco de insucesso, isto no melhor dos casos, não se considerando os que aproveitam para se locupletar.
O quadro eu reputo dantesco, mas, conseguiremos superar, bem verdade com cicatrizes horrendas.
É o que acredito.

ESTEVES – CEL RR

22 de mar. de 2015

EU DISSE.
Em outubro de 2012, fiz um profético “post” com o título “JUROS”.
Por que digo profético?
Naquela oportunidade eu já sugeria cautela e alertava para o recrudescimento da inflação, fruto de uma política, a meu ver, equivocada do Governo.
A tentativa de forçar a redução das taxas de juros e de estimular o consumo, inapropriados para aquela ocasião, desencadeariam, como de fato ocorreu, o restabelecimento de uma inflação de níveis indesejáveis. Talvez, ao governo, tenha faltado à visão de um economista ortodoxo, ou por presunção, tenha acreditado que seria capaz de se impor ao mercado financeiro, sem conseqüências para este ato, ou ainda pela certeza da impunidade fomentando a política de que “quanto pior, melhor”.
Bem qualquer que tenha sido o motivador desta equivocada postura, nós é que estamos pagando a conta. Em 2014 a inflação oficial bateu em 6,5% este ano, ainda estamos em março, já está beirando os 3,5%.
Minhas projeções não são nada auspiciosas.
Vamos aguardar para ver o final da história, pois existem muitos fatores intervenientes que ainda podem mudar o desfecho presumível.


ESTEVES – CEL RR

16 de mar. de 2015

NOTICIAS DO G1

15/03/2015 13h57 - Atualizado em 15/03/2015 23h13

Manifestantes protestam contra Dilma em todos os estados, DF e exterior

Mais de 2 milhões de pessoas estiveram nos atos de ao menos 160 cidades. 
Em SP, participaram 1 milhão, segundo a PM, e 210 mil, para o Datafolha.

Do G1, em São Paulo



Brasileiros foram às ruas em todos os 26 estados, no Distrito Federal e em cidades do exterior neste domingo (15) em protesto contra a corrupção e o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).


Levantamento feito por repórteres do G1em todo o país indica que ocorreram protestos em ao menos 160 cidades, que mobilizaram, ao todo, 2,3 milhões de pessoas, segundo a PM, e 2,9 milhões, segundo os organizadores. (Há cidades que não tiveram estimativa de público feita pela polícia ou por organizadores). 
 As mobilizações foram organizadas pelas redes sociais nas últimas semanas. No geral, os atos foram pacíficos. Em Brasília, houve um princípio de confronto quando o protesto já havia acabado. Em São Paulo, um grupo foi detido com fogos de artifício e soco-inglês, segundo a PM.
A cidade de São Paulo teve o maior público: 1 milhão, segundo a polícia, e 210 mil, segundo o instituto Datafolha (há uma diferença de metodologia entre PM e Datafolha; entenda).
Grande parte dos manifestantes pedia a saída ou o impeachment da presidente Dilma e protestava contra a corrupção. Algumas manifestações isoladas defendiam a intervenção militar no Brasil (o pedido de intervenção militar é uma atitude ilegal e frontalmente contrária à Constitução; em seu artigo 5º, a Constituição diz que "constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático").

No início da noite, os ministros da Secretaria-Geral da República. Miguel Rosseto, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, deram uma entrevista coletiva sobre os protestos e afirmaram que a presidente anunciará medidas de combate à corrupção.


O G1 cobriu os protestos em tempo real, com as últimas notícias, fotos e vídeos.

ELES NÃO ADMITEM.

Ao acompanhar as manifestações pela TV, que surpreendentemente transmitia em tempo real a expressão da vontade do povo, fiquei pensando: “E agora o que eles (PT) vão dizer, como vão justificar mais de um milhão de pessoas expressando de forma ordeira e pacífica, suas indignações com a trajetória degradante para na qual o Brasil se encontra”.
Qual não foi minha estupefação ao ouvir o pronunciamento de representantes deste desgoverno, com as caras mais deslavadas, entoando o mesmo discurso de quando buscavam a reeleição: “A culpa é da crise Mundial; nunca antes um governo se preocupou com o povo como o PT; os que foram às ruas não votaram na Presidente; é articulação da burguesia que não pensa no pobre; é tudo intriga e manipulação da oposição; nosso governo apura as denúncias de corrupção, por isso aparecem mais casos, enquanto outros engavetavam; etc”.
Baboseiras!
Eles realmente acreditam nisto? Ou será que eles pensam que o povo ainda acredita nesta enxovalhada de mentiras? Será que eles estão tentando tapar o Sol com a peneira ou estão enfiando a cabeça na terra, como avestruz?
Para desespero deles, acredito que não vai parar por aí. A revolta com as mentiras e com tudo que está acontecendo não permitirá que o povo se cale.
Para eles, PT, a meteorologia prevê dias negros, com tempestades e turbulência. Para o povo, o renascer da esperança, da vontade de lutar e o orgulho de ser brasileiro despontará com a bonança e com um belo arco íris ao fim da tarde.


ESTEVES CELRR
Nossos Políticos
Dizem que a “Política” é uma arte.
É a ciência de bem governar e de cuidar dos negócios públicos; é a habilidade no trato das relações humanas.
Bem, se tudo for verdade, realmente precisamos importar “Políticos”, pois estes adjetivos não são encontrados nem com lupa em nossos (irg) “representantes”.
Não sei em outros países como funciona, mas acredito que não seja como aqui, já que no Brasil, ser político é profissão. O cara nunca trabalhou, se candidata, é eleito e, a partir daí, sua profissão será: Deputado, ou vereador, ou prefeito, etc. Na verdade é uma atividade temporária de representar e defender, enquanto investido de mandato, os interesses do povo. Veja bem, eu disse do “POVO”.
O que vemos? Com certeza não é isto.
Existem vários nomes que eu poderia citar como exemplos, mas com certeza cairiam sobre mim como abelhas no mel caso eu, apesar do conhecimento e convicção de todos, não pudesse provar alguns dos fatos.
Mas investiguem, analisem e verão que infelizmente não estou fantasiando.


ESTEVES - CEL RR

13 de mar. de 2015

Notícias do G1

Vejamos o que vai acontecer domingo. Serão milhares ou “Milhões”?

g1.globo.com/ 23:00h do dia 13/03/2015.

DIA DE MARCHAS
Manifestações também defendem a Petrobras e os direitos trabalhistas.
Manifestações pelo país
Atos pediram reforma política e democracia.
REPERCUSSÃO
Álvaro Dias e Mercadante analisaram protesto


ANÁLISE

Saldo positivo nesta sexta, avalia governo


CENTRO PARADO

Ato vai da Cinelândia à sede da Petrobras

MASSA VERMELHA
Ato em SP reuniu 12 mil segundo a PM e 100 mil segundo a CUT



9 de mar. de 2015


NOTICIAS  DO GLOBO ON LINE
 
Paulo Roberto diz que arrecadou R$ 30 milhões para ‘caixa dois’ de Cabral e Pezão em 2010

Agência O Globo

Agência O Globo -1 hora atrás

 

BRASÍLIA — O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento de sua delação premiada que arrecadou R$ 30 milhões em recursos para “caixa dois” da campanha de Sérgio Cabral para governador e Luiz Fernando Pezão para vice, ambos do PMDB. Pezão é o atual governador, sucedendo Cabral.

Segundo o delator, os recursos vieram de empresas que atuavam na obra do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Ainda de acordo com Costa, o consórcio Compar, formado pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e UTC, contribuiu com R$ 15 milhões. O restante foi pago por outras empresas, como Skanska, Alusa e UTC, disse o delator. O ex-diretor afirma que os pagamentos eram “propina”.

“Cada empresa deu “contribuição”, no total de R$ 30 milhões. O Consórcio Compar “pagou” R$ 15 milhões; o restante foi dividido entre as outras empresas, entre elas Skanska, Alusa e UTC”, diz resumo do termo de declaração 4 de Costa.

Cabral e Pezão ainda não comentaram as acusações de Costa. Eles têm negado irregularidades.

De acordo com o depoimento o então secretário da Casa Civil de Cabral, Regis Fitchner, foi quem fez a “operacionalização” dos repasses.

Costa contou que teve uma reunião no primeiro semestre de 2010 com Cabral, Pezão e Fitchner para tratar das contribuições à campanha. Posteriormente, o ex-diretor pediu às empreiteiras que fizessem doações para o “caixa dois” de Cabral.

Este depoimento do ex-diretor foi encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro dos governadores de estado. O GLOBO já revelou que o Ministério Público Federal pedirá abertura de inquérito contra Pezão no STJ.
 
ESTEVES - CEL RR

7 de mar. de 2015

SAIO DO SILÊNCIO.


Lama na Política Fluminense! O nome do “ex” se faz presente.


O surgimento do nome de Sérgio Cabral na lista do Lava Jato, vulgo “PETROLÃO”, não é nenhuma surpresa. Caso não se recordem, quando governador, ele vivia um verdadeiro desespero para vender o Quartel General da PMERJ para a PETROBRÁS, o que só não ocorreu devido a ação de alguns abnegados, a intervenção popular e a movimentação do MP, inquietando por consequência os executivos da empresa que desejavam naquela oportunidade tudo menos holofotes. 
Conhecendo um pouco da história contada a respeito do “ex”, alguém acredita que se tratava de uma necessidade imperiosa para salvar as contas do estado, ou mesmo, que tudo decorrente da transação estaria descortinado de forma transparente para que todos os cidadãos fluminense que desejassem se inteirar, pudessem ter pleno acesso a todas as informações referentes ao caso, sem que houvesse nenhum atravessamento de erários não declarados?
Santa inocência!
Apesar deste remexer da lama, não acredito que dê em nada, mas pelo menos irá inquietar o sono desta pessoa, provocar algumas dores de cabeça e morte de alguns escorpiões homiziados em seus bolsos.

As investigações dos que não possuem prerrogativa de foro permanecem a cargo da primeira instância e continuam em curso perante a Justiça Federal do Paraná, base da Operação Lava Jato.


ESTEVES - CEL RR.

25 de out. de 2012

JUROS


O governo tem pressionado os bancos a reduzirem suas taxas de juros de forma indireta, determinando aos bancos estatais (Banco do Brasil e Caixa Econômica) que assim procedam, gerando uma queda nas ações do BB, uma vez que reduz seu lucro e, consequentemente, o de seus acionistas.
Tenho ouvido nos noticiários que no mundo capitalista esta redução ocorre naturalmente de acordo com as “leis” do mercado.
Uma vez que o dinheiro aplicado nas cadernetas começa a perder para inflação que, como fênix, vêm ressurgindo das cinzas, assustando os pequenos investidores, acredito que o governo tente com esta medida de redução, induzir aos possuidores de uma pequena gordurinha financeira (poupança e Renda Fixa) a parar de poupar e começar a consumir, implementando desta forma, um capital circulante maior e assim revitalizando o comércio.
Por outro lado tal medida busca impingir aos médios investidores, que gravitam em torno de investimentos com baixo risco (aplicações financeiras seguras), a ousarem nas Ações (Bolsa de Valores) ou em investimentos que aqueçam o comércio e/ou a indústria.
Nossa libidinosa economia nunca foi plenamente confiável, por esta razão sugiro cautela e acompanhamento constante dos acontecimentos. Como no dito popular: sic “Canja de galhinha e precaução nunca fizeram mal a ninguém”.

 

ESTEVES – Cel RR.