Quem sou eu
- Cel RR Esteves
- Policial militar com trinta e três anos de serviço ativo
20 de jun. de 2017
Notícias site: lavajato.mpf.mp
Notícias mais recentes
Nota de esclarecimento da força-tarefa
Lava Jato em Curitiba
Segundo
procuradores, defesa do ex-presidente tenta pessoalizar acusações e transformar
julgamento por crimes de corrupção em julgamento político
20/06/2017
A
força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná vem a público
repudiar o artigo “A verdade de Lula”, publicado no jornal Folha de S. Paulo em
20 de junho de 2017, de autoria dos advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska
Teixeira Martins.
A
defesa do ex-presidente reitera seu comportamento de tentar pessoalizar as
acusações feitas contra o ex-presidente na pessoa de Deltan Dallagnol,
esquecendo-se que, além dele, outros 12 procuradores da República são
signatários da acusação que imputou a Lula os crimes de corrupção e de lavagem
de dinheiro. Esquecem também que esse processo é resultado de investigações
extensas feitas pela Polícia Federal e Receita Federal, bem como de uma equipe
dedicada de servidores do Ministério Público Federal, todos sem qualquer
vinculação político-partidária.
Não bastasse, a defesa do ex-presidente vem se
utilizando de todos os recursos, mesmo aqueles eticamente duvidosos, para
atacar os acusadores. Assim, além das inúmeras representações que fez contra os
membros da força-tarefa, também apresentou ações de indenização contra o
procurador Deltan Dallagnol e contra o delegado de Polícia Federal Felipe Pace,
e queixa-crime contra o juiz federal Sérgio Moro.
Dessa forma, fica claro que a defesa se esqueceu do próprio mérito do processo, tentando inutilmente transformar um julgamento por crimes de corrupção em um julgamento político.
Vivemos em um momento singular da nossa história republicana em que os governantes estão tendo que responder por seus atos perante a Justiça. Apesar de todas as dificuldades para superar a impunidade, todo esse processo pode restabelecer a crença de que é possível termos um país onde todos sejam efetivamente iguais perante a lei.
A força-tarefa Lava Jato confia na Justiça e espera com tranquilidade a sentença nesse caso.
Dessa forma, fica claro que a defesa se esqueceu do próprio mérito do processo, tentando inutilmente transformar um julgamento por crimes de corrupção em um julgamento político.
Vivemos em um momento singular da nossa história republicana em que os governantes estão tendo que responder por seus atos perante a Justiça. Apesar de todas as dificuldades para superar a impunidade, todo esse processo pode restabelecer a crença de que é possível termos um país onde todos sejam efetivamente iguais perante a lei.
A força-tarefa Lava Jato confia na Justiça e espera com tranquilidade a sentença nesse caso.
8 de mai. de 2017
O ANTAGON!STA
Coxa e Amante
Gleisi Hoffmann ocupou a tribuna do Senado nesta tarde para atacar O Antagonista, a Lava Jato e o juiz Sérgio Moro, chamado por ela de "animador de torcida".
A Odebrecht chama Gleisi de Coxa e Amante.
Meu comentário: " Por que será?"
Notícias do G1 Ainda
Greve dos Correios acaba nesta segunda-feira na maioria das cidades
Dos 36 sindicatos que representam os trabalhadores da empresa, pelo menos 33 decidiram voltar ao trabalho. Greve durou 12 dias e atrasou envio de correspondências.
Por G1
08/05/2017 19h42
A maioria dos sindicatos que representa os trabalhadores dos Correios decidiu acabar com a greve e voltar ao trabalho nesta segunda-feira (8), às 22h. A greve dos Correios começou no dia 26 de abril, às 22h, e durou 12 dias.
Segundo comunicado dos Correios, dos 36 sindicatos que representam a categoria pelo menos 33 decidiram pelo fim da paralisação - 12 deles em assembleia na sexta-feira (5) e 17 em reuniões nesta segunda-feira (8).
Os únicos locais em que a greve continua são no estado de Santa Catarina e na região de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.
O sindicato que representa os trabalhadores do Acre fará sua assembleia para avaliar pelo fim ou continuidade da greve nesta terça-feira (9).
Mutirão
Segundo os Correios, os funcionários que voltaram ao trabalho na última sexta-feira fizeram um mutiração para despachar as entregas atrasadas durante o fim de semana.
"No fim de semana (6 e 7), houve mutirão em todo o país. A iniciativa envolveu cerca de 12 mil trabalhadores, que triaram (prepararam para entrega) 14,4 milhões de cartas e encomendas e entregaram 5,7 milhões de objetos", afirmaram os Correios, em comunicado.
Crise nos Correios
Na negociação, os Correios voltaram atrás da decisão de suspender as férias dos trabalhadores. Eles também prometeram não judicializar a questão do plano de saúde, enquanto o tema estiver sob mediação do Tribunal Superio do Trabalho (TST).
Os Correios enfrentam uma severa crise econômica e medidas para reduzir gastos e melhorar a lucratividade da estatal estão em pauta.
Nos últimos dois anos, os Correios apresentaram prejuízos que somam, aproximadamente, R$ 4 bilhões. Desse total, 65% correspondem a despesas de pessoal.
Em 2016, os Correios anunciaram um Programa de Demissão Incentivada (PDI) e pretendia atingir a meta de 8 mil servidores, mas apenas 5,5 mil aderiram ao programa.
Os Correios planejam também fechar cerca de 200 agências neste ano, além de uma série de medidas de redução de custos e de reestruturação da folha de pagamentos. Segundo os Correios, o fechamento dessas agências acontecerá sobretudo nos grandes centros urbanos.
No dia 20 de abril, o presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmou que a demissão de servidores concursados está na pauta e vem sendo estudada. Segundo ele, os Correios não têm condições de continuar arcando com sua atual folha de pagamento e contratou um estudo para calcular quantos servidores teriam que ser demitidos para que o gasto com a folha fosse ajustado.
Na última quinta-feira (4), no entanto, foi anunciada a escolha da organizadora do próximo concurso dos Correios para as áreas de saúde, segurança e engenharia para os cargos de auxiliar de enfermagem do trabalho júnior, técnico de segurança do trabalho júnior, enfermeiro do trabalho júnior, engenheiro de segurança do trabalho júnior e médico do trabalho júnior. O número de vagas e salários não foram divulgados.
O último concurso dos Correios foi realizado em 2011 para 9,1 mil vagas.
Notícias do G1
Janot pede para STF anular decisão de Gilmar
Mendes que mandou soltar Eike
No pedido à presidente do Supremo, Janot diz que esposa de Gilmar
trabalha no escritório de um dos advogados que defende o empresário; PGR quer
que ministro deixe relatoria do caso.
Por
Renan Ramalho, G1, Brasília
08/05/2017 19h22
A Procuradoria
Geral da República (PGR) enviou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para
que o ministro Gilmar Mendes deixe a relatoria de um habeas corpus no qual
concedeu liberdade ao empresário Eike Batista. Além disso, Janot quer a
anulação de todas as decisões sobre o habeas corpus, incluindo a que mandou
soltar o empresário.
No último dia
28, Eike obteve liberdade no STF após três meses de prisão por conta de
investigação em que é suspeito de pagar propina ao ex-governador do Rio de
Janeiro Sergio Cabral em troca de contratos no estado.
O pedido de
Janot foi enviado à presidente da Corte, Cármen Lúcia, para ser pautada em
plenário e ser decidido pelos 11 ministros.
O procurador
alega que Gilmar Mendes não poderia atuar na causa porque sua esposa, Guiomar
Mendes, trabalha no escritório de advocacia de Sérgio Bermudes, que defende
Eike Batista.
“Em situações
como essa há inequivocamente razões concretas, fundadas e legítimas para
duvidar da imparcialidade do juiz, resultando da atuação indevida do julgador
no caso”, diz Janot no pedido.
"A
situação evidencia o comprometimento da parcialidade do relator do habeas
corpus [...] tendo ele incidido em hipótese de impedimento ou, no minimo, de
suspeição. Por tal motivo, suscita-se a presente arguição contra o ministro
Gilmar Ferreira Mendes, a fim de se reconhecer a sua incompatibilidade para
funcionar no processo em questão, bem como para que se declare a nulidade dos
atos decisórios por ele praticados", afirma.
O procurador
citou o Código de Processo Civil, que prevê impedimento do juiz quando a parte
for cliente do escritório de advocacia de seu cônjuge. Além disso, a lei diz
que o magistrado deve deixar o caso por suspeição se a parte for credora de seu
cônjuge.
"Com
efeito, o julgamento por um magistrado de uma causa penal na qual figure como
parte um cliente do escritório de advocacia do cônjuge do julgador ou um
devedor de seu cônjuge, como previsto nos arts. 144, inciso VIII, e 145, inciso
III, do Código de Processo Civil, contraria diretamente a exigência de
imparcialidade, particularmente em seu aspecto objetivo", afirma o PGR.
Notícias do site lavajato.mpf.mp
Lava Jato: MPF/RJ e PF investigam lavagem de
dinheiro por meio de obras de arte
Operação
realiza busca e apreensão em endereços ligados a Suzana Neves, ex-mulher de
Sérgio Cabral
08/05/2017
A
pedido do Ministério Público Federal, a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de
Janeiro expediu dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a
Suzana Neves, ex-mulher do ex-governador Sérgio Cabral. Os mandados estão sendo
cumpridos pela Polícia Federal nesta segunda-feira (8), em Araras (RJ) e São
João del-Rei (MG).
A partir de fatos apurados nas operações Calicute e
Eficiência, identificou-se que Suzana Neves comprou, em nome de sua empresa
Araras Empreendimentos Consultoria e Serviços Ltda, um imóvel em São João
del-Rei por R$ 600 mil sem que, aparentemente, tivesse recursos de origem
lícita compatível. O MPF apura se o imóvel está sendo utilizado para guardar
bens de valor adquiridos com recursos ilícitos da organização chefiada por
Cabral, como obras de arte, por exemplo, pois informantes relataram que, nos
meses de janeiro e fevereiro de 2017, houve o descarregamento de um “container
de quadros” na casa.
Além disso, a Receita Federal detectou que a Araras
Empreendimentos teve movimentação financeira incompatível com a receita bruta
declarada e distribuiu lucros e dividendos incompatíveis com as receitas
auferidas, nos exercícios de 2007 a 2009 e de 2011 a 2015. O levantamento
demonstra que a sede da empresa é a própria residência de Suzana, no bairro da
Lagoa, no Rio de Janeiro, e que não há nenhum empregado registrado.
Origem
ilícita - As investigações também
apontam que Suzana Neves utilizou sua empresa para ocultar a origem ilícita de
R$ 1.266.975,00. Entre 25/10/2011 e 13/12/2013 foram identificadas 31
transferências bancárias de recursos oriundos do grupo de empresas da
empreiteira FW Engenharia, por intermédio da empresa Survey Mar e Serviços
Ltda, que realizou pagamentos à Araras Empreendimentos a título de serviços de
consultoria em valor quase duas vezes maior que a sua renda bruta declarada.
Quase 50% dos valores recebidos pela Survey da FW no período analisado pela
investigação foram repassados logo em seguida para a empresa de Suzana Neves.
Toda a movimentação aponta para lavagem de dinheiro
pago como propina à organização criminosa em contratos que o governo do estado
do Rio de Janeiro firmou com a FW Engenharia. Em diligências de busca e
apreensão autorizadas durante a operação Calicute, foram apreendidas diversas
anotações que indicam o pagamento de propina pela empreiteira FW Engenharia em
benefício da organização criminosa chefiada por Sérgio Cabral. Um dos contratos
firmados com a empresa, no valor de R$ 35 milhões, teve por objeto a elaboração
de projeto executivo e a execução de obras complementares de urbanização no
Complexo de Manguinhos, comunidade beneficiada pelo PAC Favelas. A contratação
foi financiada com recursos da União provenientes do Programa de Aceleração do
Crescimento.
As oito denúncias já apresentadas pela força-tarefa
da Lava Jato no Rio de Janeiro revelam como Sérgio Cabral instituiu, ao assumir
o governo do do estado, em 2007, um esquema de cartelização de empresas e
favorecimento em licitações, mediante pagamento de propina de cerca de 5% em
todas as grandes obras públicas de construção civil contratadas junto ao ente
público, quase sempre custeadas ou financiadas com recursos federais. As
investigações demonstram que a organização desviou mais de US$ 100 milhões dos
cofres públicos mediante engenhoso processo de envio de recursos oriundos de
propina para o exterior.
4 de mai. de 2017
Notícias do site Lavajato.mpf.mp
MPF/RJ denuncia Sérgio Côrtes e Miguel Iskin por
obstrução de justiça
Ex-secretário
de Cabral e empresário são acusados de tentar influenciar colaboração
03/05/2017
O
Ministério Público Federal (MPF) denunciou Sérgio Côrtes, ex-secretário de
saúde da gestão de Sérgio Cabral, e o empresário Miguel Iskin por tentativa de
obstrução de justiça. A denúncia foi apresentada pelo MPF à 7ª Vara
Federal Criminal do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (3). Côrtes e Iskin,
além de Sérgio Vianna Júnior, são acusados pela força-tarefa Lava Jato/RJ de
articulação para influenciar no acordo de colaboração premiada firmado pelo
ex-subsecretário executivo da pasta, César Romero. Eles são investigados na
operação Fatura Exposta, desdobramento da Calicute e Eficiência, que investigam
a organização criminosa liderada pelo ex-governador.
De
acordo com a denúncia, usando Vianna como intermediário, o ex-secretário de
saúde e o empresário agiram de forma conjunta para constranger Romero a alterar
o conteúdo de sua delação, que se encontrava ainda em fase de negociação com o
MPF, oferendo dinheiro, inclusive. Os acusados tentavam combinar entre si
versões a serem apresentadas, buscando dificultar as apurações dos crimes de
corrupção e lavagem de dinheiro praticados no Instituto de Traumatologia e
Ortopedia (Into) e na Secretaria Estadual de Saúde do Rio.
Durante
o período em que negociava os termos de sua colaboração, César Romero foi
procurado mais de uma vez pelos acusados, segundo atestam gravações feitas por
ele e por registros do circuito fechado de TV de seu escritório. “A preocupação
entre os denunciados em estancar as investigações ou pelo menos impedir que
chegassem com força às suas condutas era evidente”, defende a denúncia do MPF.
Fatura
Exposta – A operação Fatura Exposta
investiga as ramificações da organização criminosa chefiada por Sérgio Cabral
na área da saúde. Atualmente, além de Sérgio Côrtes, Miguel Iskin e seu sócio
Gustavo Estellita estão presos preventivamente suspeitos de corrupção ativa e
passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo as apurações,
eles teriam comandado um cartel de distribuidoras e fornecedoras de serviços,
fraudando licitações do Estado.
28 de abr. de 2017
Notícias do ANTAGON!STA
Cortina de fumaça
Brasil 28.04.17 19:19
A polêmica decisão de Gilmar Mendes terá
muito pouca repercussão na imprensa, por causa dos protestos dos sindicalistas
pelegos.
Brasil 28.04.17 19:16
Gilmar Mendes não se sentiu nem um pouquinho constrangido em libertar
Eike Batista, embora sua mulher (Guiomar) trabalhe no escritório de Sérgio
Bermudes, advogado de Eike em causas cíveis.
Só no Brasil.
Tudo ou nada dos pelegos
Brasil 28.04.17 17:03
Os pelegos da ORCRIM, diante do absoluto fracasso da greve geral,
resolveram partir para a pancadaria.
Veja a manchete de O Globo:
Grupos protestam com vandalismo no Centro; Polícia reage com bombas de gás e cerca a Alerj.
27 de abr. de 2017
PIZZA?
Infelizmente
começo a sentir cheiro de PIZZA. Tomara que eu esteja enganado.
Saiu no G1;
Sérgio Cabral diz que pagou itens de luxo
com dinheiro de caixa 2, mas nega que dinheiro seja propina
Ex-governador do
Rio de Janeiro falou que quantia era de sobras não contabilizadas de campanhas
eleitorais.
SUMIÇO DE PROVAS OU FORMAÇÃO DE RESERVA TÉCNICA?
A T E N Ç Ã O, prestem muita atenção no fatos
noticiados e os analisem friamente, para poder entender o que realmente está
acontecendo.
Foi noticiado no ANTAGON!STA:
Ladrão que rouba Cabral...
O Globo informa que o juiz Marcelo
Bretas resolveu agilizar o leilão de bens apreendidos pela Lava Jato no Rio,
após descobrir que ladrões invadiram a Fazenda Três Irmãos, em Paraíba do Sul.
O imóvel está em nome de Carlos
Miranda, principal operador de Sérgio Cabral. A invasão foi seguida do roubo de
aparelhos de ar-condicionado, louças de cozinha e banheiro, além de objetos
pessoais e outros itens.
A LJ no Rio já apreendeu uma aeronave,
35 embarcações, 103 imóveis, além de jóias, veículos de luxo e obras de arte
num total superior a R$ 1 bilhão.
Será que este fato realmente aconteceu, em sendo verídico, há
a possibilidade de “limpeza de arquivo”?
A quem pode interessar o sumiço de alguns objetos e/ou
documentos não elencados no rol da rés furtiva?
Seria o fato estória de cobertura para encobrir provas
irrefutáveis dos crimes da Facção criminosa que se instalou no Rio?
Há de se acompanhar o desdobrar dos acontecimentos, se não
for abafado pelos interessados.
ESTEVES – CEL RR
25 de abr. de 2017
MSN NOTICIAS
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) pediu ao
Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que determine o retorno de
Adriana Ancelmo para a prisão preventiva.
Investigada na Operação Calicute, ela foi denunciada por
corrupção e lavagem de dinheiro na organização criminosa liderada pelo marido,
o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, que se encontra preso. Adriana cumpre
atualmente prisão domiciliar concedida pela 7ª Vara Federal Criminal, sob a
alegação de que tem filhos menores de 12 anos. O parecer da Procuradoria
Regional da República da 2ª Região (PRR2), que será julgado nesta quarta-feira
(26) pela 2ª Turma do TRF2, reforça recurso da força-tarefa da Lava Jato no Rio
e destaca que as causas que originaram a prisão de Adriana não somente
permanecem inalteradas como também ganharam robustez com o prosseguimento das
investigações, não havendo razões para conversão em prisão domiciliar. Para a
procuradora regional da República, Mônica de Ré, a prisão preventiva é
essencial para encerrar a prática de lavagem de dinheiro, crime usualmente
cometido com o uso de telefone e acesso à internet.
“Apesar das medidas de precaução determinadas, vedando o acesso
a meios de comunicação, a difícil fiscalização do cumprimento torna evidente o
risco de ela acessar e movimentar o patrimônio oculto por Cabral”, argumentou.
Ainda de acordo com o parecer, o próprio TRF2 apontou, em manifestação
anterior, que o benefício não alcançaria a ré, tanto pelo fato de ter viajado
diversas vezes sem os filhos, quanto pela gravidade de sua conduta.
A PRR2 defende ainda que a conversão em prisão domiciliar
afronta o princípio da isonomia, que defende que todos são iguais perante a
lei, “já que há milhares de outras mulheres com filhos detidas e que não foram
favorecidas da mesma forma”. Com informações da Agência Brasil.
24 de abr. de 2017
Notícias do site lavajato.mpf.mp
Lava Jato/RJ: MPF denuncia Cabral e mais 19 por
cartel e fraudes a licitações
Investigações
da Saqueador e Calicute demonstram crimes conexos em obras no Rio
20/04/2017
O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu nova
denúncia à 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro contra o ex-governador do
estado Sérgio Cabral e outros 19 investigados pela força-tarefa da Lava Jato no
Rio. Eles são acusados de fraudes nas licitações para a reforma do estádio do
Maracanã para a Copa de 2014 e para as obras de urbanização do programa
PAC-Favelas, além do superfaturamento e da formação de cartel para obras
públicas estaduais financiadas pela União.
Para o MPF, os fatos apontados na denúncia formam parte do elo entre os crimes
apurados pelas operações Saqueador e Calicute, que já haviam denunciado o
pagamento de propina e a lavagem de dinheiro. Agora, são denunciados os crimes
de formação de cartel, superfaturamento e fraudes em licitações, todos
relativos às mesmas obras investigadas nas duas operações e praticadas pela
mesma organização criminosa, liderada por Cabral.
A denúncia, que já foi recebida pela 7ª Vara
Federal Criminal do Rio de Janeiro, demonstra que os executivos das empreiteiras
Delta, Andrade Gutierrez, Carioca Engenharia, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão,
Camargo Corrêa, Camter e EIT atuaram de forma combinada entre si para vencer as
licitações nos dois conjuntos de obras mencionados. Por meio de cartel, o grupo
também eliminava a concorrência em outras grandes obras do governo.
Conforme as investigações já haviam indicado, as empresas se comprometiam a
pagar a Sérgio Cabral um total de 5% sobre o faturamento das obras, já que a
prática dependia de acordos com os agentes públicos responsáveis pela
fiscalização de licitações. No caso do Maracanã, após 16 termos aditivos, os
gastos com a reforma saltaram de R$ 705 milhões para R$ 1,2 bilhão. Já nas
obras realizadas nas comunidades de Manguinhos, Complexo do Alemão e Rocinha, que
custaram R$ 915 milhões, as empresas articulavam para incluir nos projetos
básicos exigências que só elas mesmas poderiam satisfazer.
Demais denunciados – Além de Cabral, foram denunciados: Wilson
Carlos (ex-secretário de governo), Hudson Braga (ex-subsecretário de obras),
Ícaro Júnior (ex-presidente da empresa de obras do RJ), Louzival Luiz Lago
Mascarenhas Junior, Marcos Antonio Borghi e Marcelo Duarte Ribeiro (OAS),
Fernando Cavendish e Paulo Meriade Duarte (Delta Construções), Benedicto
Barbosa da Silva Júnior, Eduardo Soares Martins, Irineu Berardi Meireles,
Marcos, Vidigal do Amaral e Karine Karaoglan Khoury Ribeiro (Odebrecht), Juarez
Miranda Junior (Camter), Maurício Rizzo e Gustavo Souza (Queiroz Galvão), Paulo
Cesar Almeida Cabral (EIA), José Gilmar Francisco de Santana (Camargo Corrêa) e
Ricardo Pernambuco (Carioca).
Confira aqui a denúncia do MPF e aqui a decisão da
Justiça do recebimento da denúncia.
Para o MPF, os fatos apontados na denúncia formam parte do elo entre os crimes apurados pelas operações Saqueador e Calicute, que já haviam denunciado o pagamento de propina e a lavagem de dinheiro. Agora, são denunciados os crimes de formação de cartel, superfaturamento e fraudes em licitações, todos relativos às mesmas obras investigadas nas duas operações e praticadas pela mesma organização criminosa, liderada por Cabral.
Conforme as investigações já haviam indicado, as empresas se comprometiam a pagar a Sérgio Cabral um total de 5% sobre o faturamento das obras, já que a prática dependia de acordos com os agentes públicos responsáveis pela fiscalização de licitações. No caso do Maracanã, após 16 termos aditivos, os gastos com a reforma saltaram de R$ 705 milhões para R$ 1,2 bilhão. Já nas obras realizadas nas comunidades de Manguinhos, Complexo do Alemão e Rocinha, que custaram R$ 915 milhões, as empresas articulavam para incluir nos projetos básicos exigências que só elas mesmas poderiam satisfazer.
Demais denunciados – Além de Cabral, foram denunciados: Wilson Carlos (ex-secretário de governo), Hudson Braga (ex-subsecretário de obras), Ícaro Júnior (ex-presidente da empresa de obras do RJ), Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior, Marcos Antonio Borghi e Marcelo Duarte Ribeiro (OAS), Fernando Cavendish e Paulo Meriade Duarte (Delta Construções), Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Eduardo Soares Martins, Irineu Berardi Meireles, Marcos, Vidigal do Amaral e Karine Karaoglan Khoury Ribeiro (Odebrecht), Juarez Miranda Junior (Camter), Maurício Rizzo e Gustavo Souza (Queiroz Galvão), Paulo Cesar Almeida Cabral (EIA), José Gilmar Francisco de Santana (Camargo Corrêa) e Ricardo Pernambuco (Carioca).
16 de fev. de 2017
ALGUÉM TINHA DÚVIDA?
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| Foto: Seap Cabral está em Bangu 8. |
Um
ouvinte da Rádio BandNews FM, que ficou preso em Bangu 8, na mesma ala que
Sérgio Cabral deu detalhes da rotina e das regalias do ex-governador. O ouvinte
foi liberado nesta semana, por ser um crime de baixa periculosidade.
O
presidiário tinha contato visual com Cabral e trocou poucas palavras com o
político, apenas para pedir emprestado o jornal que ele recebe diariamente. Apesar
de muito abatido, ele relata que o ex-governador sempre se mostrou calmo e
educado com os demais detentos.
O preso
afirmou que, na cela que Cabral divide com mais três detentos, ele possui um
bom colchão, ventilador e um cooler. O político não utiliza uniforme como os
demais, apenas uma blusa branca e a calça da Seap.
O
ex-governador tem se alimentado com refeições diferentes dos demais detentos,
preparadas especialmente para ele. Por isso, as quentinhas que seriam
destinadas a ele são jogadas fora.
Apesar
disso, o Ministério Público Federal e a Secretaria de Administração
Penitenciária afirmam que não há ilegalidade na situação. De acordo com a SEAP,
os presos têm direito a comprar o que quiseram na cantina da penitenciária com
os cem reais que podem receber semanalmente de parentes. Já o MPF confirmou que
os detentos costumam produzir o próprio cooler para abastecer com alimentos
levados pelas visitas. Segundo o Órgão, há inspeções periódicas no presídio da
Zona Oeste e não foi constatado privilégios à Cabral.
+ A denúncia foi feita por um ouvinte da Bandnews FM que esteve
detido no mesmo complexo penitenciário que Sergio Cabral.
15 de fev. de 2017
FALCATRUA A VISTA
ANTIGO BATALHÃO PARA
PMs SERÁ CELA ‘VIP’ DA LAVA JATO
14/02/2017
O DIA
Rio - O ex-governador
Sérgio Cabral já pode começar a arrumar as malas para mudar de presídio. Ele
vai trocar a cela em Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, por uma
que está sendo construída às pressas, para os presos da Operação Lava-Jato que
têm nível superior, no antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica.
Como não terá ala
feminina na nova unidade, a ex-primeira-dama, a advogada Adriana Ancelmo (presa
desde dezembro), não vai acompanhar o marido, com quem se encontraria todas as
quartas e sábados no banho de sol, em Bangu. Eike Batista, por não ter curso
superior, também fica em Bangu.
A Seap estima que a
mudança ocorra em 30 dias. São presos da Seap que estão tocando a obra, que,
segundo o secretário, coronel PM Erir Ribeiro Costa Filho, vai custar R$20 mil.
O secretário comandou a PM em 2012, durante a gestão de Cabral.
O BEP era unidade
destinada a policiais e foi desativada em 2015, após uma juíza da Vara de
Execuções Penais (VEP) ter sido atacada pelos presos, durante fiscalização. Ao
‘Fantástico’, da TV Globo, o secretário negou que Cabral vá obter privilégios.
A promotora Valéria
Videira, responsável pela fiscalização de penitenciárias, pensa diferente. “Vai
virar mansão para Lava-Jato. A falta de fiscalização e a vulnerabilidade do
local vão propiciar o ingresso de mordomias e vantagens que hoje não estão
ocorrendo (em Bangu)”, disse ao mesmo programa.
Colchões
de atletas
Como mostrou o
‘Fantástico’, na nova cela, Cabral e os demais acusados na Operação Calicute
(desmembramento da Lava-Jato), terão mais conforto, pois vão dormir em colchões
usados por atletas durante a Olimpíada, além de mais privacidade na hora do
banho. Além dos presos federais, os de nível superior e internos de pensão
alimentícia estão entre os que serão transferidos para a nova unidade, que
terás 216 vagas.
Meu Comentário:
Não posso afirmar, seria leviano, que tenha ou não mordomias para este marginal da Lei em Bangu, como também não afianço se ele dá ou não umas saidinhas para espairecer, é muito risco, existem inimigos ocultos que podem ver e registrar (celulares são armas). Tenho minhas convicções.
Não posso afirmar, seria leviano, que tenha ou não mordomias para este marginal da Lei em Bangu, como também não afianço se ele dá ou não umas saidinhas para espairecer, é muito risco, existem inimigos ocultos que podem ver e registrar (celulares são armas). Tenho minhas convicções.
Todavia temos que admitir que em
um presidio isolado, com um menor número de funcionários e estes escolhidos a
dedo, cujo a principal característica na seleção é a subserviência e a lealdade
ao “senhor”, se torna muito mais fácil e com menor risco qualquer ação que vise
o acalanto do ex-governador.
Lembremos que o secretário foi
um dos Cmt Geral da gestão do quadrilheiro e sempre se destacou pela lealdade a
seus chefes, hoje Pezão.
Se estão todos acomodados em
Bangu, porque a pressa desenfreada em reformar um estabelecimento que fora
desativado por proporcionar mordomias a seus internos. Não a todos, mas àqueles
que tinham poder financeiro para “bancar”. Alguém duvida do “poder de fogo” dos
bandidos da Lava Jato.
Com o coração repleto de
esperança, rogo a que o Ministério Público fique atento a estas manobras e não
permita tais desmandos, que a Lei seja cumprida e que a Justiça prevaleça.
ESTEVES - CEL RR
4 de fev. de 2017
O DIA - NOTÍCIAS
Ex-subsecretário
diz que movimentou recursos para campanha de filho de Cabral
Francisco de Assis Neto, o Kiko, foi
preso nesta sexta-feira e já prestou depoimento na Polícia Federal
Rio - O subsecretário
de Comunicação do Rio do governo de Sérgio Cabral, Francisco de Assis Neto, o
Kiko, preso ontem ao desembarcar no Rio, afirmou em depoimento à Polícia
Federal que movimentou grandes quantias para a campanha do deputado federal
Marco Antônio Cabral (PMDB), entre agosto e outubro de 2014. A informação foi
confirmada ao DIA por
pessoas que tiveram acesso ao depoimento, o qual está em sigilo de Justiça.
Último alvo em
liberdade da Operação Eficiência, um desdobramento da Lava Jato, Kiko foi
detido no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, após avisar à polícia
que voltaria dos Estados Unidos ontem.
O empresário passou a
ser investigado pela Procuradoria da República e pela Polícia Federal após
delação premiada dos doleiros Renato e Marcelo Hasson Chebar. Os irmãos Chebar
apresentaram planilhas que indicam transferências no total de R$ 7 milhões a
Kiko. O período dos repasses coincide com o trabalho do publicitário na
campanha do filho do ex-governador para o congresso.
Os irmãos são acusados
de participar do esquema de lavagem de dinheiro de Cabral, segundo o MPF. Eles
disseram que os pagamentos eram entregues na sede da empresa de Kiko, no Centro
do Rio.
A defesa de Kiko
afirmou que seu cliente não sabia da origem das quantias e não quis comentar o
teor do depoimento. “O Francisco desconhece a origem do dinheiro. Mas no
depoimento ele esclareceu, a princípio, onde o aplicou”, disse seu advogado,
Breno Melaragno. Indagado se o montante foi usado em campanha publicitária, ele
respondeu “pode-se deduzir isso”.
O
DIA entrou em contato com a assessoria de Marco Antonio Cabral, mas
não obteve retorno. Kiko é a nona pessoa presa apontada como integrante da
organização criminosa supostamente liderada por Cabral que teria lavado ao
menos US$ 100 milhões em propinas por meio de contas no exterior. Após prestar
depoimento por cinco horas na sede da Polícia Federal, ele foi levado ontem
para o presídio Ary Franco, em Água Santa, de onde deveria seguir para Bangu 8,
já que possui curso superior.
Na
Suíça, ouro e diamantes
Em Genebra, na Suíça,
estaria um dos cofres que abrigariam o suposto patrimônio em diamantes e barras
de ouro acumulado clandestinamente pelo ex-governador Sérgio Cabral. O
esconderijo fez parte dos dados fornecidos pelos operadores financeiros Renato
e Marcelo Chebar, em delações ao Ministério Público Federal. No total, eles
envolveriam US$ 3,5 milhões. As informações também estão sendo alvo de apuração
pela Procuradoria suíça.
Equipe do jornal O
Estado de S. Paulo esteve em um endereço informado pelos delatores, que
coincide com o de empresa que aluga cofres. Os funcionários, de trás de um
vidro blindado, se recusaram a falar sobre o assunto. O aluguel de um cofre
nesse local pode chegar a custar US$ 10 mil por ano, dependendo do tamanho e de
sua segurança. A empresa não exige saber a procedência do ouro ou das pedras.
Já nos bancos, a movimentação por brasileiros tem sido suscetível de exame por
gerentes, cada vez mais pressionados a saber a origem do dinheiro.
3 de fev. de 2017
ESPERANÇA?
Como quem elege o Presidente do Senado são os
senadores, da Câmara dos Deputados são os deputados federais e das Assembleias
Legislativas são os deputados estaduais, honestamente, alguém esperava
resultado diferente?
Presidente do Senado, Senador Eunício Oliveira
(PMDB-CE) ex-Ministro de Lula, integrante da base aliada de Dilma e citado na
Operação Lava-a-Jato.
Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado
Rodrigo Maia (DEM-RJ), aquele que diante da tragédia da Chapecoense, se
aproveitou da consternação popular e na calada da noite apresentou para votação
a destruição das medidas contra a corrupção.
Presidente da Assembleia
Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) Deputado Jorge Picciani (PMDB),
existe alguma coisa a se dizer que não se saiba, parceiro de Sérgio Cabral,
defensor do pacote da maldade, defensor da aplicação de congelamento dos
salários do funcionalismo do executivo (funcionalismo público) por três anos,
exceção aos do Legislativo e Judiciário.
Diante deste dantesco quadro, há como se ter
esperança?
ESTEVES - CEL RR
19 de jan. de 2017
MAIS ESTATÍSTICA
MENOS UM CHEFE DE FAMÍLIA JUNTO AOS SEUS E MAIS UM NÚMERO NA ESTATÍSTICA OFICIAL.
O DIA
PM é morto na
Baixada Fluminense
Segundo as primeiras informações, policial reagiu a
um assalto dentro de padaria em Japeri na noite desta quinta-feira
19/01/2017 23:04:04 -
O DIA
Rio - Um policial
militar foi morto em Japeri, na Baixada Fluminense, na noite desta
quinta-feira. De acordo com as primeiras informações, o subtenente reagiu a um
assalto dentro de uma padaria na Rua Dulce Zilda e foi atingido. Até a
publicação desta reportagem, a PM ainda não havia divulgado o nome da vítima.
Ele chegou a ser
socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse). Mas, segundo a
unidade, o PM já chegou morto no local. O militar foi o 12º policial morto no
Rio nestes primeiros 19 dias deste ano. Lotado no Departamento Geral de Pessoal
(DGP), ele estava agregado ao 20º BPM (Mesquita).
Na noite desta
quarta-feira, um policial militar foi executado com um tiro na cabeça dentro do
Shopping Jardim América. Segundo a PM, ele reagiu a um assalto em uma
joalheria. Até o momento, ninguém foi preso.
Neste mesmo dia,
bandidos armados invadiram uma joalheria no Ilha Plaza Shopping. Dois deles
foram detidos e outro conseguiu fugir.
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