10 de set. de 2018

Site "O ANTAGON!STA"


CRUSOÉ, EXCLUSIVO: PF APURA SE ATENTADO A BOLSONARO TEVE “MANDANTE” OU “INCENTIVADOR
Brasil 10.09.18

Rodrigo Rangel, na Crusoé, informa com exclusividade que a PF descobriu que Adélio Bispo de Oliveira, autor do atentado contra Jair Bolsonaro, frequentava uma lan house em Juiz de Fora — apesar de ter computador e quatro telefones celulares.
Os investigadores apuram agora se o atentado teve um “mandante” ou um “incentivador”.

3 de set. de 2018

ANTAGON!STA - DÁ PARA ACREDITAR?


Caminhoneiros descartam nova paralisação
Brasil 02.09.18  

A convocação feita pela União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC) para uma nova paralisação não foi reconhecida por outras entidades representativas dos caminhoneiros, registra o Estadão.

Um dos líderes da paralisação de maio, Wallace Landim, descartou a possibilidade de nova greve depois do feriado de 7 de setembro, rebatendo os rumores que circularam nos últimos dias.
Segundo Landim, no dia 12 de setembro os caminhoneiros devem fazer um protesto em frente à ANTT em Brasília, para cobrar fiscalização para o cumprimento do tabelamento de frete.

2 de set. de 2018

INSTITUTOS DE PESQUISAS. PESQUISAS CONFIÁVEIS?




SERÁ QUE SE PODE REALMENTE CONFIAR ?






SITE "O ANTAGON!STA"



“O Brasil está de luto”
Brasil 02.09.18  

Sérgio Sá, ministro da Cultura, diz agora à Rádio Gaúcha que “o Brasil está de luto” com o incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro.
“É uma perda imensurável.”
Falou o crítico musical.


“Meu sentimento é de imensa raiva”
Brasil 02.09.18

Luiz Fernando Dias Duarte, vice-diretor do Museu Nacional, desabafa em entrevista à GloboNews:
“Meu sentimento é de desânimo profundo e de imensa raiva, imensa raiva.”


Tudo destruído
Brasil 02.09.18  

Os mais de 20 milhões de itens do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, foram destruídos pelo incêndio.
Os quatro vigilantes que trabalhavam no local conseguiram escapar.
Se sobrar algo do prédio histórico, que também serviu de palácio imperial, será um milagre. Os bombeiros não têm água e equipamentos suficientes para combater o fogo.




30 de ago. de 2018

Site JOTA - Notícias que fazem a diferença


MUDANÇA NAS CORTES
Novo presidente, Noronha critica transformação do STJ em ‘terceira instância’
Durante cerimônia de posse Noronha defendeu a criação de um filtro de relevância para a entrada de casos no STJ

        MARIANA MUNIZ
BRASÍLIA
29/08/2018 comentários

Presidente do STJ, João Otávio de Noronha, ao lado da vice presidente da Corte, Maria Thereza de Assis Moura Crédito Gustavo Lima
O ministro João Otávio de Noronha tomou posse nesta quarta-feira (29/8) como novo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo maior tribunal do Poder Judiciário brasileiro. Ele assume o cargo mais alto da Corte por um mandato de dois anos – no lugar de Laurita Vaz, primeira mulher a assumir a cadeira de presidente no tribunal.
Durante a cerimônia de posse, Noronha criticou a transformação dos tribunais superiores em “cortes de terceira instância” que, segundo ele, “asfixiam seu regular funcionamento”.
“É preocupante o futuro do STJ, que viu-se submetido à rotina de apreciar uma fartura de processos que todos os dias chegam por atacado. Que papel relevante há em confirmar ou reformar decisões dos tribunais regionais ou estaduais?”
Noronha disse ser “urgente” a aprovação, pelo Senado Federal, da Emenda à Constituição que cria o filtro de relevância para a entrada de recursos no STJ, – a chamada PEC da Relevância.
“Ao contrário do que se vem insinuando, não se trata de um eufemismo para impedir o livre acesso à jurisdição. Portanto, a expectativa é que o Senado aprove o texto da PEC, pois o país precisa de um processo menos burocrático e mais eficiente.”
O novo presidente assumiu o compromisso de “trabalhar para fortalecer o prestígio do STJ como órgão competente para decidir irrecorrivelmente sobre todo contencioso infraconstitucional”. Para ele, o STJ foi criado para dar a “última palavra” sobre a legislação infraconstitucional, “sem nada e a ninguém consultar”.
Ao falar sobre os desafios de assumir a direção do STJ “num dos períodos mais turbulentos da vida nacional”, Noronha destacou a atuação do Ministério Público, “conduzindo ações de combate à impunidade e à corrupção”, salientando, porém, que “uma dose de equilíbrio é sempre medida para que nossas instituições não se transformem em espetáculo”.
Noronha atacou aqueles que apostam num “desgaste da confiança da Justiça, subvertendo a verdade e fazendo um desserviço à história”. “A justiça sofre os efeitos dessa campanha. Antes, tínhamos 210 milhões de torcedores. Hoje, temos 210 milhões de críticos revisionistas das decisões judiciais”, completou o novo presidente.
Na mesma cerimônia, na sede da Corte, em Brasília, a ministra Maria Thereza de Assis Moura também tomou posse, como vice-presidente.
Perfil
Natural de Três Corações (MG), Noronha, de 62 anos, fez carreira como advogado do Banco do Brasil, tendo exercido o cargo de diretor jurídico da instituição. É ministro do STJ desde 2002, quando foi nomeado pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. É casado e tem dois filhos.
No STJ, foi membro da Primeira e da Segunda Seção. Também foi corregedor-geral da Justiça Federal, corregedor-geral eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral e diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
Até assumir a presidência do STJ, era o corregedor nacional de Justiça no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De personalidade forte, o 18º presidente do STJ chega a um tribunal cada vez mais visado com a missão de não reproduzir o que criticou na gestão anterior.
Convidados
O presidente da República, Michel Temer, assistiu à cerimônia de posse do novo presidente do STJ, assim como as presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. Também marcou presença a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Participaram ainda da cerimônia o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia.
A lista de presentes no evento ainda contou com os senadores Eunício Oliveira (PMDB-CE) e Romero Jucá (PMDB-RR), e outros convidados, entre eles os governadores de Minas Gerais, Fernando Pimentel e do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).
Na plateia ainda estavam o ex-presidente da República José Sarney, os ministros do STF Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Marco Aurélio Mello.

29 de jul. de 2018

JOTA - NOTÍCIAS QUE FAZEM DIFERENÇA


O caminho da defesa de Lula para que ele faça campanha na TV


O eventual pedido de registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai levar à Corte ao menos duas situações inéditas de uma única vez: um candidato preso tentando disputar o Palácio do Planalto e com a possibilidade de gravar vídeos para o horário eleitoral gratuito de dentro da prisão.
A defesa do ex-presidente trabalha com um calendário eleitoral que garanta a Lula, pelo menos, estrear na propaganda eleitoral no fim do mês de agosto. Segundo os advogados que atuam na estratégia de Lula, mesmo que o TSE negue de ofício o pedido de registro, seria possível recorrer e usar prazos processuais para assegurar que a propaganda do ex-presidente seja exibida. Mas essa visão não é totalmente compartilhada por outros advogados e ex-ministros do TSE.
Para entender a estratégia da defesa. Lula deve ser confirmado como candidato do PT na convenção do partido no dia 4 de agosto. Pela articulação atual, o registro da candidatura seria feito no prazo limite de 15 de agosto, último dia para o pedido. A legislação prevê que, a partir do dia 16 de agosto, o petista já esteja liberado para fazer sua propaganda, por exemplo, na internet, se for efetivado como candidato.
Com o pedido de registro, qualquer candidato já pode começar a lançar sua publicidade, não precisando de uma autorização especial da Justiça Eleitoral. A situação de Lula é extraordinária porque ele está preso – após a condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso tríplex.
Ocorre que, segundo ex-ministros do TSE e advogados que acompanham a Corte, a publicidade do petista depende, além da Justiça Eleitoral, da Vara de Execuções Penais.
A juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, precisaria liberar a gravação – até mesmo para que uma equipe de marqueteiro tivesse acesso à sala da Polícia Federal onde o petista está preso desde 7 de abril. A lei de execução penal não trata do tema.
O TSE ainda não enfrentou a questão. Alguns tribunais regionais eleitorais já foram acionados para tratar da liberação de propaganda de candidato preso no passado. Em 2012, o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia permitiu a Udo Wahlbrink, candidato a vereador de Vilhena, cidade a 699 km de Porto Velho (RO), gravar propaganda da cadeia. Prevaleceu o entendimento de que o candidato “recolhido em estabelecimento prisional, com registro de candidatura deferido, tem o direito à gravação da sua propaganda eleitoral, sob pena de restrição dos direitos políticos sem amparo legal”.
Os juízes fixaram ainda que “a gravação de propaganda eleitoral nas dependências da casa de detenção, em que se encontra recolhido o candidato, não se enquadra na vedação do art. 37, “caput”, da Lei n. 9.504/1997, pois o dispositivo restringe-se às propagandas fixadas em bens públicos.”
Os magistrados entenderam que não há qualquer vedação à gravação de programas eleitorais em bens públicos, como presídio, sendo que a pretensão do candidato não é utilizar o bem público para veicular, difundir ou promover sua campanha. Mas, sim, a confecção de sua propaganda.
Wahlbrink (PT), presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Vilhena e Chupinguaia, e outras duas lideranças locais, foram presos por incitar a invasão de terras.
Há duas diferenças marcantes nesses casos. Primeiros, Wahlbrink não estava condenado em segunda instância como o ex-presidente Lula. Além disso, é claro que há uma diferença de repercussão política, quando se trata de um ex-presidente que tenta mais um mandato presidencial.

Direitos políticos

Um dos argumentos que deve ser lançado pela defesa de Lula ao TSE é que os direitos políticos dele não foram suspensos. Isso dependeria de condenação transitada em julgado – quando não cabem mais recursos. Advogados de Lula vão alegar que a legislação eleitoral permite concorrer e fazer propaganda.
A norma estabelece que “candidato cujo registro esteja sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha eleitoral, inclusive utilizar o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e ter seu nome mantido na urna eletrônica enquanto estiver sob essa condição, ficando a validade dos votos a ele atribuídos condicionada ao deferimento de seu registro por instância superior”.
O advogado Luiz Fernando Pereira, que trabalha na estratégia petista, afirma que Lula está provisoriamente inelegível, condição que pode ser derrubada.
Pereira não vê como negativo o fato de a juíza responsável pela execução de Lula já ter negado pedidos para a gravações do petista na PF. Isso porque a magistrada afirmou que o ex-presidente ainda não era oficialmente candidato.
“Não estamos querendo esticar a candidatura do ex-presidente Lula. É preciso entender que há uma possibilidade de reverter a inelegibilidade”, afirma Pereira.

Passo a passo do registro de candidatura de Lula, segundo roteiro do PT

     1.   Convenção
O PT deve realizar a convenção para anunciar a candidatura de Lula no dia 4 de agosto. O prazo termina no dia 5 de agosto.
    2.   Pedido
O pedido de registro do candidato pode ser apresentado ao TSE até às 19h do dia 15 de agosto.
    3.   Contestação
A partir do dia 16 de agosto, o TSE publica edital com todos os pedidos de registros. Até o dia 21 de agosto, os pedidos de registros podem ser impugnados, por exemplo, pelo Ministério Público Federal e partidos políticos.
    4.   Relator
Apresentada a contestação no TSE, já é possível saber quem será o relator do pedido de registro. O sorteio é feito entre seis ministros do TSE (o presidente não participa)
    5.   Defesa
O relator vai mandar notificar Lula. A defesa terá sete dias para se manifestar – o que deve ocorrer a partir do dia 22, se estendendo até o dia 29 de agosto.
    6.   Alegações
Abre-se prazo do dia 30 de agosto até o dia 4 de setembro para o responsável pela impugnação, Lula e Ministério Público entregarem suas últimas manifestações no processo. O prazo é de cinco dias.

7.   Julgamento
Relator tem prazo de 48 horas para levar o caso ao plenário – o que deve ocorrer no dia 6 de setembro.
   8.   Recurso
Em eventual negativa, cabe novo recurso ao próprio TSE, como os chamados embargos de declaração, que pedem esclarecimentos da decisão tomada pela Corte. São três dias para apresentação do recurso.
Uma derrota no TSE não encerra a questão. O caso pode ser levado ainda ao Supremo Tribunal Federal. Vale lembrar que o próprio STF, nesse intervalo, pode tomar alguma decisão sobre a inelegibilidade do petista – o que será alvo de análises específicas.

MÁRCIO FALCÃO – Editor em Brasília

SITE O ANTAGON!STA


A delação de Paulo Melo
Brasil 29.07.18 18:49  

O deputado estadual Paulo Melo, suspeito de integrar um esquema de corrupção passiva e ativa no Estado do Rio de Janeiro, está negociando um acordo de delação premiada, publica O Globo.
“Se fechar, vai criar problemas sobretudo para os seus pares deputados estaduais”.

Meu Comentário: Com toda certeza aumentará muito a pressão na “casa do povo” fluminense. Aliados do passado se tornarão inimigos no futuro.
Bolsonaro lidera na internet
Brasil 29.07.18 14:48  

Jair Bolsonaro chegou a 8,5 milhões de seguidores nas suas redes sociais (Facebook, Twitter, YouTube e Instagram), registra Sonia Racy no Estadão.
A soma é maior do que o número de seguidores de Marina Silva e Lula juntos

Meu Comentário: Com a palavra o Instituto Data Folha.

8 de jul. de 2018

NOS MEANDROS DA JUSTIÇA


BRIGA DE CACHORRO GRANDE.

Fico um tanto quanto atônito diante de tantas notícias contraditórias a respeito do ex-presidente e atual presidiário, Lula.
Cabe ressaltar que apesar de antagônicas, nenhuma “Fake News”, todas verdadeiras.
Desembargador Favreto solta, o Presidente do TRF-4 Desembargador Flores prende, o primeiro ameaça o Juiz Moro caso não cumpra sua ordem de soltar o apenado dentro do prazo por ele estipulado, o Presidente do TRF-4 após derrubar a liminar concedendo o Habeas Corpus em favor de Lula, sai em defesa do Desembargador Favreto, dizendo que o mesmo foi induzido a erro.
Em contra-ataque, integrantes do Ministério Público Federal e do Poder Judiciário, protocolam no CNJ um pedido de instauração de processo disciplinar contra desembargador plantonista Favreto.
Deputados petista externam intenção de entrar com representação no CNJ contra o Juiz Sérgio Moro.
No corpo da decisão que deu fim a tentativa de golpe de soltar Lula, o Desembargador Flores afirma que não há qualquer ato ilegal que possa ser imputado as ações do Magistrado Sérgio Moro.
Todos os fatos acima elencados transcorreram num curto lapso temporal, fazendo com que o leitor ficasse desatualizado cerca de meia hora após ter tomado conhecimento de uma notícia.
Nesta briga jurídica com HCs, liminares, representações, investigações e Mandados de Segurança, o povo fica perplexo e inseguro com o amanhã.
Quem tiver a mordida mais forte leva.

ESTEVES – Cel RR

2 de jul. de 2018

SITE LAVA JATO - MPF - COMBATE A CORRUPÇÃO


Força-tarefa Lava Jato reforça repúdio à tentativa de vincular operação e candidatos
2 DE JULHO DE 2018

Nenhum dos integrantes fez qualquer manifestação de apoio a algum pré-candidato

Da mesma forma como se posicionou há algumas semanas, a força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) vem a público novamente reforçar e esclarecer que nenhum de seus integrantes fez ou fará qualquer manifestação de apoio a algum pré-candidato a qualquer cargo nas eleições deste ano.
Esse esclarecimento se faz necessário em razão de nota publicada pela coluna Radar, do site da revista Veja, com o título Álvaro Dias é o preferido de Sérgio Moro, em que há menção a procuradores da força-tarefa de Curitiba.
Qualquer manifestação nesse sentido é especulativa e só tem a intenção de confundir a opinião pública tentando vincular todo o trabalho estritamente técnico, imparcial e apartidário realizado pela Lava Jato indevidamente a um partido, candidato ou ideologia política.

Lava Jato – Acompanhe todas as informações oficiais do MPF sobre a operação Lava Jato no site www.lavajato.mpf.mp.br
Assessoria de Comunicação Ministério Público Federal no Paraná


20 de jun. de 2018

NOTÍCIAS DO SITE - R7


PMs pedem baixa da corporação e deixam o RJ por causa da violência

·         BALANÇO GERAL RJ

Devido à violência, o ex-policial militar Solon Lourenço se viu obrigado a abandonar a corporação.

De acordo com o agente, na época da decisão, ele não recebeu apoio do batalhão. Além de Solon, o cabo Neves também abandonou a Polícia Militar. Felippe Neves que, atualmente, mora fora do Brasil conta ainda que tomou essa decisão após sofrer perseguições e uma tentativa de homicídio.

Somente este ano, 163 agentes foram baleados no Estado, sendo que 80 deles estavam de folga.

De acordo com a Polícia Militar, em 2017, cem policiais pediram baixa da corporação, totalizando um aumento de 70% se comparado a 2015.


Meu Comentário: Alguém desconhece este fato, que a violência no Rio está fora de controle e que os Policiais Militares são caçados por marginais, sem maiores consequências para os facínoras?
O que os juristas fazem para mudar isso? E os políticos? A sociedade se incomoda com esta realidade perversa? E por derradeiro, o pessoal dos direitos humanos, além de ficarem contentes, que outro sentimentos os invadem quando da morte de um PM?
ESTEVES - Cel RR

SITE - O ANTAGON!STA. PASMEM!



Será que um dia este país terá jeito? Pode ser que sim, mas no momento com certeza não. Acredito que não viverei para ver.


Gilmar segue Toffoli e absolve integralmente Gleisi, Paulo Bernardo e empresário
 19.06.18 22:13  

Como previsto, Gilmar Mendes seguiu Dias Toffoli e resolveu absolver integralmente Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Ernesto Kugler das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.
Ele também não viu indícios de caixa 2.


Lewandowski acompanha Gilmar e Toffoli na absolvição integral de Gleisi
Brasil 19.06.18 22:38  

Ricardo Lewandowski acompanhou Gilmar Mendes e Dias Toffoli na absolvição integral de Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Ernesto Kugler, das acusações de corrupção e lavagem de dinheiro.
“As provas nos autos são completamente imprestáveis para sustentar qualquer acusação”, disse.
Com isso, ficaram vencidos os ministros Edson Fachin e Celso de Mello na tentativa de enquadrar os três acusados na prática do crime de caixa 2 – lembrando que o relator e o revisor também votaram pela absolvição dos crimes de corrupção e lavagem.


Lula vem aí…
Brasil 19.06.18 22:47  

A Segunda Turma do STF, que acaba de absolver Gleisi Hoffmann, analisará na terça-feira 26 o recurso que pode recolocar Lula na rua e na disputa eleitoral.



15 de jun. de 2018

SITE - O ANTANGON!STA


Bretas recebe denúncia da ‘Operação Câmbio, Desligo’

O juiz Marcelo Bretas aceitou a denúncia do MPF contra Sérgio Cabral, Dario Messer e outras 60 pessoas no âmbito da Operação Câmbio, Desligo.
Bretas fatiou a denúncia em três partes: uma com os 14 foragidos, outra com os cinco réus que estão no exterior e uma terceira com os que estão no Brasil.
Eles responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de dividas e organização criminosa.
O MPF acusa Messer de chefiar a maior rede de doleiros do país, esquema que movimento US$ 1,6 bilhão em mais de 3 mil offshores.

Exclusivo: MPF denuncia Messer, Cabral e mais 60 pessoas na Operação Câmbio, Desligo
Por Claudio Dantas  

O MPF acaba de protocolar na Justiça Federal do Rio de Janeiro denúncia decorrente das investigações da Operação Câmbio, Desligo – que desbaratou a maior rede de doleiros do país.
Foram denunciadas 62 pessoas, entre elas o megadoleiro Dario Messer e o ex-governador Sérgio Cabral.
No documento, obtido em primeira mão por O Antagonista, o MPF demonstra o vínculo entre o esquema de lavagem de dinheiro e as propinas pagas pela Queiroz Galvão nas obras de urbanização da Rocinha (PAC Favelas), na construção do Arco Metropolitano e na Linha 4 do Metrô do Rio.