28 de abr. de 2017

Notícias do ANTAGON!STA

Cortina de fumaça
Brasil 28.04.17 19:19

A polêmica decisão de Gilmar Mendes terá muito pouca repercussão na imprensa, por causa dos protestos dos sindicalistas pelegos.

Brasil 28.04.17 19:16
Gilmar Mendes não se sentiu nem um pouquinho constrangido em libertar Eike Batista, embora sua mulher (Guiomar) trabalhe no escritório de Sérgio Bermudes, advogado de Eike em causas cíveis.
Só no Brasil.


Tudo ou nada dos pelegos
Brasil 28.04.17 17:03
Os pelegos da ORCRIM, diante do absoluto fracasso da greve geral, resolveram partir para a pancadaria.
Veja a manchete de O Globo:

Grupos protestam com vandalismo no Centro; Polícia reage com bombas de gás e cerca a Alerj.


27 de abr. de 2017

PIZZA?

Infelizmente começo a sentir cheiro de PIZZA. Tomara que eu esteja enganado.
Saiu no G1;
Sérgio Cabral diz que pagou itens de luxo com dinheiro de caixa 2, mas nega que dinheiro seja propina
Ex-governador do Rio de Janeiro falou que quantia era de sobras não contabilizadas de campanhas eleitorais.


SUMIÇO DE PROVAS OU FORMAÇÃO DE RESERVA TÉCNICA?

A T E N Ç Ã O,  prestem muita atenção no fatos noticiados e os analisem friamente, para poder entender o que realmente está acontecendo.
Foi noticiado no ANTAGON!STA:
Ladrão que rouba Cabral...
Brasil 25.04.17 19:14
O Globo informa que o juiz Marcelo Bretas resolveu agilizar o leilão de bens apreendidos pela Lava Jato no Rio, após descobrir que ladrões invadiram a Fazenda Três Irmãos, em Paraíba do Sul.
O imóvel está em nome de Carlos Miranda, principal operador de Sérgio Cabral. A invasão foi seguida do roubo de aparelhos de ar-condicionado, louças de cozinha e banheiro, além de objetos pessoais e outros itens.
A LJ no Rio já apreendeu uma aeronave, 35 embarcações, 103 imóveis, além de jóias, veículos de luxo e obras de arte num total superior a R$ 1 bilhão.


Será que este fato realmente aconteceu, em sendo verídico, há a possibilidade de “limpeza de arquivo”?
A quem pode interessar o sumiço de alguns objetos e/ou documentos não elencados no rol da rés furtiva?
Seria o fato estória de cobertura para encobrir provas irrefutáveis dos crimes da Facção criminosa que se instalou no Rio?
Há de se acompanhar o desdobrar dos acontecimentos, se não for abafado pelos interessados.

ESTEVES – CEL RR

25 de abr. de 2017

MSN NOTICIAS

      
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) pediu ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que determine o retorno de Adriana Ancelmo para a prisão preventiva.
Investigada na Operação Calicute, ela foi denunciada por corrupção e lavagem de dinheiro na organização criminosa liderada pelo marido, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, que se encontra preso. Adriana cumpre atualmente prisão domiciliar concedida pela 7ª Vara Federal Criminal, sob a alegação de que tem filhos menores de 12 anos. O parecer da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2), que será julgado nesta quarta-feira (26) pela 2ª Turma do TRF2, reforça recurso da força-tarefa da Lava Jato no Rio e destaca que as causas que originaram a prisão de Adriana não somente permanecem inalteradas como também ganharam robustez com o prosseguimento das investigações, não havendo razões para conversão em prisão domiciliar. Para a procuradora regional da República, Mônica de Ré, a prisão preventiva é essencial para encerrar a prática de lavagem de dinheiro, crime usualmente cometido com o uso de telefone e acesso à internet.
“Apesar das medidas de precaução determinadas, vedando o acesso a meios de comunicação, a difícil fiscalização do cumprimento torna evidente o risco de ela acessar e movimentar o patrimônio oculto por Cabral”, argumentou. Ainda de acordo com o parecer, o próprio TRF2 apontou, em manifestação anterior, que o benefício não alcançaria a ré, tanto pelo fato de ter viajado diversas vezes sem os filhos, quanto pela gravidade de sua conduta.
A PRR2 defende ainda que a conversão em prisão domiciliar afronta o princípio da isonomia, que defende que todos são iguais perante a lei, “já que há milhares de outras mulheres com filhos detidas e que não foram favorecidas da mesma forma”. Com informações da Agência Brasil. 

24 de abr. de 2017

Notícias do site lavajato.mpf.mp

Lava Jato/RJ: MPF denuncia Cabral e mais 19 por cartel e fraudes a licitações
Investigações da Saqueador e Calicute demonstram crimes conexos em obras no Rio


20/04/2017

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu nova denúncia à 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro contra o ex-governador do estado Sérgio Cabral e outros 19 investigados pela força-tarefa da Lava Jato no Rio. Eles são acusados de fraudes nas licitações para a reforma do estádio do Maracanã para a Copa de 2014 e para as obras de urbanização do programa PAC-Favelas, além do superfaturamento e da formação de cartel para obras públicas estaduais financiadas pela União.

Para o MPF, os fatos apontados na denúncia formam parte do elo entre os crimes apurados pelas operações Saqueador e Calicute, que já haviam denunciado o pagamento de propina e a lavagem de dinheiro. Agora, são denunciados os crimes de formação de cartel, superfaturamento e fraudes em licitações, todos relativos às mesmas obras investigadas nas duas operações e praticadas pela mesma organização criminosa, liderada por Cabral.
A denúncia, que já foi recebida pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, demonstra que os executivos das empreiteiras Delta, Andrade Gutierrez, Carioca Engenharia, Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Camargo Corrêa, Camter e EIT atuaram de forma combinada entre si para vencer as licitações nos dois conjuntos de obras mencionados. Por meio de cartel, o grupo também eliminava a concorrência em outras grandes obras do governo.

Conforme as investigações já haviam indicado, as empresas se comprometiam a pagar a Sérgio Cabral um total de 5% sobre o faturamento das obras, já que a prática dependia de acordos com os agentes públicos responsáveis pela fiscalização de licitações. No caso do Maracanã, após 16 termos aditivos, os gastos com a reforma saltaram de R$ 705 milhões para R$ 1,2 bilhão. Já nas obras realizadas nas comunidades de Manguinhos, Complexo do Alemão e Rocinha, que custaram R$ 915 milhões, as empresas articulavam para incluir nos projetos básicos exigências que só elas mesmas poderiam satisfazer.

Demais denunciados – Além de Cabral, foram denunciados: Wilson Carlos (ex-secretário de governo), Hudson Braga (ex-subsecretário de obras), Ícaro Júnior (ex-presidente da empresa de obras do RJ), Louzival Luiz Lago Mascarenhas Junior, Marcos Antonio Borghi e Marcelo Duarte Ribeiro (OAS), Fernando Cavendish e Paulo Meriade Duarte (Delta Construções), Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Eduardo Soares Martins, Irineu Berardi Meireles, Marcos, Vidigal do Amaral e Karine Karaoglan Khoury Ribeiro (Odebrecht), Juarez Miranda Junior (Camter), Maurício Rizzo e Gustavo Souza (Queiroz Galvão), Paulo Cesar Almeida Cabral (EIA), José Gilmar Francisco de Santana (Camargo Corrêa) e Ricardo Pernambuco (Carioca).

Confira aqui a denúncia do MPF e aqui a decisão da Justiça do recebimento da denúncia.

16 de fev. de 2017

PARA OS CÉTICOS.


ALGUÉM TINHA DÚVIDA?

Foto: Seap
Cabral está em Bangu 8.

Um ouvinte da Rádio BandNews FM, que ficou preso em Bangu 8, na mesma ala que Sérgio Cabral deu detalhes da rotina e das regalias do ex-governador. O ouvinte foi liberado nesta semana, por ser um crime de baixa periculosidade.
O presidiário tinha contato visual com Cabral e trocou poucas palavras com o político, apenas para pedir emprestado o jornal que ele recebe diariamente. Apesar de muito abatido, ele relata que o ex-governador sempre se mostrou calmo e educado com os demais detentos.
O preso afirmou que, na cela que Cabral divide com mais três detentos, ele possui um bom colchão, ventilador e um cooler. O político não utiliza uniforme como os demais, apenas uma blusa branca e a calça da Seap.
O ex-governador tem se alimentado com refeições diferentes dos demais detentos, preparadas especialmente para ele. Por isso, as quentinhas que seriam destinadas a ele são jogadas fora.
Apesar disso, o Ministério Público Federal e a Secretaria de Administração Penitenciária afirmam que não há ilegalidade na situação. De acordo com a SEAP, os presos têm direito a comprar o que quiseram na cantina da penitenciária com os cem reais que podem receber semanalmente de parentes. Já o MPF confirmou que os detentos costumam produzir o próprio cooler para abastecer com alimentos levados pelas visitas. Segundo o Órgão, há inspeções periódicas no presídio da Zona Oeste e não foi constatado privilégios à Cabral.

+ A denúncia foi feita por um ouvinte da Bandnews FM que esteve detido no mesmo complexo penitenciário que Sergio Cabral.


15 de fev. de 2017

FALCATRUA A VISTA

ANTIGO BATALHÃO PARA PMs SERÁ CELA ‘VIP’ DA LAVA JATO
14/02/2017
O DIA
Rio - O ex-governador Sérgio Cabral já pode começar a arrumar as malas para mudar de presídio. Ele vai trocar a cela em Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, por uma que está sendo construída às pressas, para os presos da Operação Lava-Jato que têm nível superior, no antigo Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica.
Como não terá ala feminina na nova unidade, a ex-primeira-dama, a advogada Adriana Ancelmo (presa desde dezembro), não vai acompanhar o marido, com quem se encontraria todas as quartas e sábados no banho de sol, em Bangu. Eike Batista, por não ter curso superior, também fica em Bangu.
A Seap estima que a mudança ocorra em 30 dias. São presos da Seap que estão tocando a obra, que, segundo o secretário, coronel PM Erir Ribeiro Costa Filho, vai custar R$20 mil. O secretário comandou a PM em 2012, durante a gestão de Cabral.
O BEP era unidade destinada a policiais e foi desativada em 2015, após uma juíza da Vara de Execuções Penais (VEP) ter sido atacada pelos presos, durante fiscalização. Ao ‘Fantástico’, da TV Globo, o secretário negou que Cabral vá obter privilégios.
A promotora Valéria Videira, responsável pela fiscalização de penitenciárias, pensa diferente. “Vai virar mansão para Lava-Jato. A falta de fiscalização e a vulnerabilidade do local vão propiciar o ingresso de mordomias e vantagens que hoje não estão ocorrendo (em Bangu)”, disse ao mesmo programa.
Colchões de atletas
Como mostrou o ‘Fantástico’, na nova cela, Cabral e os demais acusados na Operação Calicute (desmembramento da Lava-Jato), terão mais conforto, pois vão dormir em colchões usados por atletas durante a Olimpíada, além de mais privacidade na hora do banho. Além dos presos federais, os de nível superior e internos de pensão alimentícia estão entre os que serão transferidos para a nova unidade, que terás 216 vagas.


Meu Comentário:
Não posso afirmar, seria leviano, que tenha ou não mordomias para este marginal da Lei em Bangu, como também não afianço se ele dá ou não umas saidinhas para espairecer, é muito risco, existem inimigos ocultos que podem ver e registrar (celulares são armas). Tenho minhas convicções.
Todavia temos que admitir que em um presidio isolado, com um menor número de funcionários e estes escolhidos a dedo, cujo a principal característica na seleção é a subserviência e a lealdade ao “senhor”, se torna muito mais fácil e com menor risco qualquer ação que vise o acalanto do ex-governador.
Lembremos que o secretário foi um dos Cmt Geral da gestão do quadrilheiro e sempre se destacou pela lealdade a seus chefes, hoje Pezão.
Se estão todos acomodados em Bangu, porque a pressa desenfreada em reformar um estabelecimento que fora desativado por proporcionar mordomias a seus internos. Não a todos, mas àqueles que tinham poder financeiro para “bancar”. Alguém duvida do “poder de fogo” dos bandidos da Lava Jato.

Com o coração repleto de esperança, rogo a que o Ministério Público fique atento a estas manobras e não permita tais desmandos, que a Lei seja cumprida e que a Justiça prevaleça.
ESTEVES - CEL RR

4 de fev. de 2017

O DIA - NOTÍCIAS

Ex-subsecretário diz que movimentou recursos para campanha de filho de Cabral

Francisco de Assis Neto, o Kiko, foi preso nesta sexta-feira e já prestou depoimento na Polícia Federal

Rio - O subsecretário de Comunicação do Rio do governo de Sérgio Cabral, Francisco de Assis Neto, o Kiko, preso ontem ao desembarcar no Rio, afirmou em depoimento à Polícia Federal que movimentou grandes quantias para a campanha do deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB), entre agosto e outubro de 2014. A informação foi confirmada ao DIA por pessoas que tiveram acesso ao depoimento, o qual está em sigilo de Justiça.
Último alvo em liberdade da Operação Eficiência, um desdobramento da Lava Jato, Kiko foi detido no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, após avisar à polícia que voltaria dos Estados Unidos ontem.
O empresário passou a ser investigado pela Procuradoria da República e pela Polícia Federal após delação premiada dos doleiros Renato e Marcelo Hasson Chebar. Os irmãos Chebar apresentaram planilhas que indicam transferências no total de R$ 7 milhões a Kiko. O período dos repasses coincide com o trabalho do publicitário na campanha do filho do ex-governador para o congresso.
Os irmãos são acusados de participar do esquema de lavagem de dinheiro de Cabral, segundo o MPF. Eles disseram que os pagamentos eram entregues na sede da empresa de Kiko, no Centro do Rio.
A defesa de Kiko afirmou que seu cliente não sabia da origem das quantias e não quis comentar o teor do depoimento. “O Francisco desconhece a origem do dinheiro. Mas no depoimento ele esclareceu, a princípio, onde o aplicou”, disse seu advogado, Breno Melaragno. Indagado se o montante foi usado em campanha publicitária, ele respondeu “pode-se deduzir isso”. 
O DIA entrou em contato com a assessoria de Marco Antonio Cabral, mas não obteve retorno. Kiko é a nona pessoa presa apontada como integrante da organização criminosa supostamente liderada por Cabral que teria lavado ao menos US$ 100 milhões em propinas por meio de contas no exterior. Após prestar depoimento por cinco horas na sede da Polícia Federal, ele foi levado ontem para o presídio Ary Franco, em Água Santa, de onde deveria seguir para Bangu 8, já que possui curso superior.
Na Suíça, ouro e diamantes
Em Genebra, na Suíça, estaria um dos cofres que abrigariam o suposto patrimônio em diamantes e barras de ouro acumulado clandestinamente pelo ex-governador Sérgio Cabral. O esconderijo fez parte dos dados fornecidos pelos operadores financeiros Renato e Marcelo Chebar, em delações ao Ministério Público Federal. No total, eles envolveriam US$ 3,5 milhões. As informações também estão sendo alvo de apuração pela Procuradoria suíça.
Equipe do jornal O Estado de S. Paulo esteve em um endereço informado pelos delatores, que coincide com o de empresa que aluga cofres. Os funcionários, de trás de um vidro blindado, se recusaram a falar sobre o assunto. O aluguel de um cofre nesse local pode chegar a custar US$ 10 mil por ano, dependendo do tamanho e de sua segurança. A empresa não exige saber a procedência do ouro ou das pedras. Já nos bancos, a movimentação por brasileiros tem sido suscetível de exame por gerentes, cada vez mais pressionados a saber a origem do dinheiro.

3 de fev. de 2017

ESPERANÇA?


Como quem elege o Presidente do Senado são os senadores, da Câmara dos Deputados são os deputados federais e das Assembleias Legislativas são os deputados estaduais, honestamente, alguém esperava resultado diferente?
Presidente do Senado, Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) ex-Ministro de Lula, integrante da base aliada de Dilma e citado na Operação Lava-a-Jato.
Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), aquele que diante da tragédia da Chapecoense, se aproveitou da consternação popular e na calada da noite apresentou para votação a destruição das medidas contra a corrupção.
Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) Deputado Jorge Picciani (PMDB), existe alguma coisa a se dizer que não se saiba, parceiro de Sérgio Cabral, defensor do pacote da maldade, defensor da aplicação de congelamento dos salários do funcionalismo do executivo (funcionalismo público) por três anos, exceção aos do Legislativo e Judiciário.

Diante deste dantesco quadro, há como se ter esperança?
ESTEVES - CEL RR

19 de jan. de 2017

MAIS ESTATÍSTICA

MENOS UM CHEFE DE FAMÍLIA JUNTO AOS SEUS E MAIS UM NÚMERO NA ESTATÍSTICA OFICIAL.

O DIA
PM é morto na Baixada Fluminense
Segundo as primeiras informações, policial reagiu a um assalto dentro de padaria em Japeri na noite desta quinta-feira
19/01/2017 23:04:04 -
O DIA
Rio - Um policial militar foi morto em Japeri, na Baixada Fluminense, na noite desta quinta-feira. De acordo com as primeiras informações, o subtenente reagiu a um assalto dentro de uma padaria na Rua Dulce Zilda e foi atingido. Até a publicação desta reportagem, a PM ainda não havia divulgado o nome da vítima.
Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu (Posse). Mas, segundo a unidade, o PM já chegou morto no local. O militar foi o 12º policial morto no Rio nestes primeiros 19 dias deste ano. Lotado no Departamento Geral de Pessoal (DGP), ele estava agregado ao 20º BPM (Mesquita).
Na noite desta quarta-feira, um policial militar foi executado com um tiro na cabeça dentro do Shopping Jardim América. Segundo a PM, ele reagiu a um assalto em uma joalheria. Até o momento, ninguém foi preso.

Neste mesmo dia, bandidos armados invadiram uma joalheria no Ilha Plaza Shopping. Dois deles foram detidos e outro conseguiu fugir.

MORRE O MINISTRO TEORI ZAVASCKI

O ANTAGON!STA
Petista falou em "assassinatos"
Brasil 19.01.17 21:04
Pouco antes da queda da aeronave que levava Teori Zavascki, o advogado petista Adriano Argolo postou no Twitter que a "delação da Odebrecht entregando políticos de vários países vai gerar assassinatos".
"Vou avisar pq depois vão culpar o Lula e o PT."


É preciso convocar peritos internacionais
Brasil 19.01.17 20:41
Eu, Mario, repito o que escrevi no Twitter:
A morte de Teori Zavascki, às vésperas da homologação da delação da Odebrecht, precisa ser investigada a fundo por peritos internacionais.
Só uma apuração rigorosa, com estrangeiros qualificados, afastará suspeitas.



G1

MPF abre inquérito para investigar acidente que matou Teori Zavascki

Polícia Federal também vai investigar o acidente, segundo blog de Matheus Leitão. Ministro relator da Lava Jato e pelo menos outros 2 morreram na queda de avião.


O Ministério Público Federal (MPF) de Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro, abriu inquérito para apurar as causas da queda do avião que levava o ministro Teori Zavascki. Foram confirmadas as mortes do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), do empresário Carlos Alberto Filgueiras e do piloto Osmar Rodrigues.
A investigação foi aberta pela procuradora da República Cristina Nascimento de Melo. A informação foi confirmada ao G1 pelo MPF do Rio.
A Polícia Federal também vai apurar o acidente ocorrido na tarde desta quinta-feira (19), segundo informações do colunista Matheus Leitão. O inquérto está sob responsabildade do delegado chefe da PF em Angra, Adriano Antonio Soares.
Ao blog, o delegado afirmou que já tomou uma série de medidas para apurar a tragédia. O policial aguarda, ainda nesta quinta, a chegada em Angra de um grupo da PF de Brasília, especializado em acidentes aéreos.
Um suporte da polícia marítima também será recebido, a partir das 6h desta sexta (20). Adriano Soares informou que as condições meteorológicas atrapalharam nesta quinta a navegação no local do acidente.
Segundo informações da 167ª Delegacia de Polícia (Paraty), uma equipe da Polícia Civil também se deslocou para o local, acompanhada de peritos criminais. O local foi isolado pela Marinha e foi acionado a Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
O presidente da Transparência Internacional, José Carlos Ugaz, postou no Twitter que a entidade demanda "imediata investigação" do acidente que matou Zavascki.

Transparency International demands inmediate investigations of the air crash were Lava Jato Judge Teori Zavascki died


Em um post no Facebook, o delegado da Polícia Federal Márcio Anselmo também comentou a morte do ministro. Anselmo atua na força-tarefa da PF, que investiga os crimes descobertos na Lava Jato. No texto, ele citou a iminência da homologação das delações dos executivos da Odebrecht.
"Sem palavras para expressar o que estou sentindo. O ministro Teori lavou a alma do STF à frente da LJ, surpreendeu a todos pelo extremo zelo com que suportou todo esse período conturbado. Agora, na véspera da homologação da colaboração premiada da Odebrecht, esse "acidente" deve ser investigado a fundo. Sinceramente, se essa notícia se confirmar, e o prenuncio do fim de uma era!", disse.
Logo após a postagem viralizar nas redes sociais, o delegado modificou o texto e deixou publicada apenas a primeira frase. Ele não explicou o motivo para ter alterado a versão.

A morte de Teori foi confirmada pelo filho do magistrado Francisco Zavascki em uma rede social, às 18h05. Mais tarde, também foram confirmados os óbitos do empresário Carlos Alberto Filgueiras, dono do Hotel Emiliano, na Zona Sul de São Paulo, e do piloto da aeronave, Osmar Rodrigues. O avião pertencia ao grupo do hotel.
Segundo informações da Força Aérea Brasileira (FAB), outras duas pessoas também estavam a bordo. A identificação delas não foi divulgada.

A Infraero informou que a aeronave prefixo PR-SOM, modelo Hawker Beechcraft King Air C90, decolou às 13h01 do Campo de Marte, na capital paulista. O avião é de pequeno porte e tem capacidade para oito pessoas.
A Anac informou que a documentação da aeronave estava em dia, com o certificado válido até abril de 2022 e inspeção da manutenção (anual) válida até abril de 2017.
Ministro desde 2012
Viúvo desde 2013, Teori deixa três filhos. Ele se tornou ministro do STF em 2012 por indicação da então presidente da República, Dilma Rousseff.
O magistrado teve o nome aprovado no Senado com 54 votos favoráveis e quatro contrários. Ele substituiu o ministro Cezar Peluso, que havia se aposentado no mesmo ano.
Natural de Faxinal dos Guedes (SC), Teori também foi ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), presidiu o Tribunal Regional Federal da 4ª região (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) entre 2001 a 2003 e atuou como juiz do Tribunal Regional Eleitoral na década de 1990.
Ele ingressou na carreira jurídica em 1971, em Porto Alegre, como advogado concursado do Banco Central, onde atuou por sete anos. No anos 80, o magistrado se transferiu para a superintendência jurídica do Banco Meridional do Brasil.


Teori despachava no recesso e estava prestes a homologar delação da Odebrecht

Ministro morreu nesta quinta (19), após avião em que ele estava cair em Paraty (RJ); no último dia 10, mesmo no recesso do Judiciário, Teori chegou a determinar diligência em processo. 


Embora o poder Judiciário estivesse em recesso, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki vinha despachando normalmente desde o início deste mês e estava prestes a homologar as delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato.
Teori morreu nesta quinta-feira (19), aos 68 anos, após o avião em que ele viajava de São Paulo para Paraty (RJ) cair no mar. Relator dos processos relacionados à operação Lava Jato, o ministro estava no Supremo desde 2012 e deixa três filhos.
Ainda que à distância, o magistrado se comunicava com a equipe de gabinete dele, concentrada no terceiro andar do anexo 2 da Corte, para emitir ordens judiciais em processos sob sua responsabilidade.
Um despacho em ação que corre sob sigilo na Corte, determinando uma diligência investigativa, por exemplo, foi assinado no último dia 10.
Atualmente, há no gabinete do ministro um acervo de 7.566 processos, sendo 12 ações penais e 65 inquéritos, a maioria contra políticos e autoridades com o chamado foro privilegiado.

Lava Jato

Responsável pelos processos da Operação Lava Jato em andamento na Corte, Zavascki estava prestes a homologar a delação premiada de 77 ex-executivos da Odebrecht enviadas pela PGR no dia 19 de dezembro.
Nesta última semana de janeiro, Zavascki havia determinado a dois juízes auxiliares que checassem com os colaboradores se os depoimentos foram tomados sem nenhum tipo de coação por parte dos investigadores. A homologação estava prevista para o início de fevereiro, na volta do recesso no STF.
Era o último passo antes da homologação, ato de validação judicial dos acordos, que autorizaria o procurador-geral da República a pedir novas investigações sobre o esquema de corrupção.

 

A relatoria

Com a morte do ministro, há duas possibilidades: assume todo o caso um novo ministro, a ser indicado pelo presidente Michel Temer e aprovado pelo Senado; ou a presidente do STF, Cármen Lúcia, redistribui os processos por sorteio – "em caráter excepcional", conforme diz o regimento do STF – a um dos demais 9 ministros na ativa.
Em um dos últimos atos antes do recesso, Zavascki pediu que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acrescentasse um relatório final da Polícia Federal a uma denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), por suposta prática de corrupção e lavagem de dinheiro, descoberta pela Operação Lava Jato.
Em novembro, ele negou um pedido de liberdade do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em setembro por ordem do juiz Sérgio Moro.

 

Porte de drogas

Um dos casos também que estava sob a mesa de Teori Zavascki e de grande expectativa era a ação que pede a descriminalização do porte de drogas.
O julgamento do processo, que já contava com três votos contra a prisão de usuários, foi interrompido em setembro de 2015, após o ministro Teori pedir vista do processo, ou seja, mais tempo para analisar o caso.
Na última terça (17), o relator, Gilmar Mendes, remeteu ao gabinete de Teori Zavascki os 10 volumes e 4 apensos do caso, para que ele analisasse as últimas manifestações de entidades que defendiam a descriminalização. A expectativa é que ele liberasse um voto ainda neste ano para retomar o julgamento.