16 de ago. de 2022

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ALGUÉM PODE AVISAR AO JANONES QUE BOLSONARO ESTÁ PRESENTE NA POSSE DE ALEXANDRE DE MORAES NO TSE? MAIS UMA FAKE NEWS DA ESQUERDA.

MAIS UMA FAKE NEWS DA ESQUERDA.
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7:48 PM · 16 de ago de 2022·Twitter Web App

 



Gazeta do Povo


 

 

 

França tem recorde de emissões de CO2 procedentes de incêndios florestais

Agência EFE

12/08/2022 15:38

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Avião híbrido Canadair joga água sobre incêndio florestal próximo à cidade de Gignac, na França, em 26 de julho de 2022.| Foto: EFE / EPA / Guillaume Horcajuelo

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Atingida por uma das piores ondas de incêndios de sua memória, a França registrou emissões recordes de carbono dos gases emitidos pelos incêndios florestais, informou nesta sexta-feira o Serviço de Monitoração da Atmosfera do Copernicus (CAMS, na sigla em inglês) da União Europeia (UE).

 

O órgão, que também analisa os níveis de poluição de Portugal e Espanha através do satélite Copernicus, observa que os incêndios florestais na França provocaram um pico de emissões desde 2003, quando começaram as medições deste tipo.

 

Mark Parrington, cientista do CAMS, afirmou que as sucessivas ondas de calor têm promovido incêndios no sudoeste de França e na Península Ibérica e advertiu que estes incêndios “têm impacto na qualidade do ar na zona”.

 

A França, de fato, registrou cerca de 50 mil hectares consumidos neste verão, o triplo da média registrada na última década.

 

Esses dados, que correspondem aos meses de junho, julho e até agosto, são divulgados quando a França volta a combater vários incêndios, o mais importante no departamento de Gironde, no sudoeste da França.

 

Lá, pelo menos 7,5 mil hectares foram queimados nos últimos dias e 10 mil pessoas tiveram que ser evacuadas.

 

Embora as chamas não tenham avançado significativamente nas últimas horas, as autoridades francesas, que têm cerca de mil soldados no terreno, já começaram a receber reforços humanos e materiais de vários países da UE, incluindo Romênia, Polônia, Áustria e Alemanha.

 

Com dois cada, Grécia e Itália doaram quatro de seus aviões anfíbios Canadair, que se juntarão às dezenas de aeronaves que já estão lançando água em Gironda.

 

Além desse incêndio, outro preocupa as autoridades, na floresta de Broceliande — local de peregrinação para os amantes da mitologia —, na Bretanha francesa, onde já foram destruídos cerca de 230 hectares.

 

Para fortalecer ainda mais o combate às chamas, o governo francês apelou às empresas públicas e privadas para que concedam folgas aos funcionários que são bombeiros voluntários para que possam ser mais facilmente mobilizados.

 

Embora ainda esteja de férias no forte de Bregançon, o presidente francês, Emmanuel Macron, continua monitorando a situação e saudou em mensagem nas redes a chegada de bombeiros da Polinésia Francesa, localizada nas Antípodas, para combater os incêndios em Gironda.

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/franca-tem-recorde-de-emissoes-de-co2-procedentes-de-incendios-florestais/

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13 de ago. de 2022

NOTÍCIAS DO GAZETA DO POVO.

Democracia merece defesa séria, não cartinhas que confundem ao omitir fatos

 

Por

Cristina Graeml

12/08/2022 23:02

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Fizeram tanto barulho para falar de democracia, que eu resolvi entrar nessa também. Primeiro escrevi no Twitter a minha “cartinha pela democracia”, que se resumiu a uma frase: Eu apoio a Liberdade de Imprensa e de Expressão.

 

Nem preciso me alongar para dizer que ambas andam ameaçadas, mas não por um governo autoritário e, sim, por um Judiciário, que tenta a todo custo governar, sem ter prerrogativas legais para isso.

 

Como houve um movimento de advogados ligados à USP, supostamente em defesa da democracia, que promoveram um evento teatral e midiático, mas sem mencionar os reais ataques ao Estado de Direito que partem das altas cúpulas do Judiciário, resolvi tratar do assunto aqui na coluna.

 

O Brasil vive uma ruptura institucional clara, que parte de dentro de um dos poderes da República, o Judiciário - tentando se sobrepor aos demais e usurpando as liberdades dos cidadãos, garantidas na nossa Constituição.

 

Os verdadeiros ataques à democracia

Infelizmente a mais alta instância do Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF) vem fazendo o papel de polícia, Ministério Público, investigando e acusando, além de julgar, que deveria ser a sua única função.

 

Isso traz insegurança jurídica para todo o país, para todas as instâncias de Justiça, corrói o nosso Estado de Direito. E o pior é que não é de agora. Está acontecendo há mais de 3 anos.

 

Além de ultrapassar os limites de atuação, um dos ministros, Alexandre de Moraes, também vem dilacerando o processo acusatório, como, aliás, denunciou recentemente a vice-procuradora geral da República Lindora Araújo.

 

Leia também: PGR critica Moraes e volta a pedir arquivamento de investigação contra Bolsonaro

Ao impedir que advogados tenham acesso aos autos de processos para que possam defender seus clientes ou chegar ao ponto de barrar a presença de advogados e réus nos julgamentos, cerceia o direito mais básico de todo e qualquer cidadão: o direito a ampla defesa.

 

Não há estado de Direito sem o respeito à ampla defesa. Quem está atacando a democracia, afinal? Nós, o povo, que exigimos respeito à Constiutuição ou os ministros supremos que andam ultrapassando as famosas quatro linhas do texto constitucional?

 

Nada disso foi mencionado na carta escrita pelos advogados ligados à USP, que promoveram aquele suposto ato em apoio à democracia no dia do advogado. Receberam aplausos de banqueiros, empresários, artistas, sindicalistas e muitas outras pessoas que, declaradamente, tinham mero interesse político ao aderir à onda do momento.

 

Questionar urnas é atacar a democracia?

Os supostos defensores da democracia queriam atingir quem tem dúvidas sobre a confiabilidade do sistema eleitoral e pede contagem pública dos votos, como prevê, aliás, o Código Eleitoral Brasileiro no artigo 221 (e que vem sendo desrespeitado há 25 anos, desde a implantação do sistema de votação eletrônico, porque ele não dá margem para essa contagem pública acontecer).

 

Mais uma vez tentaram carimbar o selo de antidemocráticos em cidadãos efetivamente preocupados com a democracia. Não há estado democrático de Direito, sem respeito à Constituição por parte de todos os Poderes e sem que os cidadãos possam manifestar seu pensamento livremente, seja ele crítico ou de apoio às autoridades, às urnas, ao código fonte, ao que quer que seja.

 

Em nome da liberdade de expressão, que eu defendo, e da democracia propriamente dita, decidi dar voz aqui a um promotor de Justiça de São Paulo, profissional do Direito que aproveitou o dia 11 de agosto, dia do advogado (dia do Direito), para externar sua opinião sobre Democracia de fato.

 

Carlos Eduardo da Matta abre o texto, publicado no Gettr, falando de pandemia, para delimitar quando os ataques às liberdades individuais e o desrespeito à Constituição ficaram mais evidentes.

 

Carta de um cidadão comum pela Democracia

“Comemora-se o conceito, mas é impossível para qualquer operador do Direito, com pensamento independente e crítico, deixar de constatar, desde do início da crise sanitária de Covid, quantas violações a direitos humanos fundamentais, a garantias constitucionais e legais, foram perpetradas contra a sociedade, sob pretexto de, e em nome da “Justiça” e de “proteção da saúde pública.

 

"Proibição de tratamento precoce e imediato a doentes, obrigatoriedade de injeções experimentais comprovadamente perigosas, além de ineficazes, fechamento de portas de estabelecimentos comerciais.

 

"Prisão de trabalhadores, de pessoas que simplesmente exerciam o direito constitucional de ir e vir, de caminhar por vias públicas e parques, em ambientes abertos, como praia. Proibição do trabalho honesto, toques de recolher, confinamento e quarentena de pessoas sadias, ruína de pequenas e médias empresas, desemprego de milhões."

 

"Todos estes ilícitos foram cometidos em várias nações do mundo, antes apontadas como exemplos de democracia e de respeito à liberdade. Tudo sob propaganda incessante, enganosa, que levou a lucros multibilionários de Big Pharma e Big Techs, enquanto causava a miséria, o desespero e a desesperança de dezenas de milhões."

 

"Hoje discute-se muito sobre a defesa da democracia. Pois bem. Democracia não é “acreditar” nas urnas eletrônicas, se todo o processo não é transparente.  Democracia não significa confiança cega em “instituições”, mas poder exigir que todos aqueles que as representam prestem contas do que fazem, que ajam em estrita consonância com as Constituições e as leis. E poder promover sua responsabilização perante a nação, caso abusem de suas funções, incidam em ativismo, tentem impor ideologia e opções pessoais próprias em lugar de respeitar a divisão de poderes."

 

Carlos Eduardo da Matta, procurador de Justiça em São Paulo (SP)

Democracia é um regime de liberdades públicas e individuais, sob garantias constitucionais e legais, que são respeitadas e cujo exercício possa ser exercido, a despeito das conveniências de tiranetes. Não há democracia sem respeito à liberdade de opinião e de expressão, inclusive, é claro, em quaisquer redes sociais.

 

Não há democracia com censura prévia ou além dos limites constitucionais e legais, se cidadãos e representantes do povo não podem criticar altas figuras em posições de poder. Não há democracia pela metade, só para quem concorda com poderosos, e os bajula servilmente.

 

A democracia é um regime de respeito da vontade popular, sob garantias para todos, até mesmo minorias de qualquer natureza - tudo sob os limites da lei e da consciência humana, inspirada na igualdade de direitos e oportunidades e na inspiração dos mandamentos divinos.”

 

Recado para os colegas do Direito

A carta finaliza desejando que a data (dia do advogado e do Direito) “possa despertar aqueles dominados pelo terror e pânico midiático, que sejam capazes de resistir e prevalecer contra a tática de Goebbels ainda em prática”. Goebbles, para quem não recorda, era o ministro da propaganda nazista.

 

A prática a que o autor do texto se refere é a de que mentiras devem ser repetidas e reiteradas sempre até que todos passem a aceitá-las como verdade.

 

Finalizando, há um desejo de que a data “possa renovar esperanças, fé e resiliência cristãs!” E a saudação a “todos aqueles irmãos que, sem curvar-se, sem dobrar as espinhas, sem calar-se, honram a nobre profissão do Direito e o juramento ao cumprimento do dever.”

 

Quem assina é o procurador de Justiça em São Paulo, Carlos Eduardo Fonseca Da Matta. Eu assino embaixo. E você? Concorda com a reflexão sobre o tema? Deixe seu comentário. Para assistir a versão deste artigo em vídeo clique no play da imagem que ilustra esta página.

 

 

Cristina Graeml

Formada em Comunicação Social – Jornalismo (UFPR/1992). Trabalhou como repórter de TV por 26 anos. Está na Gazeta do Povo desde julho de 2018, onde já atuou como produtora e apresentadora de minidocumentários em vídeo e programas de análise política (Última Análise, Conversa Com Fiúza, Passando a Régua com Rodrigo Constantino e Hora do Strike). Estreou como colunista em fevereiro de 2020, publicando textos e vídeos na coluna Falando Abertamente, editoria Vozes. Às segundas-feiras comanda o programa Segunda Opinião, apresentado ao vivo, às 20h, envolvendo outros comentaristas em debates sobre temas relacionados às Convicções da Gazeta do Povo.**Os textos da colunista não representam, necessariamente, a opinião da Gazeta do Povo.







 

 

20 de fev. de 2022

 TEORIA DA CONSPIRAÇÃO?




26 de set. de 2021

11 de set. de 2021

11 de jun. de 2021

PARA LER, REFLETIR E INTERIORIZAR.

 Abaixo segue texto de Olavo de Carvalho enviado por uma grande amiga e que com toda certeza indico a leitura.


https://olavodecarvalho.org/historia-de-quinze-seculos/

História de quinze séculos

Olavo de Carvalho

Jornal da Tarde, 17 de junho de 2004

 

Desmantelado o Império, as igrejas disseminadas pelo território tornaram-se os sucedâneos da esfrangalhada administração romana. Na confusão geral, enquanto as formas de uma nova época mal se deixavam vislumbrar entre as névoas do provisório, os padres tornaram-se cartorários, ouvidores e alcaides. As sementes da futura aristocracia européia germinaram no campo de batalha, na luta contra o invasor bárbaro. Em cada vila e paróquia, os líderes comunitários que se destacaram no esforço de defesa foram premiados pelo povo com terras, animais e moedas, pela Igreja com títulos de nobreza e a unção legitimadora da sua autoridade. Tornaram-se grandes fazendeiros, e condes, e duques, e príncipes, e reis.

 

A propriedade agrária não foi nunca o fundamento nem a origem, mas o fruto do seu poder. Poder militar. Poder de uma casta feroz e altiva, enriquecida pela espada e não pelo arado, ciosa de não se misturar às outras, de não se dedicar portanto nem ao cultivo da inteligência, bom somente para padres e mulheres, nem ao da terra, incumbência de servos e arrendatários, nem ao dos negócios, ocupação de burgueses e judeus.

 

Durante mais de um milênio governou a Europa pela força das armas, apoiada no tripé da legitimação eclesiástica e cultural, da obediência popular traduzida em trabalho e impostos, do suporte financeiro obtido ou extorquido aos comerciantes e banqueiros nas horas de crise e guerra.

 

Sua ascensão culmina e seu declínio começa com a fundação das monarquias absolutistas e o advento do Estado nacional. Culmina porque essas novas formações encarnam o poder da casta guerreira em estado puro, fonte de si mesmo por delegação direta de Deus, sem a intermediação do sacerdócio, reduzido à condição subalterna de cúmplice forçado e recalcitrante. Mas já é o começo do declínio, porque o monarca absoluto, vindo da aristocracia, dela se destaca e tem de buscar contra ela  — e contra a Igreja —  o apoio do Terceiro Estado, o qual com isso acaba por tornar-se força política independente, capaz de intimidar juntos o rei, o clero e a nobreza.

 

Se o sistema medieval havia durado dez séculos, o absolutismo não durou mais de três. Menos ainda durará o reinado da burguesia liberal. Um século de liberdade econômica e política é suficiente para tornar alguns capitalistas tão formidavelmente ricos que eles já não querem submeter-se às veleidades do mercado que os enriqueceu. Querem controlá-lo, e os instrumentos para isso são três :  o domínio do Estado, para a implantação das políticas estatistas necessárias à eternização do oligopólio;  o estímulo aos movimentos socialistas e comunistas que invariavelmente favorecem o crescimento do poder estatal;  e a arregimentação de um exército de intelectuais que preparem a opinião pública para dizer adeus às liberdades burguesas e entrar alegremente num mundo de repressão onipresente e obsediante (estendendo-se até aos últimos detalhe da vida privada e da linguagem cotidiana), apresentado como um paraíso adornado ao mesmo tempo com a abundância do capitalismo e a justiça social do comunismo. Nesse novo mundo, a liberdade econômica indispensável ao funcionamento do sistema é preservada na estrita medida necessária para que possa subsidiar a extinção da liberdade nos domínios político, social, moral, educacional, cultural e religioso.

 

Com isso, os megacapitalistas mudam a base mesma do seu poder. Já não se apóiam na riqueza enquanto tal, mas no controle do processo político-social. Controle que, libertando-os da exposição aventurosa às flutuações do mercado, faz deles um poder dinástico durável, uma neo-aristocracia capaz de atravessar incólume as variações da fortuna e a sucessão das gerações, abrigada no castelo-forte do Estado e dos organismos internacionais. Já não são megacapitalistas :  são  metacapitalistas — a classe que transcendeu o capitalismo e o transformou no único socialismo que algum dia existiu ou existirá :  o socialismo dos grão-senhores e dos engenheiros sociais a seu serviço.

 

Essa nova aristocracia não nasce, como a anterior, do heroísmo militar premiado pelo povo e abençoado pela Igreja. Nasce da premeditação maquiavélica fundada no interesse próprio e, através de um clero postiço de intelectuais subsidiados, se abençoa a si mesma.

 

Resta saber que tipo de sociedade essa aristocracia auto-inventada poderá criar  — e quanto tempo uma estrutura tão obviamente baseada na mentira poderá durar.

 

 


7 de out. de 2020

TRANSCRIÇÃO DE ARTIGO.

 

O texto abaixo foi redigido por um amigo, o Coronel da Policia Militar do Mato Grosso, EMMANUEL OLIVEIRA NETO, a quem de antemão agradeço a elaboração do mesmo e permissão para que eu publicasse aqui neste espaço.

 

 
ANÁLISE DA SITUAÇÃO DO PAÍS.
 
Princípio da Separação dos poderes, tripé do Estado Democrático de Direito, subordinado ao Império da Lei, independentes e harmônicos, estamos mergulhados em estado de anomia, muitos interesses escusos.
Eleição, legitimidade, aproximação do povo para pedir voto, depois desaparecem, não tem comprometimento, continua o velho chavão toma lá e dá cá, tudo se compra, prosperidade a iniquidade da corrupção.
Esse é o retrato do Brasil, população refém dos famigerados representantes do povo, que nada representam, foi embora a ética, aflora crise moral e afunda o País, e o povo continua a ser massa de manobra, e curral eleitoral, que vende-se por migalhas: festas show, churrasco, dentadura, óculos e outros.
Até quando vamos viver nesse obscurantismo, nesse lamaçal e festival de improbidade?
Pensem nisso!

EMMANUEL OLIVEIRA NETO.


4 de out. de 2020

RESGATE DO RESPEITO

 

PODER JUDICIÁRIO: HOJE UM ÓRGÃO DELETÉRIO

  

Sinto saudade dos tempos em que o Poder Judiciário era respeitável e respeitado. Talvez ele sempre tenha sido assim, insalubre, mas por minha inocência ou por falta de exposição e divulgação, não chegava ao conhecimento de nós “mortais”. Quero crer que não, que realmente era diferente.
Não importa, o que realmente é relevante, é o estado caótico e desacreditado em que se encontra. Suas decisões, atualmente, vem sempre carreadas de inúmeras suspeitas e o sentimento de injustiça permeia a sua quase totalidade,
É triste esta situação, pois, em tese, o Judiciário é o arcabouço de uma sociedade Democrática. É o alicerce em que se fundamenta o cidadão na busca de seus direitos.
Necessário se faz resgatar tão importante Poder. Pois quando ele falta, não há a quem recorrer. A anarquia se implanta.
Sempre houve críticas e reservas, mas, no momento presente, estas extrapolam o tolerável. Caminha para o inaceitável, o que revela perigo ao estado de Direito em que nos encontramos.
A sociedade, como um todo, seja através de seus representantes ou de atos que externem publicamente  sua vontade e indignação, deve buscar reerguer o Judiciário levando-o a respeitabilidade digna de um País da grandiosidade do BRASIL.
É minha opinião.

 

ESTEVES - Cel RR

 

 

 

29 de set. de 2020

ELEIÇÕES 2020

 

FOI DADA A PARTIDA

 

Neste domingo, 27 de setembro, foi deflagrado o inicio de mais uma temporada da serie “vale tudo”.

Oficialmente, as eleições municipais começaram, apesar de percebermos que já faz algum tempo que os candidatos se movimentam e procuram ser vistos pelos seus propensos eleitores.

Agora se preparem, vale tudo. Comer pastel na feira ou no “china”, degustar ovo cozido rosa e outras “cocitas” que induzam os eleitores a acreditar que eles são do povão, iguais a todos nós.

Se quiserem embarcar nessas “fake news”, o façam conscientes, não se iludam nem permitam que eles acreditem que vocês são tolos e massa de manobra.

É minha sugestão.

ESTEVES - Cel RR

 

20 de set. de 2020

INTANGÍVEL


DESIGUALDADES NÃO SÓ ECONÔMICAS



Peço a quem possa vir a ler este “post” uma “Licença Poética” para eu externar minha maneira de pensar sobre o tema.


Sempre que se fala em desigualdades, pensa-se logo no lado econômico, é um equívoco.

As desigualdades mais injustas, se é que se pode mensurar, na minha ótica, são as dos “Direitos como cidadão”.

Posso estar tendo uma visão distorcida, mas acredito que não é impossível vencer as desigualdades sociais. Sei que não é fácil, nem tampouco comum, mas, como disse, não é impossível. 

Já as diferenças nos Direitos de Cidadão, estas são intransponíveis e podem repercutir em todas as áreas.

Sem citar nomes, afim de salvaguardar a dignidade do amigo, vou citar um exemplo verídico. 

Ocorreu um assalto a um posto de gasolina em um município da baixada fluminense, as testemunhas identificaram o marginal como um homem negro e forte. Recuperaram o auto da fuga e nele encontraram uma farda de cabo PM com o nome XXX. Buscaram nos arquivos da Corporação todo PM ativo ou veterano com o nome XXX, acharam um negro, na reserva, cujo prenome era XXX, apesar de nunca ter adotado na Corporação aquela denominação, seu nome de escala (nome de guerra) sempre foi YYY. Foi reconhecido pelas testemunhas por foto, Ressalte-se que a farda encontrada  era o dobro do seu tamanho. 

Para resumir, meu amigo foi preso e recolhido ao presídio militar onde permaneceu por quase um ano, quando então, ao ser julgado, pode provar por gravações de câmeras de segurança, GPS do seu veículo e do celular, além de imagem fotográfica de bancos que comprovavam que no horário do crime ele estava a cerca de 50km do local, a sua inocência.

Foi posto em liberdade e tchau. Não houve qualquer outra ação reparatória, apesar de seus advogados impetrarem os competentes recursos.

Já se vai quase uma década. 

A consequência, teve que se mudar de sua casa para um imóvel alugado em outra localidade, a fim de evitar comentários e fuxicos de seus vizinhos e “falsos amigos”.

Fato similar ocorreu com o filho do motorista de confiança de um Juiz, também negro. Acham que o caminho da estória foi o mesmo ou se encerrou com maior brevidade? Acham que o rapaz permaneceu preso ou aguardou em liberdade?  

Veja que no exemplo verídico, ambos aconteceram, social e economicamente o meu amigo estaria em vantagem, todavia o desenrolar que se deu foi diverso.

Vamos a um caso hipotético:

Um homem é citado em uma mídia de forma pejorativa, sem que contudo seu nome seja citado, mas, pela descrição dos fatos, não resta dúvida de quem se trata. Vocês, em sã consciência, podem garantir que seus “Direitos”  serão preservados? Entretanto, se alguém falar mal de algumas autoridades, mesmo sem citar nomes, apenas as funções ou o órgão a que pertencem, ainda que as assertivas reproduzam verdades, sofrerá severas sansões.

Esta desigualdade não pode ser superada, muitas vezes nem com dinheiro. São os Intangíveis, não podem ser tocados por nós mortais.

Por esta razão, na minha singela opinião, as desigualdades nos “Direitos de Cidadão” são mais danosas a toda a sociedade.

Como eu disse, minha opinião.


ESTEVES  - Cel RR


14 de set. de 2020

O INEVITÁVEL

 

SURPRESA?

 

Todos sabiam que após a pandemia a situação financeira do pais ficaria difícil, apesar de no fundo, termos a esperança de que não se confirmasse,.

Devido a paralisação das atividades produtivas, o desabastecimento seria inevitável e a disparada nos preços, consequência lógica.

O que não se esperava é que mesmo produtos e serviços que não foram completamente atingidos pelo “lockdown” também tivessem seus preços e custos majorados.

É a famosa, principalmente no Brasil, ação dos oportunistas de plantão, que veem a chance de se aproveitar da caótica situação, auferindo vantagem em cima dos desafortunados. O interessante nisso, é que eles tem a desfaçatez de reclamar do elevado custo de outros bens e serviços que não o deles.

Tenho observado as ações do governo, na tentativa de conter o caos, cabendo esclarecer que esse fenômeno não é exclusividade brasileira, ocorrerá em todo mundo. A diferença é que no Brasil o lapso temporal entre o fato gerador e a eclosão do processo é bem menor.

Essas ações de um modo geral, são previsíveis e gerarão frutos políticos de ambos os lados, situação e oposição farão de tudo para obter alguma vantagem nas urnas.

É necessário fazer alguns sacrifícios, abrindo mão daquilo que não for realmente imprescindível, até que se normalize a situação.

É bem verdade que existem itens que serão majorados, já estão sendo, que não poderemos abrir mão. Nesses casos, se não houver como substituir por equivalente, devemos minimizar seu consumo e realizar prévia pesquisa de preços antes de consumar qualquer compra.

A boa notícia é que “não há mal que sempre dure nem bem que nunca acabe”.

ESTEVES - Cel RR

 

8 de set. de 2020

PITACO

 

BREVE APARIÇÃO

 

Depois de quase dois anos, bateu saudade e resolvi abrir meu blog e ler algumas das minhas postagens.

Dois sentimentos antagônicos preencheram meu coração: O primeiro de satisfação, ao perceber que a quase totalidade de meus “post”, com o passar do tempo, se confirmaram; O segundo de profunda tristeza, pelos mesmos motivos, ou seja, a quase totalidade dos meus “post” se confirmaram.

Hoje confesso, procuro não me aprofundar nos noticiários políticos. A quantidade de desinformação extrapola qualquer projeção do meu imaginário. São as famosas “fake news” vindo de todos os lados, nos obrigando a desconfiar de toda e qualquer noticia bombástica ou não, que possa, mesmo que de forma tênue, influenciar aquele que as lê.

Bem de qualquer forma, já que estou aqui, não vou deixar de dar meu pitaco.

As eleições deste ano serão um “laboratório” para as de 2022.

Os partidos políticos medirão suas forças e tentarão moldar estratégias com base nos resultados das eleições municipais.

Não dão a devida importância as prefeituras.

Será que estão equivocados? Honestamente, não sei. Mas, se a resposta for sim, cabe a nós fazê-los ver que estão enganados.

O caminho para alcançar tal objetivo é através das urnas.

Vamos conseguir fazê-lo?

O tempo dirá.


ESTEVES  -  CEL RR