29 de mar de 2008

O MEDO

A VITORIA DO MEDO?

O ser humano por indução, não por instinto, aprende a ter medo durante sua existência.
A justificativa é a auto-preservação. Todavia muitas vezes o medo lhe consome o ser e o impede de alcançar necessidades basilares da própria sobrevivência.
Não se apercebe que escorre entre os dedos a oportunidade de justificar sua existência em face ao temor descabido de certas coisas. Medo de ser rotulado, medo de ser perseguido por suas convicções, medo de correr risco, medo de assumir compromissos, medo de sofrer, enfim, medo de ser feliz.
É preciso vencer os medos, lutar por aquilo que se acredita, constatar que não é o único universo a gravitar neste cenário maior que é a própria existência da vida. Entender que se cair, Deus estará ao lado para auxiliar a levantar e a conseqüência é o fortalecimento e o engrandecimento como um ser humano.
Há de ser ter medo sim, mas de coisas reais, não de realizar sonhos, isto não deve causar temor e sim deleite ao se tentar, pois existimos para buscar a felicidade e as realizações são conquistas de uma real existência.
O medo não vencerá.
CORONEL ESTEVES

16 de mar de 2008

SILÊNCIO

A LUTA

Ao encetar uma empreitada, tem que se ter traçados os objetivos principais e os adjacentes, ou seja, o que se quer atingir e os que serão utilizados para despertar a atenção, ou para dissimular o real, ou ainda para distrair o oponente.
Há que se ter também a compreensão de que sacrifícios terão que ser feitos e perdas ocorrerão no transcurso da contenda para que se possa atingir o objetivo, que nem sempre é bem compreendido pelos coadjuvantes ou pelos observadores. Neste ponto é fundamental não se perder o foco da luta.
Digo isto para que compreendam a importância do momento vivido, da grandiosidade do resgate da cidadania. Histórico.
Às vezes um animal se faz de morto para escapar de seu algoz, resumindo os embates só terminam quando finda a guerra e esta só acaba com o oponente rendido, não em silêncio.
JUNTOS SOMOS FORTES!

CORONEL ESTEVES

9 de mar de 2008

PERSISTÊNCIA

PERSEVERANÇA

A historia do mundo não foi escrita por aqueles que desistiram diante dos obstáculos, dificuldades e contratempos, mas por aqueles que acreditaram, sonharam e lutaram por tudo que almejavam. Enfrentaram as adversidades, perderam algumas batalhas, mas venceram em suas buscas pelo que desejavam.
A tenacidade é uma característica necessária aos fortes e vencedores, pois seguirão lutando até alcançarem seus objetivos, sejam aqueles que lutam por um amor, por um semelhante ou pela dignidade de toda uma comunidade.
Aqueles que esmorecem diante de pequenos contratempos, buscando justificativa para sua ação em algo extra-sensorial, está fadado a jamais encontrar o que busca, a jamais sentir-se realizado e feliz, a jamais experimentar o regozijo da vitória plena, pois está estará empanada pela dúvida de que talvez fosse melhor se tivesse lutado até o final.
Havendo sinceridade e honestidade na razão da empreitada, não há demérito ou vergonha na derrota, mas na desistência em lutar.
CEL ESTEVES

1 de mar de 2008

A PERDA

A DOR.

Durante o correr de nossa vida perdemos muitas coisas, sentimentos, entes e pessoas.
Cedo aprendemos que toda perda provoca Dor e que esta é imensurável, é a maior até que tenhamos outras e certo é que teremos, até que chegue a derradeira, pois já não haverá mais existência.
O quanto podemos agüentar a Dor da perda?
Não há como avaliar, assim como não dá para aquilatar o estrago que causa ao corpo e a alma cada perda que colecionamos durante nossa efêmera passagem por este plano.
Algumas que imputamos a maior, após certo tempo é lembrança, outras que achamos que o tempo se encarregará de apagar, se arrastam por toda a nossa existência deixando em nossa saúde e principalmente em nossa alma, cicatrizes indeléveis.
Com evitar?
Não há. Se vivemos, temos que correr risco de conseguirmos algo e perdermos a seguir, pois nada é pra sempre. O importante é viver, é aproveitarmos enquanto podemos desfrutar daquela coisa, ou ente, ou sentimento ou pessoa antes que se vá e nos deixe a dor e a saudade.
Pior do que a dor da perda deve ser ter vivido e não ter do que recordar. Aprendi com a vida nestes cinqüenta e um anos de minha passagem por este planeta, que sou um ser abençoado, ungido mesmo por Deus, pois muito perdi, amigos, parentes, sentimentos, fiéis companheiros de pelos e penas, enfim, foram muitas, mas que me deixaram uma infinidade de lembranças de bons momentos, carinhosos, afetuosos, românticos e alegres que muito certamente farão parte da minha bagagem quando eu deixar a dor para aqueles que me amam e chegar a minha hora de partir.
Só espero que eu tenha sido capaz de junto com a dor deixar lembranças, boas e alegres lembranças de alguém que sempre quis ajudar, mesmo aqueles que muitas vezes não queriam ajuda ou não acreditavam na simplicidade de um ato sem outra intenção.

CORONEL ESTEVES