25 de out de 2012

JUROS


O governo tem pressionado os bancos a reduzirem suas taxas de juros de forma indireta, determinando aos bancos estatais (Banco do Brasil e Caixa Econômica) que assim procedam, gerando uma queda nas ações do BB, uma vez que reduz seu lucro e, consequentemente, o de seus acionistas.
Tenho ouvido nos noticiários que no mundo capitalista esta redução ocorre naturalmente de acordo com as “leis” do mercado.
Uma vez que o dinheiro aplicado nas cadernetas começa a perder para inflação que, como fênix, vêm ressurgindo das cinzas, assustando os pequenos investidores, acredito que o governo tente com esta medida de redução, induzir aos possuidores de uma pequena gordurinha financeira (poupança e Renda Fixa) a parar de poupar e começar a consumir, implementando desta forma, um capital circulante maior e assim revitalizando o comércio.
Por outro lado tal medida busca impingir aos médios investidores, que gravitam em torno de investimentos com baixo risco (aplicações financeiras seguras), a ousarem nas Ações (Bolsa de Valores) ou em investimentos que aqueçam o comércio e/ou a indústria.
Nossa libidinosa economia nunca foi plenamente confiável, por esta razão sugiro cautela e acompanhamento constante dos acontecimentos. Como no dito popular: sic “Canja de galhinha e precaução nunca fizeram mal a ninguém”.

 

ESTEVES – Cel RR.

27 de ago de 2012

A PROSTITUIÇÃO das LEIS

É notório que a justiça se baseia nas leis e estas na jurisprudência e nos costumes da sociedade. O que tenho observado é uma mutação, inaplicação ou mesmo inobservância de leis em beneficio daqueles que, de alguma forma, detêm o poder.
Prostituem as Leis.
Acredito que tal prática ocorresse em outras épocas, todavia com fulcro na história divulgada e conhecida, em escala menor do que se dá nos dias de hoje.
Há uma perda acelerada de valores sociais ocorrendo premeditadamente por indução de um grupo amoral.
Parece-me que esta involução social avança numa progressão geométrica, enquanto o bem estar social do povo, numa progressão aritmética.
Os fundamentos da moralidade estão sendo modificados intencionalmente de modo a respaldar, através de preceitos legais, interesses escusos.

ESTEVES – Cel RR

16 de ago de 2012

UMA BATALHA

A guerra não acabou, mas uma batalha foi vencida pela sociedade esclarecida em desfavor dos gananciosos.
Este é meu sentimento ao ler no noticiário “O TERMINAL” o artigo intitulado: “PETROBRÁS DESISTE DA COMPRA DE TERRENO QUE ABRIGA PRÉDIO HISTÓRICO DA POLICIA MILITAR NO RIO DE JANEIRO”
Sei que eles não vão desistir, mas por enquanto venceu a sociedade, venceu a cultura do nosso povo.
Parabéns a PETROBRÁS.
Viva a história de nossos ancestrais que esta sendo preservada.
ESTEVES – Cel RR
NATUREZA
  Um filósofo disse: “Na Natureza não existem recompensas nem castigo. Existem consequências.”
  Começo o presente artigo com uma citação, na tentativa de externar uma preocupação que cresce dentro de mim em relação ao destino que estamos sentenciando nosso planeta.
  O descaso da sociedade com a preservação da vida (nossa existência depende do planeta) e a irresponsabilidade de muitos de nossos governantes, me remetem a uma fundada preocupação quanto ao futuro da existência humana na “TERRA”.
  Aqueles que por qualquer razão acompanham minhas publicações, já devem estar acostumados com minha reverência à Natureza e admiração por suas belezas, mas o quadro futuro que se descortina como inevitável, me assusta.
  Minha inquietação se potencializa em face de sentir-me impotente para mudar o vislumbrado. Sinto-me incapaz, escravo da angústia e do medo de que se reproduza o que na década de oitenta foi apregoado em canção gravada pelo grupo “Radio Taxi”, sic: “Olha só, hoje o sol não apareceu. É o fim da aventura humana na Terra. Meu planeta adeus, fugiremos nós dois na arca de Noé. Olha meu amor, o final da odisséia terrestre...” (versão da música Italiana Picoli EVA).
ESTEVES – Cel RR

10 de fev de 2012

A COLHEITA

Enceto este artigo, externando minha angústia e preocupação pelo que há de vir, em face aos últimos acontecimentos.
Não sou a favor da greve, mas esta, era previsível devido a intolerância e o descaso de certas autoridades temporárias.
Se voltarmos um pouco no tempo, a um passado recente, vamos encontrar dois grupos de Policiais Militares reivindicando melhores condições de trabalho e conseqüente melhoria na qualidade de vida da classe, eram os BARBONOS e os QUARENTA DA EVARISTO. O que havia em comum? Lutavam por uma classe esquecida pela sociedade e excluída pelas autoridades.
Os “Barbonos” eram radicalmente contra a greve, bem como, boa parte da liderança dos “Quarenta”. Na época as autoridades tiveram a oportunidade de negociar civilizada e democraticamente, mas desperdiçaram-na optando por se impor autoritária e arbitrariamente a estes grupos, aplicando-lhes retaliações.
Naquele momento, venceram e se julgaram DEUSES. Acima do bem e do mal.
Agora vemos as conseqüências. Não são os Coronéis, tampouco os Oficiais que lideram o atual movimento. Os atuais líderes têm pouco a perder, pois são pessimamente remunerados e se sentem escravizados, logo lutam pelas suas “alforrias sociais”.
O que advirá? Não sei, mas confesso que temo pela integridade da população fluminense, principalmente daqueles por quem tenho apreço e que ainda vivem neste Estado.
Mas, como eu disse no início, era previsível.
Aqueles que por um acaso têm o hábito de visitar este “blog” sabem que gosto de citar adágios populares, que faço citando dois que enquadram no momento que vivemos: “Cada um colhe aquilo que planta”.
“Quem semeia vento, colhe tempestade”.
ESTEVES – Cel RR

15 de jan de 2012

“A FAMÍLIA”

Confesso que não sou estudioso no assunto, mas não sei por que, quando leio as noticias dos jornais do nosso estado na seção policial, estas sempre me reportam a trilogia “O Poderoso Chefão”. Talvez porque nos filmes “a família” seja tudo e eles se fecham fazendo qualquer coisa: matando, mentindo, enganando e envolvendo inocentes úteis, forjando provas, cooptando aliados ou o que mais for necessário, perseverando de modo a protegerem qualquer integrante da dita “família”.
Como eu disse no inicio, não sou estudioso, mas aos que forem um pouco observadores, aconselho que prestem atenção nos últimos acontecimentos e verão como uma certa “família” se une, se pronuncia em defesa de um de seus integrantes, movem montanhas para que este não caia em descrédito, o que, para “a família”, acarretará em um desrespeito a todos. Eles não erram, os outros se enganam, eles não pecam, os outros não prestam e assim vai.
Não basta acompanhar os periódicos, pois a verdade está oculta. É mister que olhemos e vejamos a realidade dos fatos.
ESTEVES - CEL RR